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Um sonho interrompido PDF Imprimir E-mail
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Sonho interrompido. Ou: Uma homenagem a Leidson Acácio Alves Silva

Por Rodrigo Constantino - Revista Veja de 15 Mar 2014

O leitor nunca deve ter ouvido falar em Leidson Acácio Alves Silva. Mas certamente está cansado de ouvir falar em Amarildo, não é mesmo? Leidson não desperta a mesma comoção popular, pois não cai nas graças das ONGs de direitos humanos e dos artistas e "intelectuais" da esquerda festiva. Mas sua trajetória é nobre, e muito triste:

 
Direitos Humanos - uma proposta genial. PDF Imprimir E-mail
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Direitos Humanos - uma proposta genial.

A Folha de SP, hoje, publica carta minha, onde ironizo os "baluartes" dos direitos humanos. Agora, com o morticínio de presos no Maranhão, jornalistas e intelectuais "engajados" escrevem e opinam copiosamente sobre a questão carcerária e os direitos fundamentais. São como urubus, não podem ver uma carniça.

Quando eu era juiz da infância e juventude em Montes Claros, norte de Minas Gerais, em 1993, não havia instituição adequada para acolher menores infratores. Havia uma quadrilha de três adolescentes praticando reiterados assaltos. A polícia prendia, eu tinha de soltá-los. Depois da enésima reincidência, valendo-me de um precedente do Superior Tribunal de Justiça, determinei o recolhimento dos "pequenos" assaltantes à cadeia pública, em cela separada dos presos maiores.

Recebi a visita de uma comitiva de defensores dos direitos humanos (por coincidência, três militantes). Exigiam que eu liberasse os menores. Neguei. Ameaçaram denunciar-me à imprensa nacional, à corregedoria de justiça e até à ONU. Eu retruquei para não irem tão longe, tinha solução. Chamei o escrivão e ordenei a lavratura de três termos de guarda: cada qual levaria um dos menores preso para casa, com toda a responsabilidade delegada pelo juiz.

Pernas para que te quero! Mal se despediram e saíram correndo do fórum. Não me denunciaram a entidade alguma, não ficaram com os menores, não me "honraram" mais com suas visitas e ... os menores ficaram presos.

É assim que funciona a "esquerda caviar".

Abs.

Rogério

Folha de São Paulo, 10 de janeiro de 2014, Painel do Leitor

"Direitos humanos

"Tenho uma sugestão ao professor Paulo Sérgio Pinheiro, ao jornalista Janio de Freitas, à ministra Maria do Rosário e a outros tantos admiráveis defensores dos direitos humanos no Brasil. Criemos o programa social "Adote um Preso". Cada cidadão aderente levaria para casa um preso carente de direitos humanos. Os benfeitores ficariam de bem com suas consciências e ajudariam, filantropicamente, a solucionar o problema carcerário do país. Sem desconto no Imposto de Renda.

"ROGÉRIO MEDEIROS GARCIA DE LIMA, desembargador (Belo Horizonte, MG)".

 

 
O direito de portar armas é um direito humano essencial PDF Imprimir E-mail
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Por Jacob Hornberger, 15 Abr 2011

O direito de ter e portar armas representa a suprema, derradeira, fundamental e decisiva proteção de um povo contra todos os tipos de tirania, principalmente a tirania do estado, uma vez que os funcionários de um governo sabem perfeitamente bem que armas nas mãos do povo fornecem o único meio prático de se resistir à tirania. Governos sabem que uma sociedade desarmada acaba se tornando uma sociedade obediente frente a um estado tirânico e onipotente.

 
Entrevista com José Alexandre Scheinkman PDF Imprimir E-mail
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Há mais de quatro décadas nos Estados Unidos, o carioca José Alexandre Scheinkman, de 65 anos, construiu uma carreira acadêmica brilhante como professor, com passagens pelas universidades de Chicago, Princeton e, agora, Colúmbia, em Nova York. Ao longo de sua trajetória, foi parceiro em estudos de ganhadores de prêmios Nobel e de xerifes da economia, como o presidente do Fed (o banco central americano), Ben Bernanke. Autor e analista renomado, tornou-se uma voz influente nas altas esferas das decisões econômicas, mas nunca deixou de lançar um olhar especialmente perspicaz sobre o Brasil, que visita com frequência. Em sua mais recente passagem por São Paulo, ele falou a VEJA sobre como a falta de regras claras e estáveis para investimentos e a permanência de focos de protecionismo continuam emperrando os avanços e mantendo o país na rabeira do bloco de nações mais promissoras.

 
Palavras ao vento PDF Imprimir E-mail
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Por Aileda de Mattos Oliveira*

É comum dizermos que "palavras o vento leva", porém, omitimos no aforismo, que mesmo ao sabor do vento, no espaço e no tempo, já deixaram sinais de sua passagem lá dentro da consciência dos que as ouviram ou as leram, como ecos a incitá-los a uma reflexão sobre a mensagem que carregam e deve ser avaliada.

 
Argentinos se armam após onda de saques PDF Imprimir E-mail
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Guilherme Russo, O Estadão 21 Dez 2013 - Córdoba, Argentina

Cenas de terror no começo do mês levam comerciantes a tentar garantir sua própria segurança

"Eu me armei. Tenho muitas armas - escopetas, espingardas, pistolas e revólveres", afirmou o comerciante de Córdoba Rubén López, de 50 anos, ao Estado, em meio aos escombros completamente queimados da loja que por 22 anos garantiu seu sustento, na Avenida Tenente-General Donato Álvarez, em Arguellos, no norte da capital cordobesa.

 
Um ano após Newtown, EUA têm mais leis que permitem acesso às armas PDF Imprimir E-mail
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Fonte Agência EFE - 15 Dez 2013

À espera de uma regulação federal sobre a venda e uso de armas de fogo, os diferentes estados dos Estados Unidos tomaram a iniciativa e aprovaram 109 leis a respeito, que em sua maioria diminuem as exigências para se ter acesso a armamento. Ao se completar um ano do massacre da escola primária de Newtown (Connecticut), onde 20 crianças e seis adultos morreram, e apenas algumas horas depois de um novo tiroteio em um colégio no Colorado, quase dois terços (70) das novas leis estaduais facilitam o acesso às armas e as outras (39) o dificulta.

 
Mentir, conspirar, trair PDF Imprimir E-mail
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O PT nem inventou a corrupção nem a inaugurou no Brasil. Mas só o partido ousou, entre nós, transformá-la numa categoria de pensamento e numa teoria do poder. E isso faz a diferença. O partido é caudatário do relativismo moral da esquerda. Na democracia, sua divisa pode ser assim sintetizada: "Aos amigos tudo, menos a lei; aos inimigos, nada, nem a lei". Para ter futuro, é preciso ter memória.

 
Cegos surdos e mudos PDF Imprimir E-mail
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Por Gen Torres de Melo - www.fotalweb.com.br

Quanto mais alertamos do perigo que vivemos estamos sentindo que a sociedade brasileira É CEGA ? SURDA E MUDA.

Cega, parecendo macaco em casa de louça. Como é cega não ver que estão destruindo todos os valores morais que herdamos de nossos antepassados. Como não enxerga não ler as notícias publicadas nos jornais. Nesta semana foi roubo em SP (prefeitura), não informação de procurador a um país amigo que apurava desvio de multinacional e máfia do asfalto deu 100 mil reais à deputado federal e O MST roubando comida dos miseráveis.

 
João Goulart: desenterrando os mortos para servir ao baixo proselitismo dos muito vivos PDF Imprimir E-mail
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Por Por Reinaldo Azevedo

Leitores cobram que eu escreva sobre a exumação dos restos mortais de João Goulart. Escrevo, sim, embora, confesso, certas coisas me provoquem uma imensa preguiça — e olhem que, como é sabido, esse não é um dos meus defeitos. Mas supero. Por vocês! É claro que se está tentando exumar a história para tentar, mais uma vez, recontá-la aos olhos dos vitoriosos e oportunistas de agora. Não é isso o que se pretende com a dita Comissão da Verdade? Nesse caso, reparem: as chamadas vítimas da ditadura — as reais e as criadas por mistificadores — já obtiveram (ou estão em vias de) a reparação. O estado já reconheceu as suas "culpas". Notórios militantes de ideologias facinorosas posam por aí de heróis da resistência — quando seu repúdio à democracia era evidente. Assassinos ganham pensão. Não deixa de ser um desrespeito à memória das verdadeiras vítimas a vizinhança com aproveitadores. Mas não entrarei nessas minudências agora. O fato é que as reparações estão dadas. Mas isso não basta: é preciso inventar também uma narrativa oficial sobre aquele passado; é preciso escrever uma história que consagre a luta do Bem (as esquerdas e seus associados; o populismo doidivanas de Goulart é um "associado") contra o Mal.

 
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