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segunda-feira, janeiro 12, 2026
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PF aponta troca de mensagens em que Bacellar orienta TH Joias a apagar provas durante operação

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Rio de Janeiro — Mensagens obtidas pela Polícia Federal revelam que o presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar (União Brasil), acompanhou em tempo real a ação que resultou na prisão do deputado estadual Thiego Raimundo dos Santos Silva, o TH Joias (MDB), em setembro, e teria instruído o colega a ocultar evidências.

Bacellar foi detido na quarta-feira (3/12) pela Operação Unha e Carne. Os investigadores suspeitam que ele tenha recebido e repassado dados sigilosos da Operação Zargun, que investiga conexões do Comando Vermelho com políticos, agentes públicos e policiais.

Contato na madrugada da operação

Segundo o inquérito, às 6h03 do dia em que a PF chegou à casa de TH Joias, o parlamentar enviou a Bacellar uma imagem do circuito interno de segurança mostrando os agentes dentro do imóvel, além do telefone de sua advogada. Para a PF, o material indica que o presidente da Alerj já conhecia a ofensiva policial antes de seu desfecho.

Ordem para sumir com evidências

Após o aviso, TH Joias iniciou uma série de ações para eliminar provas. Conforme a investigação, ele:

  • apagou o conteúdo do celular antigo;
  • comprou um aparelho novo;
  • organizou uma mudança às pressas com caminhão-baú;
  • retirou objetos da residência imediatamente depois do alerta.

No telefone recém-adquirido, o deputado gravou um vídeo pedindo a Bacellar autorização para deixar um freezer e outros pertences na casa. A resposta foi imediata: “Deixa isso, tá doido? Larga isso aí, seu doido”. A PF entende a conversa como orientação direta para impedir apreensões.

Caça ao vazamento

Os investigadores agora tentam descobrir quem antecipou detalhes da Operação Zargun ao presidente da Alerj. Para a corporação, as mensagens demonstram tentativa de obstrução da justiça e envolvimento direto de Bacellar no encobrimento das ações de TH Joias.

Perfil dos investigados

Rodrigo Bacellar: está no segundo mandato como deputado estadual; foi secretário de Estado; eleito em 2018, reeleito em 2022 com 97.822 votos; assumiu a presidência da Alerj em 2025 por unanimidade. É o segundo chefe do Parlamento fluminense preso no exercício do cargo — o primeiro foi Jorge Picciani, capturado na Operação Cadeia Velha.

TH Joias: detido em setembro, é acusado de usar o mandato para beneficiar o Comando Vermelho, facilitando a compra de drogas, fuzis e equipamentos antidrones para o Complexo do Alemão, além de efetivar nomeações solicitadas por traficantes. A Operação Zargun também apura suspeitas de corrupção, lavagem de dinheiro e infiltração de milicianos no poder público.

As investigações prosseguem sob sigilo, enquanto Bacellar e TH Joias permanecem à disposição da Justiça.

Com informações de Metrópoles

Ato contra feminicídios é marcado para 7 de dezembro na Avenida Paulista

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O Movimento Nacional Mulheres Vivas convocou uma manifestação para o próximo domingo, 7 de dezembro, em resposta ao aumento de feminicídios registrados em São Paulo e em todo o país. O protesto está marcado para a Avenida Paulista, na capital paulista, com concentração a partir das 12h no vão livre do MASP e início previsto para as 14h. Outras cidades também devem aderir à mobilização na mesma data.

“Seguimos juntas. Pela vida das mulheres. Pela força do nosso ato”, informou a organização em nota divulgada nas redes sociais.

Recorde de feminicídios em 2025

Entre janeiro e outubro de 2025, a cidade de São Paulo contabilizou 53 feminicídios, maior resultado desde o início da série histórica, em 2015. No estado, foram 207 ocorrências no mesmo período — 53 na capital, 101 no interior e 40 na região metropolitana — número 8% superior ao registrado no ano anterior. Os dados são da Secretaria de Segurança Pública (SSP) e consideram boletins de ocorrência em que o agravante de feminicídio foi incluído.

Casos recentes de violência

O episódio mais recente na capital ocorreu em 29 de novembro, quando Tainara Souza Santos, 30 anos, foi arrastada por um veículo na Marginal Tietê e teve as duas pernas amputadas. O suspeito, Douglas Alves da Silva, 26, ex-companheiro da vítima, está preso.

No Rio de Janeiro, em 28 de novembro, o funcionário do Cefet, João Antônio Miranda Tello Ramos Gonçalves, matou a diretora pedagógica Allane de Souza Pedrotti Matos, 41, e a psicóloga Layse Costa Pinheiro, 40, dentro da instituição, localizada no Maracanã.

Já em 1º de dezembro, um homem invadiu uma pastelaria na zona norte paulistana e disparou várias vezes contra a ex-namorada, de 38 anos. A vítima foi atingida ao menos seis vezes; o agressor fugiu.

Reações políticas

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva abordou o tema durante evento em Ipojuca (PE), em 2 de dezembro. Em discurso emocionado, defendeu punições mais rígidas para autores de feminicídio.

Na Assembleia Legislativa de São Paulo, a Bancada Feminista do PSol protocolou pedido de criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar o aumento dos assassinatos de mulheres no estado.

A manifestação do dia 7 pretende chamar atenção para esses casos e pressionar autoridades por medidas mais eficazes de proteção e prevenção.

Com informações de Metrópoles

Desembargador aposentado e líder dos caminhoneiros convocam paralisação nacional para 4 de dezembro

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O desembargador aposentado Sebastião Coelho e o representante da União Brasileira dos Caminhoneiros (UBC), conhecido como Chicão Caminhoneiro, anunciaram nesta terça-feira (2.dez.2025) uma paralisação de caminhoneiros em todo o país. A mobilização está marcada para começar na quinta-feira (4.dez.2025).

O comunicado foi feito em vídeo divulgado nas redes sociais. Segundo os organizadores, ainda nesta semana será protocolado um pedido na Justiça para dar respaldo legal ao movimento.

Reivindicações

A pauta inclui melhorias nas condições de trabalho da categoria e anistia ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e aos investigados pelos atos de 8 de Janeiro. Entre as demandas específicas dos caminhoneiros estão:

  • estabilidade contratual;
  • cumprimento de leis já existentes para o setor;
  • reestruturação do Marco Regulatório do Transporte de Cargas;
  • aposentadoria especial após 25 anos de atividade comprovada.

Coelho, aliado de Bolsonaro, disse que o objetivo principal é pressionar o Congresso Nacional pela concessão de uma “anistia ampla, geral e irrestrita” aos envolvidos nos eventos de 8 de Janeiro. Ele declarou que a paralisação “é o caminho que restou” depois de outras tentativas sem sucesso.

Estrutura da mobilização

De acordo com o desembargador, a greve deve começar por setores específicos e se expandir gradualmente. “Não deve ser total logo de início”, afirmou. A estratégia é que líderes de segmentos diferentes convoquem suas bases e, em seguida, outros grupos se juntem ao movimento.

Chicão Caminhoneiro acrescentou que o desembargador oferecerá suporte jurídico durante toda a paralisação: “Teremos o amparo necessário dentro da legalidade”, declarou.

A categoria foi responsável, em 2018, por uma greve de dez dias que provocou desabastecimento de combustíveis e alimentos em diversas regiões do país.

Com informações de Poder360

Padilha diz que plano para plataforma de apostas da Caixa era apenas especulação

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O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou nesta quarta-feira (3.dez.2025) que o suposto projeto da Caixa Econômica Federal para lançar uma casa de apostas on-line não passa de “especulação” veiculada pela imprensa. “Vou até ligar para o presidente da Caixa. Não conheço nenhum projeto concreto de lançar algo assim”, declarou, acrescentando que atividades de apostas podem causar compulsão e “destruição de famílias”.

Autorização oficial existe desde julho

Apesar da declaração, a Caixa Loterias S.A. obteve em julho autorização da Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda (SPA-MF) para operar apostas de quota fixa, modelo usado pelas plataformas conhecidas como bets. A permissão foi concedida pela Portaria SPA/MF nº 1.665, publicada no Diário Oficial da União, e abrange as marcas BetCaixa, Megabet e XBet Caixa. O secretário de Prêmios e Apostas, Regis Dudena — que acompanhava Padilha durante a entrevista — assinou o ato.

Em 30.set.2024, o presidente da Caixa, Carlos Vieira, disse ao Poder360 que todas as iniciativas da estatal são alinhadas ao Palácio do Planalto. Meses antes, em mar.2024, ele projetou arrecadação de R$ 18 bilhões em dois anos com a entrada no mercado de apostas esportivas.

Monitoramento de apostadores

Padilha anunciou que o governo vai acompanhar, via CPF, frequência e volume de apostas dos brasileiros. Um acordo de cooperação técnica foi assinado com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, para integrar ações de prevenção à dependência. Empresas do setor deverão consultar o Sistema de Gestão de Apostas (Sigap), desenvolvido pelo Serpro, para registrar dados como tempo de uso, número de plataformas, valor apostado, perdas e dias de atividade no mês.

Autoexclusão e restrições

Está disponível desde 1º.dez.2025 uma plataforma de autoexclusão no portal gov.br. Usuários podem bloquear o próprio acesso por períodos de 1 a 12 meses, escolhendo entre motivos como dificuldades financeiras ou recomendação profissional. O bloqueio é irrevogável durante o prazo escolhido.

Decisão recente do Supremo Tribunal Federal proibiu beneficiários do Bolsa Família e do BPC de realizarem apostas de quota fixa. As operadoras devem cruzar CPFs com a base de dados governamental e impedir o cadastro desses usuários.

Outras medidas de controle

Dudena informou que o governo já determinou regras para meios de pagamento, combate à lavagem de dinheiro e firmou 13 acordos de cooperação nos últimos 12 meses com entidades como Anatel e Febraban, para reforçar a fiscalização do setor.

Com informações de Poder360

Malásia autoriza nova busca pelo MH370; operação recomeça em 30 de dezembro

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Quem: Governo da Malásia e empresa norte-americana Ocean Infinity.

O quê: Retomada das buscas pelo voo MH370, da Malaysia Airlines, desaparecido em 2014.

Quando: A nova operação está marcada para começar em 30 de dezembro de 2025 e terá duração inicial de 55 dias.

Onde: Sul do Oceano Índico, em uma área de aproximadamente 15.000 km².

Como: A Ocean Infinity atuará sob contrato no find, no fee; receberá US$ 70 milhões apenas se localizar os destroços.

Detalhes da missão

De acordo com anúncio feito nesta quarta-feira (3.dez.2025), a Ocean Infinity concentrará seus equipamentos em zonas apontadas por novos cruzamentos de dados de satélite, estudos de deriva de destroços e análises de especialistas. A companhia afirma que utilizará tecnologias atualizadas e modelos de análise aprimorados para aumentar as chances de êxito.

Histórico do desaparecimento

O Boeing 777 saiu de Kuala Lumpur rumo a Pequim em 8 de março de 2014. Quarenta e nove minutos após a decolagem, o transponder foi desligado e radares militares mostraram mudança de rota em direção ao sul do Índico. A bordo estavam 227 passageiros e 12 tripulantes, totalizando 239 pessoas.

Tentativas anteriores

Entre 2014 e 2017, Austrália, Malásia e China conduziram a maior varredura subaquática já realizada, cobrindo cerca de 119.000 km² sem encontrar o avião. Uma parte da asa foi achada na Ilha Reunião, em 2015, e outros fragmentos chegaram a praias da África Oriental nos anos seguintes.

Em 2018, a própria Ocean Infinity realizou uma busca adicional, também sem sucesso.

Investigações

Inquéritos oficiais descartaram participação de passageiros ou tripulantes e indicaram possível interferência ilegal. Concluiu-se que os sistemas de comunicação foram desligados intencionalmente antes do avião desaparecer dos radares civis.

A nova missão representa a primeira tentativa de localizar a aeronave em quase sete anos e reacende as esperanças de descobrir o que ocorreu com o voo MH370.

Com informações de Poder360

Lula recorda prisão, recusa de tornozeleira e alfineta Bolsonaro durante evento no Ceará

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quarta-feira, 3 de dezembro de 2025, em cerimônia no Ceará, que rejeitou proposta para deixar a prisão em 2018 usando tornozeleira eletrônica. Sem citar nomes, o petista ironizou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), atualmente detido por violar o mesmo tipo de equipamento.

“Eu poderia ter saído do Brasil, poderia ter ido a uma embaixada, mas sou teimoso. Fui para a Polícia Federal, fiquei 580 dias lá. Ofereceram acordo para eu sair com tornozeleira eletrônica. Disse que não era pombo-correio e não queria tornozeleira. Não trocaria minha liberdade; sairia inocente. E cá estou eu, presidente da República pela terceira vez”, declarou Lula.

Bolsonaro e a tornozeleira

Bolsonaro foi preso após danificar o dispositivo de monitoramento; ele admitiu ter usado ferro de solda para comprometer o aparelho, ato interpretado como tentativa de fuga ou obstrução de justiça. Em 2024, o ex-mandatário chegou a cogitar pedir asilo em embaixada estrangeira como parte de sua estratégia de defesa.

Contexto da fala

Lula discursou durante a entrega das Carteiras Nacionais Docentes do Brasil e de equipamentos do programa Mais Professores, iniciativa que reconhece e beneficia profissionais da educação.

Prisão de 2018

O presidente relembrou a condenação de 2018 por corrupção passiva e lavagem de dinheiro no âmbito da Operação Lava Jato, decisões que o mantiveram preso por 580 dias. Ele destacou que os tribunais superiores posteriormente anularam as sentenças por falta de provas, restabelecendo seus direitos políticos.

“Me prenderam em 2018 para eu não voltar a pensar em ser presidente. Diziam que eu era o maior ladrão do mundo, mas o maior carinho que recebi foi das mulheres do Ceará erguendo cartazes: ‘Lula ladrão roubou meu coração’”, afirmou.

Com informações de Poder360

Receita aponta demora estatal no combate a fraudes no setor de combustíveis

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Brasília — O secretário especial da Receita Federal, Robinson Barreirinhas, declarou nesta quarta-feira (3.dez.2025) que o poder público levou anos para enfrentar as fraudes praticadas por organizações criminosas no mercado de combustíveis. Segundo ele, “todo mundo sabia o que estava acontecendo”, mas faltou reação à altura.

A afirmação foi feita durante o seminário “Combate ao crime organizado: combustível legal em defesa da economia brasileira”, promovido pelo Instituto Combustível Legal (ICL) em Brasília, com apoio do Poder360.

Estrutura sofisticada

Barreirinhas relatou que o esquema envolve financiamento, lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio. “Há toda uma infraestrutura criminológica”, disse. Ele comparou o modelo a redes utilizadas também nos segmentos de jogos, apostas e cigarros.

Uso de fintechs

O secretário destacou que fintechs têm sido empregadas para movimentar recursos ilícitos. A Operação Carbono Oculto identificou a apropriação de etapas de importação, produção, distribuição e venda de combustíveis por criminosos, que se valeram de regras mais flexíveis aplicadas a essas empresas de tecnologia financeira. Uma dessas fintechs, mencionou, funcionava como “banco paralelo” para organizações como o Primeiro Comando da Capital (PCC).

Alcance internacional

Barreirinhas afirmou que o crime tributário ultrapassou fronteiras e defendeu maior integração com o Judiciário para evitar decisões que possam comprometer operações, citando liminares que já resultaram na liberação de cargas de combustível apreendidas.

Outros setores na mira

Jogos, apostas e, principalmente, a produção de cigarros também são alvo de investigação. Ele estimou que pelo menos R$ 10 bilhões serão sonegados apenas na cadeia do tabaco. Conforme o secretário, no ano passado, só em fevereiro a Receita apreendeu mais de 150 milhões de maços de cigarros e mais de 4 milhões de cigarros eletrônicos.

Projeto de lei

O debate ocorre enquanto o governo Lula pressiona pela aprovação do Projeto de Lei do Devedor Contumaz, que cria critérios para punir empresas que acumulam dívidas tributárias de forma deliberada. O líder do PT na Câmara, deputado Lindbergh Farias (RJ), pediu votação imediata. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que a medida é essencial para separar contribuintes regulares de quem faz da inadimplência um modelo de negócio. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), designou o deputado Antonio Carlos Rodrigues (PL-SP) relator da proposta.

Programação do seminário

O encontro começou às 9h, com exposição de Emerson Kapaz, presidente do ICL. No primeiro painel, participaram Barreirinhas e o secretário nacional de Segurança Pública, Mario Sarrubbo. O segundo painel reuniu os deputados Alceu Moreira (MDB-RS), Danilo Forte (União Brasil-CE), Domingos Sávio (PL-MG), Flávio Nogueira (PT-PI) e o senador Efraim Filho (União Brasil-PB), relator do PLP 125/2022 no Senado.

A gravação integral do evento será disponibilizada no canal do Poder360 no YouTube.

Com informações de Poder360

Maduro reforça segurança diante do temor de intervenção militar dos EUA

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O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro (PSUV), ampliou o esquema de proteção pessoal nos últimos meses, em resposta à possibilidade de uma ação militar dos Estados Unidos contra seu governo, que já dura 12 anos.

Segundo pessoas próximas ao Palácio de Miraflores, o líder chavista passou a trocar regularmente de local para dormir e de telefone celular. Ele também reforçou a equipe de segurança com guarda-costas e oficiais de inteligência vindos de Cuba, na tentativa de minimizar riscos de traição interna.

As precauções começaram em setembro, quando a Casa Branca enviou navios de guerra ao Mar do Caribe e realizou bombardeios contra embarcações suspeitas de envolvimento com o tráfico de drogas. Nas últimas oito semanas, a presença militar norte-americana na região passou a incluir o porta-aviões USS Gerald R. Ford, ao menos dez outros navios, um submarino nuclear e caças F-35. O Pentágono sustenta que as operações têm foco na interdição do narcotráfico, mas analistas apontam que o poder de fogo empregado supera o padrão dessas missões.

O presidente dos EUA, Donald Trump (Partido Republicano), acusa Maduro de comandar um “cartel narcoterrorista” que levaria drogas ao território norte-americano. Em 22 de novembro, os dois presidentes conversaram por telefone e discutiram a possibilidade de um encontro. Trump ofereceu salvo-conduto para que Maduro e seus aliados deixassem a Venezuela caso ele renunciasse.

No sábado, 29 de novembro de 2025, o governo norte-americano passou a considerar o espaço aéreo da Venezuela fechado, medida que aumentou as expectativas de uma intervenção. Três dias depois, em 3 de dezembro, o clima de tensão levou Caracas a intensificar ainda mais a segurança presidencial.

Com informações de Poder360

Marcela Tomaszewski divulga fotos de hematomas e supostas mensagens com Dado Dolabella

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São Paulo — A modelo Marcela Tomaszewski, 25, tornou públicas nesta quarta-feira (3/12) novas imagens que, segundo ela, registram agressões físicas, emocionais e psicológicas sofridas durante o relacionamento com o ator Dado Dolabella, 42.

Nos stories do Instagram, Marcela exibiu fotografias de hematomas pelo corpo e capturas de tela de conversas mantidas com o ex-namorado e com amigas. “Decidi reunir algumas imagens e conversas que mostram o que vivi, não só as agressões físicas, mas também as emocionais e psicológicas que começaram muito antes”, escreveu.

Conversas reveladas

Entre as mensagens exibidas, há um diálogo de 1º de outubro em que a modelo avisa num grupo de amigas: “Amigas, estou chorando. Ele gritou comigo real”. Em outra troca, ela envia fotos dos machucados logo após uma suposta agressão.

Em 25 de outubro, já após o caso ganhar repercussão, Dolabella teria sugerido: “É só a gente postar fazendo alguma coisa agora de boa”. Marcela rebate: “Não tem como acalmar, olha o que estão falando. Até quando essa farsa”. O ator responde: “Você poderia fazer isso [o post]? Não é farsa. Eu não queria que nada disso tivesse acontecido”.

A modelo também afirma que chegou a ser chamada de “vagabunda” e que sua mãe foi ofendida por consumir carne. No dia 27 de outubro, ela envia ao então companheiro novas imagens de hematomas: “Vou ter que ir com uma roupa toda fechada. Tô assustada. Que inferno. Está ficando pior”. Dolabella questiona: “Amor. Você está passando Arnica?”.

Medida protetiva

Em novembro, Marcela solicitou e obteve medida protetiva contra Dado Dolabella, depois de registrar boletim de ocorrência. À época, a defesa do ator declarou que aguardava a decisão judicial.

Procurada pela reportagem para comentar a divulgação dos novos prints, a equipe de Dado Dolabella não se manifestou até a publicação desta matéria.

Com informações de Metrópoles

Equilíbrio entre risco e retorno é crucial para fortalecer a carteira de investimentos

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Não existe atalho para multiplicar o patrimônio de forma consistente. Especialistas em finanças reiteram que a construção de uma carteira sólida depende do equilíbrio entre risco e retorno, sempre alinhado ao perfil e ao prazo de cada investidor.

Risco, nesse contexto, é a possibilidade de o resultado ficar diferente do planejado, enquanto retorno representa o ganho esperado ao aplicar recursos. O desafio é ajustar esses dois elementos à realidade de quem investe e evitar soluções fáceis ou modismos que prometem lucro rápido.

Buscar apenas altas rentabilidades pode levar a decisões precipitadas diante de eventos inesperados, comprometendo ganhos iniciais. Por outro lado, fugir totalmente do risco tende a limitar o potencial de rendimento e dificultar o alcance de metas de longo prazo.

O equilíbrio acontece quando cada aporte considera o perfil de tolerância ao risco, o prazo e o objetivo financeiro. Diligência, revisão periódica da carteira e paciência figuram entre os pilares desse processo, potencializado pelo tempo a favor dos juros compostos.

Especialistas destacam que o risco deve ser medido não pela volatilidade dos ativos, mas pela chance de não cumprir metas. Ignorar qualquer exposição pode, paradoxalmente, representar o maior risco, sobretudo quando o horizonte de investimento é extenso. Um exemplo: quem pretende comprar um imóvel em 15 anos e opta apenas por aplicações de liquidez diária e baixa volatilidade pode não acumular o montante necessário.

Planejar investimentos a partir de objetivos, e não apenas de receios, ajuda a definir a proporção ideal entre segurança e crescimento. Isso inclui reconhecer riscos de mercado—como liquidez e crédito—e fatores comportamentais que influenciam decisões financeiras.

Construir um portfólio alinhado a projetos pessoais exige autoconhecimento, diversificação e escolhas fundamentadas. Ajustes devem ser feitos sempre que necessário, para manter a carteira preparada diante de diferentes cenários.

Nos próximos conteúdos, especialistas abordarão estratégias para proteger o patrimônio em períodos de volatilidade, reforçando a importância de atenção redobrada e busca de oportunidades quando o mercado oscila.

Com informações de Metrópoles