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STF já condenou 810 pessoas pelos ataques de 8 de Janeiro

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O Supremo Tribunal Federal (STF) contabiliza 810 condenações vinculadas aos atos extremistas de 8 de Janeiro de 2023, que depredaram as sedes dos Três Poderes, em Brasília. O balanço foi divulgado na terça-feira, 16 de dezembro de 2025, após o encerramento do julgamento do último grupo de réus.

Das sentenças proferidas, 395 envolvem crimes classificados como graves, enquanto 415 referem-se a infrações de menor potencial ofensivo. Até agora, 14 pessoas foram absolvidas e 346 ações penais permanecem na etapa final de julgamento.

Volume de processos e acordos

Desde o início das investigações, o STF abriu 1.734 ações penais ligadas aos ataques, abrangendo participação em multidão, financiamento, apoio ao golpe militar e presença em acampamentos. Entre esses processos, 619 tratam de crimes como organização criminosa, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito e dano qualificado, e 1.115 dizem respeito a delitos menos graves, como incitação à animosidade e associação criminosa.

A Corte também homologou 564 Acordos de Não Persecução Penal (ANPP), que destinaram R$ 3.022.413 ao ressarcimento dos prejuízos ao patrimônio público. Desse total de responsabilizações, 45% ocorreram via ANPP. Condenações por crimes leves representam 31% dos casos, com penas de até 2 anos e 6 meses; já as sentenças por infrações graves são 24% do total, e apenas 20% delas ultrapassam 12 anos de prisão.

Além dos processos em andamento no Plenário, há 98 denúncias ofertadas ainda na fase de defesa prévia, principalmente contra supostos financiadores dos atos.

Quatro núcleos de acusação

O STF dividiu as investigações em quatro núcleos:

Núcleo 1 (AP 2668) – apontado como centro da articulação golpista (8 réus): Alexandre Ramagem, Almir Garnier, Anderson Torres, Augusto Heleno, Jair Bolsonaro, Mauro Cid, Paulo Sérgio Nogueira e Walter Braga Netto.

Núcleo 2 (AP 2693) – acusado de disseminar desinformação e atacar instituições (6 réus): Fernando de Sousa Oliveira, Filipe Garcia Martins Pereira, Marcelo Costa Câmara, Marília Ferreira de Alencar, Mário Fernandes e Silvinei Vasques.

Núcleo 3 (AP 2696) – ligado a investidas contra o sistema eleitoral e preparação de ruptura institucional (10 réus): Bernardo Romão Correa Netto, Fabrício Moreira de Bastos, Márcio Nunes de Resende Jr., Hélio Ferreira Lima, Rafael Martins de Oliveira, Rodrigo Bezerra de Azevedo, Ronald Ferreira de Araújo Jr., Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros, Wladimir Matos Soares e Estevam Cals Theophilo Gaspar de Oliveira.

Núcleo 4 (AP 2694) – também acusado de propagar desinformação e incitar ataques às instituições (7 réus): Ailton Moraes Barros, Ângelo Denicoli, Giancarlo Rodrigues, Guilherme Almeida, Reginaldo Abreu, Marcelo Bormevet e Carlos Cesar Moretzsohn Rocha.

Sessões de julgamento

Para analisar os quatro núcleos, o STF realizou 21 sessões distribuídas em 12 datas nos últimos quatro meses. Nesse período, 31 acusados foram julgados, com a participação de 127 advogados e a oitiva de 154 testemunhas — oito de acusação e o restante indicadas pelas defesas.

Entre os 31 réus, 25 receberam condenação integral conforme pedido da Procuradoria-Geral da República; dois foram condenados parcialmente por organização criminosa e tentativa de abolição do Estado Democrático de Direito; em outros dois casos houve reclassificação para crimes menos graves, abrindo espaço para ANPP; e dois acusados foram absolvidos.

O saldo mostra que o tribunal segue avançando na responsabilização penal pelos ataques, enquanto ainda restam centenas de processos à espera de decisão final.

Com informações de Poder360

Pesquisa indica que 47% rejeitam redução de penas prevista no PL da Dosimetria

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Levantamento Genial/Quaest divulgado nesta quarta-feira (17/12) mostra que 47% dos brasileiros se posicionam contra o Projeto de Lei 2.162/2023, conhecido como PL da Dosimetria, que prevê diminuição das penas para condenados pelos atos de 8 de Janeiro, entre eles o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

De acordo com a pesquisa, 24% apoiam a redução das penas, 19% defendem punições ainda mais duras e 10% não souberam opinar.

Conhecimento sobre a proposta

O estudo revela que 53% dos entrevistados desconheciam a aprovação do texto na Câmara dos Deputados; 47% estavam cientes do avanço da matéria.

Objetivo do projeto

Questionados sobre a abrangência do PL, 58% afirmaram que a medida foi pensada para beneficiar exclusivamente Bolsonaro, enquanto 30% acreditam que vale para todos os condenados. Outros 12% não responderam.

Anistia aos envolvidos

Em relação a uma possível anistia aos condenados, 44% declararam-se contrários, 36% defendem o perdão para todos, incluindo o ex-presidente, 10% são favoráveis apenas aos manifestantes do 8 de Janeiro e 10% não souberam responder.

Metodologia

A Genial/Quaest ouviu 2.004 brasileiros com 16 anos ou mais, entre 11 e 14 de dezembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais.

Tramitação no Senado

Depois de passar pela Câmara, o projeto está em análise no Senado. O relator, senador Esperidião Amin (PP-SC), ajustou o texto para restringir a redução de penas somente aos condenados pelos atos de 8 de Janeiro. A votação em plenário está prevista para ocorrer ainda nesta quarta-feira (17/12).

Com informações de Metrópoles

Pesquisa indica avanço na qualidade das rodovias em 2025, mas 62% permanecem com deficiências

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A edição 2025 da Pesquisa de Rodovias da Confederação Nacional do Transporte (CNT) mostra redução na fatia de trechos classificados como ruins ou péssimos, que passou de 26,6% para 19,1%, o equivalente a 21.804 quilômetros. Apesar da melhora, 62,1% da malha avaliada ainda apresenta algum tipo de problema — somando as categorias regular, ruim e péssimo.

A condição regular manteve-se praticamente estável e representa 43% dos segmentos analisados, ou 49.092 quilômetros.

Custo logístico em alta

De acordo com a CNT, a qualidade do pavimento encarece em média 31,2% os custos operacionais do transporte rodoviário no país. Nas rodovias administradas pelo poder público, o impacto médio chega a 35,8%. Nas vias concedidas à iniciativa privada, o aumento é menor, de 18,4% em relação a um piso considerado ótimo.

A precariedade das estradas também provoca consumo extra estimado em 1,2 bilhão de litros de diesel por ano, gerando desperdício financeiro calculado em R$ 7,2 bilhões. Segundo a entidade, o montante poderia ser aplicado em políticas de transição energética, como renovação de frota e aquisição de caminhões elétricos ou movidos a combustíveis renováveis.

Renovação da frota

Com os R$ 7,2 bilhões citados, seria possível introduzir 7.023 caminhões da fase P-8 do Proconve na frota nacional, aponta a CNT. Em 2024, cerca de 300 mil caminhões e 25 mil ônibus em circulação tinham idade média superior a 20 anos e pertenciam à fase P-4, cujo limite de emissões de material particulado é 15 vezes maior que o da etapa mais recente.

Impacto em acidentes

Entre 2016 e julho de 2025, a Polícia Rodoviária Federal registrou 697.435 acidentes nas rodovias federais. O custo econômico desses sinistros foi estimado em R$ 149,6 bilhões, valor que engloba atendimento de emergência, danos a veículos, perdas de carga, interrupções no tráfego e impactos sociais, como afastamentos do trabalho e invalidez permanente.

A CNT observa que, embora parte dos acidentes decorra de falha humana, melhores condições de pavimento, sinalização e dispositivos de segurança poderiam atenuar a gravidade dos sinistros.

Com informações de Poder360

Lula diz que governo ainda não encontrou narrativa para divulgar conquistas

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Brasília – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quarta-feira, 17 de dezembro de 2025, que o governo ainda não conseguiu construir a “narrativa correta” para apresentar ao público os resultados da gestão.

“Tenho a impressão de que o povo ainda não sabe. Nós ainda não conseguimos a narrativa adequada para divulgar as conquistas do governo”, declarou durante a última reunião ministerial do ano, realizada na Granja do Torto, em Brasília.

Reforço na comunicação

Lula pediu aos ministros que ampliem a divulgação de avanços em áreas como economia, educação, saúde, transporte, inclusão social, igualdade racial e políticas para mulheres. Segundo o presidente, é necessário mostrar “o que aconteceu antes de nós e o que acontece quando chegamos ao governo”.

2026 como “ano da verdade”

O chefe do Executivo classificou 2026 como o “ano da verdade”, quando, segundo ele, ficará claro “quem é quem e quem faz o quê” no país. Lula disse que cada ministro e cada partido representado no governo terá de se posicionar no processo eleitoral do próximo ano. “Será inexorável”, afirmou.

Reunião ministerial

O encontro reúne todos os ministros e marca a terceira reunião ministerial de 2025. Além de abrir os trabalhos, Lula deve encerrar a sessão, que se estende por várias horas. Depois do presidente, falaram o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB); o ministro da Casa Civil, Rui Costa, que apresentou dados sobre infraestrutura; e a ministra de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann (PT), responsável por traçar o panorama político e a relação com Câmara e Senado.

Também estavam previstos pronunciamentos de integrantes do núcleo político, entre eles Fernando Haddad (Fazenda) e Sidônio Palmeira (Secretaria de Comunicação Social).

Saída de ministros para a eleição

Metade da equipe ministerial deve deixar os cargos até abril de 2026 para disputar vagas eletivas. São cotados para sair Rui Costa, Gleisi Hoffmann, Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário), Luiz Marinho (Trabalho) e Wolney Queiroz (Previdência).

A reunião serve ainda para fazer um balanço dos quase três anos de governo e alinhar a estratégia política para o período eleitoral. Após a agenda oficial, está prevista uma confraternização.

Com informações de Poder360

Influenciadoras especulam sobre sexualidade de Ana Castela e geram pedido de desculpas público

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Um vídeo publicado no TikTok por Vivi Wanderley, Isadora Raymundi, Duda Wilken e Gabi Medina provocou polêmica nas redes ao levantar, sem provas, a orientação sexual de uma artista cujo nome foi ocultado na gravação. Seguidores identificaram a cantora Ana Castela como o alvo dos comentários.

No trecho que viralizou, Duda Wilken afirma: “Tenho certeza que [nome censurado] é sapatão”. Vivi Wanderley concorda em seguida: “Meu Deus, isso é verdade. Meu gaydar apita também”. A exposição motivou críticas imediatas à atitude do grupo.

Diante da repercussão, Vivi Wanderley fez uma transmissão ao vivo para se desculpar. Ela relatou ter enviado mensagem direta a Ana Castela e garantiu que ambas já esclareceram o caso. “De maneira alguma quis te ofender. Errei demais em ter concordado e participado disso”, declarou a influenciadora.

Vivi também admitiu incoerência, lembrando que no passado defendeu o então namorado Juliano Floss – hoje companheiro de Marina Sena – de especulações semelhantes: “Sempre defendi com unhas e dentes. Então, realmente fui uma pessoa muito hipócrita”.

A discussão ganhou novo capítulo quando o cantor Zé Felipe, atual namorado de Ana Castela, publicou foto ao lado da artista para ironizar os boatos: “Ela não é sapatão. Beijo!”. O gesto ajudou a encerrar o assunto em tom de deboche.

Esta não é a primeira vez que a sertaneja comenta sobre o tema. Em 2023, ela já havia negado interesse por mulheres após o término com Gustavo Mioto.

Com informações de Metrópoles

CCJ do Senado nega pedido de adiamento e mantém análise do PL da Dosimetria

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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado recusou, na manhã desta quarta-feira (17/12), os requerimentos que solicitavam o adiamento da discussão do Projeto de Lei da Dosimetria. As solicitações foram apresentadas pelo senador Rogério Carvalho (PT-SE) e apoiadas por parlamentares da base governista.

Com a decisão, o parecer do relator, senador Esperidião Amin (PP-SC), segue para votação no colegiado. Antes de levar o texto à CCJ, Amin incluiu emenda que restringe a possibilidade de redução de penas exclusivamente aos condenados pelos atos de 8 de Janeiro, entre eles o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

O ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD-MG), um dos articuladores da proposta, defendeu o avanço da matéria. “Precisamos fazer o que precisa ser feito e eu considero que o que está nesse projeto dá um caminho seguro. Não se trata de uma anistia”, declarou.

Se aprovado na CCJ, o projeto estará apto a ser apreciado em plenário. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), informou que pretende colocar o texto em votação ainda nesta quarta-feira.

O PL da Dosimetria chegou ao Senado após aprovação na Câmara dos Deputados na semana passada, mesmo sob resistência da base governista. No Senado, legendas de centro e esquerda, como MDB e PT, articulam para tentar impedir a tramitação.

Com informações de Metrópoles

Governo autoriza IBGE a contratar até 39 mil servidores temporários

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) recebeu autorização oficial para selecionar até 39.108 trabalhadores por prazo determinado. A portaria que libera as contratações foi publicada no Diário Oficial da União na manhã desta quarta-feira, 17 de dezembro de 2025.

Assinado pela ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet (MDB), e pela ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, o ato normativo atende às demandas operacionais do Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola 2025 e do Censo da População em Situação de Rua.

Do total de vagas, 27.330 serão destinadas a recenseadores, responsáveis pela coleta de dados em campo. O restante contempla funções como analista censitário, agente censitário supervisor, agente operacional regional, profissionais de apoio administrativo, especialistas em informática e supervisores de qualidade.

A seleção ocorrerá por meio de processo seletivo simplificado, com edital a ser divulgado em até seis meses a partir da data da portaria. O IBGE deverá observar as normas de reserva de vagas e políticas de inclusão previstas na legislação.

Os contratos seguirão as regras da Lei nº 8.745, de 1993, incluindo possibilidade de prorrogação conforme a necessidade de conclusão dos trabalhos. A remuneração será definida pelo próprio instituto, levando em conta a relevância e a complexidade de cada posto.

As despesas com as contratações correrão à conta do grupo “Outras Despesas Correntes” e dependerão da comprovação de adequação orçamentária e financeira à Lei Orçamentária Anual e à Lei de Diretrizes Orçamentárias.

Com informações de Poder360

Fifa anula três jogos e aplica multa de 350 mil francos suíços à Malásia por fraude de nacionalidade

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A Federação Internacional de Futebol (Fifa) confirmou nesta terça-feira a anulação de três partidas da seleção da Malásia após constatar fraude de nacionalidade na inscrição de atletas naturalizados. A decisão também converte os resultados em derrotas por W.O. e impõe sanções financeiras à Federação de Futebol da Malásia (FAM) e aos jogadores envolvidos.

A investigação apontou que documentos adulterados foram enviados à entidade para comprovar a elegibilidade dos atletas. Com a irregularidade confirmada, a Fifa invalidou o empate por 1 a 1 com Cabo Verde, em maio de 2025, além das vitórias sobre Singapura, em 4 de setembro, e sobre a Palestina, em 8 de setembro do mesmo ano. Todos os confrontos passam agora a ser contabilizados como derrotas automáticas da Malásia.

Sete jogadores foram suspensos por 12 meses e multados em 2 mil francos suíços cada. Já a FAM recebeu multa de 350 mil francos suíços, montante que ultrapassa R$ 2 milhões, além de outra penalidade superior a 10 mil francos suíços relacionada às partidas anuladas.

Com informações de Metrópoles

Dieta “GLP-1 friendly” prioriza saciedade e auxilia no controle do açúcar no sangue, afirma médico

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Um padrão alimentar que estimula a produção natural do hormônio GLP-1 tem chamado a atenção de quem busca perder peso sem aderir a restrições extremas. A proposta, batizada de GLP-1 friendly, foi detalhada pelo coloproctologista Danilo Munhóz, que destaca o papel da dieta na redução da fome e na estabilização da glicose.

O que é o hormônio GLP-1

Produzido pelo intestino toda vez que se ingere comida, o peptídeo semelhante ao glucagon 1 (GLP-1) envia sinais de saciedade ao cérebro, desacelera a digestão e contribui para manter os níveis de açúcar controlados. “Quando favorecemos essa liberação, diminuímos os picos de fome e reduzimos os lanches fora de hora”, explica o médico.

Três pilares da dieta

O modelo GLP-1 friendly se sustenta em três grupos de nutrientes:

  • Proteínas em todas as refeições, como ovos, peixes, frango, iogurte natural, queijos magros e leguminosas, prolongam a saciedade.
  • Fibras de qualidade, presentes em feijão, lentilha, grão-de-bico, aveia, frutas e vegetais, alimentam a flora intestinal e regulam a absorção de glicose.
  • Gorduras saudáveis, a exemplo de azeite de oliva, abacate e castanhas, completam a refeição e mantêm a sensação de satisfação.

Orientações práticas

Munhóz recomenda aumentar o consumo de fibras de forma gradual, sempre aliado a boa hidratação, para evitar desconfortos como gases. Ele também sugere trocar produtos ultraprocessados por preparações simples, medida que, segundo o especialista, melhora rapidamente a saciedade e o controle glicêmico.

Dieta “GLP-1 friendly” prioriza saciedade e auxilia no controle do açúcar no sangue, afirma médico - Imagem do artigo original

Imagem: Internet

Atenção a casos específicos

Pessoas com doenças intestinais, diabetes ou que utilizam medicamentos para controle de glicose ou emagrecimento devem procurar acompanhamento profissional antes de adotar o plano alimentar. “A personalização é o caminho mais seguro quando falamos de saúde intestinal e metabólica”, ressalta o coloproctologista.

Com informações de Metrópoles

CPI do Crime Organizado ouve governador de Santa Catarina nesta quarta-feira

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A CPI do Crime Organizado no Senado recebe, a partir das 9h desta quarta-feira (17.dez.2025), o governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL). Também presta depoimento o secretário catarinense de Segurança Pública, Flávio Rogério Pereira Graff.

Instalada em 4 de novembro, a comissão investiga a expansão de facções criminosas, possíveis vínculos de agentes públicos com essas organizações e falhas nas políticas de segurança. O tema ganhou ainda mais visibilidade após a megaoperação no Rio de Janeiro que resultou em 122 mortes, entre elas cinco policiais.

O relator, senador Alessandro Vieira (MDB-SE), convidou governadores e secretários de Segurança Pública de 11 unidades da Federação. Veja a relação completa:

  • Alagoas – Paulo Dantas (MDB), governador; Flávio Saraiva, secretário de Segurança Pública.
  • Amapá – Clécio Luís (Solidariedade), governador; Cézar Vieira, secretário de Justiça e Segurança Pública.
  • Bahia – Jerônimo Rodrigues (PT), governador; Marcelo Werner Derschum Filho, secretário de Segurança Pública.
  • Ceará – Elmano de Freitas (PT), governador; Antonio Roberto Cesário de Sá, secretário de Segurança Pública e Defesa Social.
  • Distrito Federal – Ibaneis Rocha (MDB), governador; Sandro Torres Avelar, secretário de Segurança Pública.
  • Paraná – Ratinho Júnior (PSD), governador; Hudson Leôncio Teixeira, secretário de Segurança Pública.
  • Pernambuco – Raquel Lyra (PSD), governadora; Alessandro Carvalho Liberato de Mattos, secretário de Defesa Social.
  • Rio de Janeiro – Cláudio Castro (PL), governador; Victor Cesar Carvalho dos Santos, secretário de Segurança Pública.
  • Rio Grande do Sul – Eduardo Leite (PSD), governador; Mario Ikeda, secretário de Segurança Pública.
  • Santa Catarina – Jorginho Mello (PL), governador; Flávio Rogério Pereira Graff, secretário de Segurança Pública.
  • São Paulo – Tarcísio de Freitas (Republicanos), governador; Guilherme Muraro Derrite (PP), deputado e ex-secretário de Segurança Pública.

Os depoimentos devem ajudar a CPI a traçar um panorama nacional sobre o enfrentamento ao crime organizado e avaliar a atuação dos Estados na área de segurança.

Com informações de Poder360