Dirigentes e parlamentares alinhados à direita na América do Sul comemoraram, neste domingo (14/12), a eleição de José Antonio Kast (Republicanos) para a Presidência do Chile. O candidato ultraconservador obteve 58,2% dos votos no segundo turno e superou Jeannette Jara (Partido Comunista do Chile). A posse está marcada para março de 2026.
Reação na Argentina
O presidente argentino Javier Milei publicou nas redes sociais a mensagem “A esquerda retrocede. A liberdade avança!” ao compartilhar um mapa da América do Sul que distingue governos de esquerda (vermelho) e de direita (azul). Com a vitória de Kast, o continente passa a ter, segundo o levantamento de Milei, seis países governados por cada espectro político:
Direita: Argentina, Chile, Paraguai, Bolívia, Peru e Equador.
Esquerda: Brasil, Guiana Francesa, Suriname, Guiana, Venezuela e Colômbia.
Manifestações no Brasil
No Congresso Nacional, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) divulgou um vídeo com encontros ao lado de Kast e escreveu que, em 2026, “será a vez de Flávio Bolsonaro” disputar a Presidência no Brasil. O senador Flávio (PL-RJ), já pré-candidato, também felicitou o chileno, afirmando que “os chilenos ganham com um presidente de direita que vai trazer empregos, segurança pública e esperança”.
O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) publicou uma foto junto ao presidente eleito e declarou que a vitória “traz esperança e serve de inspiração” para o Brasil.
Imagem: Internet
Governadores paulistas e fluminenses
Os governadores Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) e Cláudio Castro (PL-RJ) também comemoraram o resultado. Tarcísio classificou a eleição como “vitória esmagadora” contra “promessas vazias da esquerda”. Castro afirmou que a votação expressiva reflete o desejo chileno por “segurança, oportunidades e respeito às liberdades individuais”.
José Antonio Kast será o presidente chileno mais à direita desde Augusto Pinochet, que governou o país de 1973 a 1990.
Com informações de Metrópoles

