Semana concentra reunião de Flávio Bolsonaro com Centrão, possível expulsão de Sabino e decisão sobre Selic

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A agenda política desta semana começa na segunda-feira (8.dez.2025) com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reunido com dirigentes do Centrão e do PL para tratar de sua pré-candidatura ao Planalto em 2026. Estão previstos encontros com Valdemar Costa Neto (PL), Ciro Nogueira (PP), Antonio Rueda (União Brasil), Marcos Pereira (Republicanos) e Rogério Marinho (líder do PL no Senado).

Ainda na segunda, às 15h, a Executiva Nacional do União Brasil vota a recomendação do Conselho de Ética para expulsar o ministro do Turismo, Celso Sabino, por infidelidade partidária. O ministro foi afastado após permanecer no governo apesar da orientação da sigla para que filiados deixassem cargos no Executivo.

Na terça-feira (9.dez), o presidente Lula lança o projeto CNH do Brasil, que elimina a obrigatoriedade de autoescola e cria aplicativo para conduzir o processo de habilitação.

No Supremo Tribunal Federal, a 1ª Turma inicia, também na terça, o julgamento de seis réus ligados ao chamado núcleo 2 da tentativa de golpe de Estado. As sessões estão marcadas para 9, 10, 16 e 17 de dezembro, a partir das 9h, sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes.

No mesmo dia, o ex-presidente Jair Bolsonaro recebe visita da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e do senador Flávio na Superintendência da Polícia Federal em Brasília, onde está preso desde 22 de novembro.

Quarta-feira (10.dez) é dia de decisão sobre juros. O Comitê de Política Monetária (Copom) divulga se altera a taxa Selic, enquanto o Federal Reserve dos Estados Unidos anuncia, no mesmo dia, sua posição sobre o juro básico norte-americano. Mais cedo, o IBGE informa o índice oficial de inflação de novembro.

Na quinta-feira (11.dez), Lula participa da Caravana Federativa em Belo Horizonte (MG). No Congresso, deputados e senadores se reúnem em sessão conjunta para analisar vetos presidenciais.

A semana encerra com o plenário virtual do STF iniciando, na sexta-feira (12.dez), análise sobre a decisão do ministro Gilmar Mendes que atribuiu exclusivamente ao procurador-geral da República a iniciativa de pedidos de impeachment de ministros da Corte e elevou para 2/3 o quórum necessário no Senado para abertura de processos por crime de responsabilidade.

Com informações de Poder360

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