Últimos artigos arquivados
Nossa Liberdade PDF Imprimir E-mail
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Por Paulo Chagas*

Liberdade para quê? Liberdade para quem?

Liberdade para roubar, matar, corromper, mentir, enganar, traficar e viciar?

Liberdade para ladrões, assassinos, corruptos e corruptores, para mentirosos, traficantes, viciados e hipócritas?

 
Classe Média PDF Imprimir E-mail
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Por Merval Pereira - Jornal OGlobo

A decisão do Movimento Passe Livre de não convocar novas manifestações porque "grupos conservadores" infiltraram-se nos últimos atos serve para retirar a máscara desse movimento, que começou o protesto contra o aumento do preço das passagens de ônibus como se fosse apartidário, com foco específico na melhoria dos transportes públicos - com a utopia de alcançar o transporte gratuito como política de governo -, e acabou se revelando o que sempre foi: organização política ligada a movimentos de esquerda radical, que tem uma pauta muito além da melhoria dos transportes públicos.

 
Demonstrações populares PDF Imprimir E-mail
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Por Renato Holz * 17 Jun 2013

As demonstrações populares em diversas cidades brasileiras, sem dúvida muito bem coordenadas, me parece pouco terem a haver com o preço das passagens, ou gastos em estádios, até porque não vejo operários e trabalhadores em geral, os principais usuários, sendo citados como manifestantes.

 
E se fosse na "Ditadura" militar? PDF Imprimir E-mail
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E SE FOSSE NA "DITADURA" MILITAR?

Aileda de Mattos Oliveira*

Se o peculato de Lula, por se apossar dos bens pertencentes ao Estado Brasileiro, acondicioná-los em onze caminhões, entre eles o que carregava a adega do Palácio Alvorada, espetacular carreata comprobatória da ausência de pudor por constituir norma de sua conduta tomar como próprio o patrimônio ao alcance da mão rapinante; se, repetimos, este fato ocorresse na tão difamada "ditadura" militar, o autor da espoliação seria levado à execração pública, promovida pelo peculatário de hoje, autodidata em técnicas de enriquecimento ilícito.

 
O Ministro fala PDF Imprimir E-mail
Opinião

WWW.FORTALWEB.COM.BR/GRUPOGUARARAPES

Diariamente, ouvimos ou lemos ataques cabidos ou descabidos aos Poderes da República.

Diariamente, jornais, rádios e Tv escrevem e entrevistam as mais variadas personalidades desta República e os ataques são de uma violência até não republicana.

 
Uma hipótese sobre as intenções políticas do grupo Lula PDF Imprimir E-mail
Opinião

Por Gelio Fregapani

Descontentes com a perda de poder e com a (ainda pequena) independência da Presidente atual, uma importante facção do PT planeja o retorno de Lula à Presidência. Verificando que a Dilma está com mais prestígio popular do que o Lula, pode ter decidido não bater de frente, mas fingir apoiá-la até que em setembro ela não mais possa trocar de partido. Então em convenção, o PT escolhe Lula como seu candidato. Além do PT sindicalista (que nunca suportou a Dilma), teriam a mesma idéia os ministros da base aliada, colocados e mantidos pelo Lula, a quem naturalmente são gratos por seus cargos e insatisfeitos com as (ainda pequenas) cobranças de austeridade e efici ência por parte da Dilma. Certamente o futuro com Lula lhes seria bem mais risonho. Vale lembrar a atuação de amigos pessoais do Lula em cargos de importância como no Gabinete da Presidência e no Ministério da Justiça, ambos entrando em divergência com a mandatária, um no caso da "Rose", outro pela questão indígena. As novas, nomeadas com independência – Gleisi Hofmann e Graça Foster já mostraram a que vieram, contrariando o esquema anterior, corrupto e indianista. Esta hipótese, até agora, não foi invalidada!

Neste contexto, como pode se inserir a Comissão da Verdade? Para um analista desavisado ela parece procurar por vingança, mesmo arriscando provocar uma rebelião militar. Para quem procurar avaliar o que existe por trás dos fatos seria lícito imaginar a possibilidade de uma manobra para afastar as Forças Armadas da Presidente. Afinal, apoio popular é muito importante, da mesma forma que ter maioria no Congresso. Muito importante em tempos normais. Em tempos anormais só as Forças Armadas podem garantir um Governo. Todos sabem disto.

 

 
Revolução de 31 Mar 64 – Uma sucinta análise para a atual juventude PDF Imprimir E-mail
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Por Alexandre Paz

Gostaria de dizer algumas coisas sobre o que aconteceu no dia 31/03/1964 e nos anos que se seguiram. Porque concluo, diante do que ouço de pessoas em quem confio intelectualmente, que há algo muito errado na forma como a história é contada. Nada tão absurdo, considerando as balelas que ouvimos sobre o "descobrimento" do Brasil ou a forma como as pessoas fazem vistas grossas para as mortes e as torturas perpetradas pela Igreja Católica durante séculos. Mas, ainda assim, simplesmente não entendo como é possível que esse assunto seja tão parcial e levianamente abordado pelos que viveram aqueles tempos e, o que é pior, pelos que não viveram.

 
Desarmamento: O poste que nem Lula elegeu PDF Imprimir E-mail
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Por Bene Barbosa*

"Eu acho que nós estamos dando um presente aos milhares ou milhões de brasileiros e brasileiras que, no anonimato, têm lutado e dedicado parte de sua vida para que possamos ver a violência diminuir no nosso país". Com estas palavras o então presidente Lula sancionava, há quase dez anos, o chamado Estatuto do Desarmamento. Lula se referia ao fato da sanção ocorrer no dia 23 de dezembro e vinculava a lei a um presente de natal. Era, sim, um presente de grego!

 
A arma que mata está com o criminoso. (Parte 1) PDF Imprimir E-mail
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Por Humberto Wendling *

Uma arma de fogo é um objeto inofensivo por natureza. Tão inofensivo quanto a faca que corta o pão; a madeira do pé de mesa; a viga que sustenta uma casa; as mãos que pintam quadros; as pernas que jogam bola; a panela de pressão que cozinha o alimento. A arma de fogo no coldre do policial, além de inofensiva, é o instrumento que o protege daqueles empenhados desde cedo no crime e na violência gratuitas contra a comunidade. Uma arma nas mãos do homem bom é a última linha de defesa pessoal e familiar (talvez sua última chance) contra o resultado da política barata de segurança pública. Armas de fogo, facas, pedaços de madeira, vigas metálicas, mãos, pernas e panelas são itens inertes. Apesar disso, uns são vitais, outros são importantes e alguns são necessários. A diferença entre a inércia desses objetos e a capacidade deles serem usados para ferir ou matar está apenas na presença humana. Não é qualquer presença, mas o ser humano hostil, incapaz de viver livre e em harmonia com os propósitos mais elevados da sociedade. As armas de fogo não são o verdadeiro problema. As pessoas são o problema, inclusive aquelas que insistem em implementar leis de banimento ou controle intransigentes de armas, quer por ingenuidade ou ignorância dos fatos, seja a ignorância inocente ou dogmática.

 
A necessidade de um pequeno guarda-chuva PDF Imprimir E-mail
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A necessidade de um pequeno guarda-chuva

Por Carlos Chagas

Jânio Quadros, nos fugazes sete meses em que exerceu a presidência da República, ordenou ao Estado-Maior das Forças Armadas a elaboração de um plano para invadir as Guianas, começando pela francesa. Chegou a convocar o então governador do Território do Amapá, Moura Cavalcanti, para liderar a face civil da invasão. A renúncia frustrou o que seria uma guerra de conquista que facilmente venceríamos.

 
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