Max Hall, de 14 anos, morador de Corby, em Northamptonshire, no Reino Unido, recebeu o diagnóstico de um tumor cerebral considerado incurável depois de passar cerca de um ano relatando fortes dores de cabeça.
De acordo com a família, o garoto, descrito como saudável, ativo e apaixonado por futebol, precisou sair de sala de aula diversas vezes para tomar analgésicos. Durante consultas médicas ao longo de 2025, os profissionais atribuíram as cefaleias a enxaquecas comuns na adolescência e não solicitaram exames de imagem, como tomografia ou ressonância magnética.
A situação mudou em 27 de novembro, seis dias após o aniversário de 14 anos de Max. Na data, ele sofreu uma convulsão em casa, seguida por outra em sequência, e foi levado às pressas ao hospital. Somente então os médicos pediram exames de imagem, que revelaram um tumor cerebral inoperável.
Segundo a equipe médica, a localização do câncer impede intervenção cirúrgica e o torna incurável pelos tratamentos disponíveis no Serviço Nacional de Saúde britânico (NHS). Desde o diagnóstico, o adolescente apresenta dificuldades de fala, perda de memória, fadiga intensa, náuseas e queda de energia.
Os pais, Jackie e Stephen Hall, iniciaram uma campanha no GoFundMe para custear terapias alternativas fora do país. “Acreditamos que existam opções de tratamento no exterior, inclusive na Alemanha, e estamos determinados a dar ao Max todas as chances possíveis”, escreveram.
Imagem: Internet
O casal também afirma que, se exames de imagem tivessem sido solicitados quando as dores começaram, o prognóstico poderia ser diferente. A história do adolescente reacende o debate sobre a importância de investigar cefaleias persistentes, sobretudo em pacientes jovens.
Mensagens de apoio têm chegado pelas redes sociais e em eventos comunitários, enquanto a família segue em busca de alternativas que possam melhorar a qualidade de vida do garoto.
Com informações de Metrópoles

