A Legacy School, rede de ensino que se apresenta como cristã e intercultural, encerrou 2024 com 23 escolas em funcionamento e prevê chegar a 34 unidades até dezembro de 2025, expansão de 47,8% em 12 meses.
Segundo o fundador, Philip Murdoch, a meta é inaugurar mais 17 escolas no início de 2026, totalizando 51 unidades, e alcançar 70 até 2027. A estratégia de crescimento, afirmou, apoia-se em três pilares: modelo de franquia com suporte contínuo, proposta pedagógica que combina excelência acadêmica com valores cristãos e interculturalidade, além de um grupo de franqueados qualificados em regiões com demanda identificada.
Rio de Janeiro concentra novas aberturas
Somente o Estado do Rio de Janeiro receberá 13 novas unidades em 2026. A decisão, explicou Murdoch, leva em conta o interesse de parceiros locais e o potencial de mercado.
Além do Rio, a Legacy já possui escolas em São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Bahia, Mato Grosso, Rondônia e Espírito Santo. A rede atende da educação infantil ao ensino médio.
Diferenciais citados pela rede
Murdoch e o sócio Jader Freitas destacam que o projeto pedagógico inclui:
- currículo estruturado por competências e projetos;
- formação cristã intencional e interculturalidade prática, com ênfase na língua inglesa e parcerias internacionais;
- rotina de avaliações formativas e projetos interdisciplinares;
- franquia com manuais pedagógicos, plataforma de ensino, capacitação obrigatória de professores e visitas técnicas regulares.
De acordo com o empresário, famílias buscam “habilidades socioemocionais, pensamento crítico, fluência em inglês e ensino baseado em valores”.
Imagem: Internet
Investimento e planos futuros
A rede iniciou o sistema de franquias em 2021. O investimento mínimo exigido para abrir uma unidade é de R$ 500 mil, e o faturamento médio mensal informado é de R$ 370 mil.
Para os próximos cinco anos, a meta é consolidar a marca como referência nacional em educação cristã e intercultural, ampliar programas de formação docente, aumentar o impacto pedagógico e iniciar projetos-piloto de internacionalização até 2030.
Com informações de Poder360

