Últimos artigos arquivados
Seguimento do processo agora terá de ser votado em plenário PDF Imprimir E-mail
Política

Por Marcela Mattos, de Brasília, em 02 Dez 2015

A crise política que o governo Dilma Rousseff atravessa atingiu nesta quarta-feira seu mais alto grau até agora: o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), aceitou o pedido de impeachment contra a presidente. Cunha deu aval à representação ingressada no dia 21 de outubro pelos juristas Hélio Bicudo, Miguel Reale Júnior e Janaína Paschoal e que foi endossada por partidos de oposição. A decisão se dá justamente no dia em que a bancada do PT fechou questão pela continuidade das investigações contra Cunha no Conselho de Ética, que podem dar ensejo à perda do seu mandato. Pressionado pela militância, a bancada acabou por ir contra os interesses do Palácio do Planalto, que trabalhava para poupar o peemedebista do processo de cassação - ao negar a Cunha os três votos que o salvariam no colegiado, a legenda acabou por selar também o destino de Dilma.

 
MEC – O ASSALTO FINAL ÀS MENTES PDF Imprimir E-mail
Opinião

Por Percival Puggina, em 29 Nov 2015

Será impossível no espaço deste texto escrutinar o subproduto do Plano Nacional de Educação que atende pelo nome de Base Nacional Comum Curricular (BNCC). É o que poderíamos chamar de veneno diluído em abundantes doses curriculares. Ninguém morre intelectualmente com uma pitada, mas depois de uma dúzia de anos não sobra neurônio com autonomia. O objetivo final do petismo na Educação e na Cultura é tornar-se hegemônico. No meio, fica tudo: da música ao teatro, da internet à sala de redação, do seminário religioso à reserva indígena, do sistema bancário à barraquinha da praia, dos corações às mentes. Para conquistar mentes e corações, os companheiros burocratas do MEC trataram, primeiro, de unificar tudo, inclusive os exames vestibulares através do ENEM (com o qual a BNCC tem que "dialogar"). A esquerda adora os sistemas únicos, os coletivos, totalmente controláveis. Depois, criaram um Plano Nacional de Educação que o Congresso parcialmente comprou pelo valor de face. Agora, pretendem impor um currículo único que, uma vez definido, fará com que todos entendam e interpretem as coisas como o PT quer. Ao menos em 60% dos conteúdos. Os outros 40% não o interessam.

 
Socialista de iPhone PDF Imprimir E-mail
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Diversos

- Diz que a polícia é fascista mas defende que apenas a polícia possa usar armas.

- Diz que a cadeia não resolve, mas quer que quem conte uma simples piada sobre gays seja preso por homofobia.

 
A capa de herói de Roberto Jefferson PDF Imprimir E-mail
Opinião

Por Nelson Motta - O Estado de S. Paulo

Se o mensalão não tivesse existido, ou se não fosse descoberto, ou se Roberto Jefferson não o denunciasse, muito provavelmente não seria Dilma, mas Zé Dirceu o ocupante do Palácio da Alvorada, de onde certamente nunca mais sairia.

 
Oh minha pátria tão bela e perdida PDF Imprimir E-mail
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Opinião

("Oh minha pátria tão bela e perdida!")

Por Aileda de Mattos Oliveira, em 24 Nov 2015

Giuseppe Verdi (século XIX) estreia a ópera "Nabucco", referência ao rei da antiga Babilônia, Nabucodonosor. Nela, destaca-se "Va Pensiero", de onde retiramos a frase, pungente lamento, em coro, dos escravos hebreus, numa alusão ao que ocorria na Itália, dominada pelos austríacos. Verdi deixou, metaforicamente, o seu recado, e a melodia, foi transformada num hino patriótico de um povo desejoso de ver a sua terra unida e livre.

 
A quem interessava o silêncio de Cerveró PDF Imprimir E-mail
Opinião

Ricardo Noblat, em 26 Nov 2015

A quem interessava o silêncio de Nestor Cerveró, ex-diretor da Petrobras, que o senador Delcídio Amaral (PT-MS) tentou comprar por R$ 50 mil mensais e tudo o mais que ele precisasse para fugir do Brasil?

 
ARMAS EM FUNERAL! TOQUE DE SILÊNCIO! PDF Imprimir E-mail
História

Por VAlte(Ref) SERGIO TASSO VÁSQUEZ DE AQUINO, em 27 Nov 2015

Neste dia de hoje, por muitos anos, a Nação e as Forças Armadas homenageavam, cultuavam a memória e celebravam o sacrifício extremo dos militares do Brasil, traiçoeiramente assassinados enquanto dormiam por colegas pervertidos pela ideologia marxista, na primeira tentativa de tomada de poder pelos vermelhos em nossa Terra, pela via armada. Era 27 de novembro de 1935 e a rebeldia torpe, mortífera e cruel lavrava no 3* Regimento de Infantaria e na Escola de Aviação Militar, no Rio de Janeiro, e em Pernambuco e no Rio Grande do Norte.

 
Guerra Assimétrica e Olímpiadas PDF Imprimir E-mail
Opinião

"Contribuir para a defesa da Democracia e da liberdade, traduzindo um País com projeção de poder e soberano, deve ser o nosso NORTE"

Por General Marco Antonio Felicio da Silva

As intervenções russa e americana no Afeganistão criaram a oportunidade do surgimento da união de vários grupos guerrilheiros nativos, originando a organização jihadista denominada Al Qaeda, desdobrando-se em vários braços, sob o comando do saudita Bin Laden e que levou o terrorismo a vários países ocidentais, com populações de "infiéis" que devem morrer para a predominância da religião islâmica e de seus valores e de Alá, o único Deus. Entre eles, França, Inglaterra e Espanha, estarrecendo, ainda, a população mundial, o atentado em território norte americano, destruindo, em 11 de Fevereiro de 2001, as famosas Torres Gêmeas, na cidade de Nova York, causando número considerável de mortos e de feridos.

 
Como ficam governo, PT e Eduardo Cunha após a prisão do senador Delcídio? PDF Imprimir E-mail
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Opinião

Por Wellington Ramalhoso

Para analistas políticos, prisão de Delcídio complica as situações de Cunha e Dilma

A prisão do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), líder do governo no Senado, complica a vida da presidente Dilma Rousseff, do Partido dos Trabalhadores e pode agravar a situação do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Analistas políticos ouvidos pelo UOL comentaram os riscos que ameaçam os possíveis afetados.

 
"NUNCA MAIS!" PDF Imprimir E-mail
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Opinião

Por Aileda de Mattos Oliveira, em 21 Nov 2015

O silêncio tácito da imprensa é tido, pela parte batalhadora da população, como cumplicidade, ante o descompromisso governamental com o crescimento do país, entravado pela ausência de planejamento e competência administrativa.

 
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