Cuidadora disse “relaxa” à mãe menos de uma hora antes de bebê morrer em creche clandestina no DF

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Laura Rebeca Ribeiro dos Santos, de 1 ano e 4 meses, morreu asfixiada na tarde de quinta-feira, 11/12, após ficar presa ao cinto do bebê-conforto em uma casa que funcionava como creche irregular na QNO 6, conjunto P, Setor O, em Ceilândia (DF).

Menos de uma hora antes do óbito, a cuidadora havia tranquilizado a mãe da criança. Em áudios divulgados nas redes sociais, a mulher afirma: “Mulher, relaxa. Estou aqui para isso mesmo, para cuidar. Ninguém trisca nos meus bebês.”

Por volta de 50 minutos depois, a mesma cuidadora ligou para a mãe, Lorrany Stephane, que não atendeu de imediato. Na sequência, enviou mensagem pedindo: “Vem para cá, urgente.” A ligação só foi atendida na terceira tentativa.

Lorrany contou que aquela foi a primeira vez que deixou a filha no local. Segundo ela, a creche improvisada havia sido indicada por uma conhecida do salão de beleza, que garantiu a existência de câmeras e experiência da responsável com crianças. “Eu precisava trabalhar e não tinha com quem deixar a Laura”, disse a mãe.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, mas a equipe apenas confirmou o óbito no endereço. A Polícia Militar isolou a área até a chegada da Polícia Civil, que investiga o caso na 24ª Delegacia.

O velório ocorreu na manhã de sábado, 13/12, no Cemitério de Taguatinga. Familiares e amigos se despediram da menina em clima de forte comoção.

Com informações de Metrópoles

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