Não vote em desarmamentista Imprimir
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Política

Por Leonardo Arruda - Diretor da ANPCA - Webmaster do ARMARIA

A todo cidadão proprietário de arma:

Aproxima-se o período de mais uma eleição no país.

Desta vez votaremos para prefeito e vereadores em todos os municípios da Nação.

Quero lembrar a importância de seu voto para não eleger, em nível municipal, políticos comprometidos com a agenda desarmamentista do governo federal.

 

Muito embora no Brasil a legislação referente às armas de fogo seja de competência federal, o candidato municipal que se sobressair neste pleito poderá amanhã disputar um cargo na esfera federal, o que nos trará mais problemas.

Para os cariocas, em particular, quero chamar a atenção para um candidato a prefeito da cidade do Rio de Janeiro, o senhor Marcelo Freixo (PSOL).

Este político destacou-se no cenário fluminense por seu combate às milícias que grassam nas comunidades carentes do estado. Um trabalho louvável em que demonstrou uma coragem raramente vista em autoridades públicas.

Sua atuação inspirou o personagem "Diogo Fraga", do filme Tropa de Elite 2, do diretor José Padilha, de onde obteve a popularidade que agora tenta transformar em votos para se eleger prefeito.

Lamentavelmente, a macular sua trajetória política, está um ódio declarado a todo cidadão armado, o que não chega a surpreender num militante do PSOL ? um partido situado mais à esquerda que o PT no espectro político brasileiro. Esses políticos ainda são aferrados às teorias de Marx e Engels, do século XIX, que não deram certo em nenhum lugar do mundo e tanta desgraça trouxeram ao longo do século passado. Para esses ?vermelhos?, a posse de armas particulares é um anátema. Não é difícil compreender por que: é muito mais difícil ?socializar? a riqueza em uma sociedade armada.

Em seu trabalho na Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ), Marcelo Freixo instalou, em 2011, uma CPI das Armas no Estado. O relatório final dessa Comissão (de 258 páginas) concluiu que não há controle de armas no país, que o Estatuto do Desarmamento é frouxo, que a Polícia Federal é ineficiente e que os atiradores e colecionadores de armas são traficantes. Assim, propunha ao governo federal limitar ainda mais o número de armas que os cidadãos podem adquirir legalmente, proibir a recarga de munições por atiradores e desativar as armas dos colecionadores.

As conclusões dessa comissão não chegaram a nos surpreender. Acompanhei pessoalmente os esforços infrutíferos do presidente da Associação Nacional dos Proprietários de Armas, Comerciantes e Afins ? ANPCA (e também de outras instituições pró-armas) para ser ouvido na comissão. Ninguém que pense diferente pode se manifestar. Isso mostra bem o conceito de democracia de Freixo e sua turma: democracia não é a convivência dos contrários ou a busca de um consenso - é apenas um caminho para chegar ao poder.

Não sei dizer qual a relação existente entre Marcelo Freixo e o Viva Rio, mas é notável a coincidência de opiniões e proposições entre eles. É de se supor que, caso assuma a prefeitura, o Viva Rio ficará ainda mais à vontade para prosseguir em suas campanhas de desarmamento e de liberação das drogas (seguindo as orientações do grande mentor, o multi-bilionário George Soros e sua ONG Open Society Institute).

Alguns podem pensar, ?Bobagem, o Freixo não tem chance de ser eleito!?.

Este é um pensamento pueril. As pesquisas indicam 13% de intenções de voto para ele. Isso é muito! Com 13% de votos no Rio de Janeiro ele se tornará uma figura de projeção nacional. Não podemos deixar a serpente peçonhenta crescer.

Por trás da imagem de paladino da justiça e bom moço (que seduziu uma pletora de artistas ?globais? a apoiá-lo), esconde-se um político comunista, demagogo, totalitário, antiarmas, pró MST e contrário aos direitos individuais dos cidadãos. É por isso que ele é tão perigoso. Ele representa tudo que há de mais pernicioso na sociedade brasileira.

Assim, convoco todos cidadãos conscientes (possuidores ou não de arma de fogo) a se engajar na campanha anti-Freixo. Vamos juntos trabalhar para reduzir o número de seus eleitores.

Não temos (ainda) poder para eleger um candidato conservador que nos represente, mas temos força suficiente para impedir a eleição daqueles que voluntariamente nos escolheram como inimigos. Somos cerca de 300 mil na cidade do Rio. Somos motivados e articulados. Com nossos parentes e amigos, atuando em nossas áreas de influência, poderemos impedir o avanço dessa Vanguarda do Atraso.

Saudações democráticas a todos.