O corte pixie, famoso pela nuca e laterais bem curtas e topo ligeiramente mais longo, voltou a figurar entre as principais tendências de cabelo. Para avaliar se o estilo combina com cada pessoa, a terapeuta capilar e visagista Mari Borges aponta fatores como formato do rosto, tipo de fio e rotina diária.
Formato do rosto interfere
De acordo com Borges, rostos ovais costumam adaptar-se com facilidade ao pixie. Já os redondos ganham harmonia quando o topo é mantido um pouco mais alongado. Para rostos quadrados, a indicação é apostar em desfiados que criem movimento e suavizem os ângulos. Em faces alongadas, franjas ou laterais levemente mais cheias ajudam a equilibrar as proporções.
Textura do cabelo conta
Fios finos se beneficiam de camadas estratégicas que aumentam o volume na medida certa. Quem tem cabelo grosso requer maior controle de peso e direcionamento para evitar que o corte fique excessivamente armado. Ondulados e levemente texturizados podem investir em versões desconectadas, garantindo um efeito moderno.
Estilo de vida e personalidade
A visagista lembra que, apesar de prático, o pixie precisa de finalização diária para manter o acabamento. “Ele combina com quem busca um visual marcante, moderno e autêntico, ressaltando o rosto”, afirma a profissional.
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Consulta profissional é decisiva
Borges reforça que a avaliação de um cabeleireiro especializado é essencial. O profissional analisa proporções, textura, volume e preferências pessoais antes de indicar o corte, assegurando que o resultado valorize os traços de cada cliente.
Com informações de Metrópoles

