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sábado, janeiro 10, 2026
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PSG encara o Flamengo sem Hakimi e com dúvidas sobre Marquinhos e Dembélé

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Paris Saint-Germain e Flamengo disputam o título da Copa Intercontinental nesta quarta-feira (17/12), às 14h (horário de Brasília). O clube francês terá pelo menos um desfalque certo e dois jogadores sob avaliação médica para a decisão.

Desfalques confirmados e dúvidas

O lateral-direito Achraf Hakimi, eleito o melhor da posição na última edição da Bola de Ouro, está fora da partida devido a uma grave lesão no tornozelo esquerdo.

Além de Hakimi, o PSG monitora a condição de Marquinhos. O zagueiro sofreu uma lesão no quadril na partida contra o Athletic Bilbao, na semana passada, e ainda não teve presença confirmada.

A principal incerteza está em torno de Ousmane Dembélé. Vencedor dos prêmios Bola de Ouro e FIFA The Best, o camisa 10 luta contra sucessivos problemas musculares há três meses. Ele retornou aos treinos com o elenco na terça-feira (16/12) e deve ser relacionado, mas dificilmente iniciará entre os titulares.

Resumo das condições:

  • Hakimi – lesão grave no tornozelo esquerdo – fora.
  • Marquinhos – lesão no quadril – dúvida.
  • Dembélé – desgaste muscular – dúvida.

Situação do Flamengo

Do lado rubro-negro, o departamento médico está vazio. O atacante Pedro, que se recuperava de lesão muscular na coxa, voltou a atuar nos minutos finais da semifinal contra o Pyramids, no sábado (13/12). Já o zagueiro Léo Ortiz havia retomado as atividades nas quartas de final, diante do Cruz Azul.

Com todo o elenco à disposição, o técnico do Flamengo deve repetir a formação utilizada na fase anterior.

Com informações de Metrópoles

Chefe de gabinete diz que Trump tem “personalidade de alcoólatra”

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Washington (EUA) – Uma edição especial da revista norte-americana Vanity Fair, publicada na terça-feira, 16 de dezembro de 2025, trouxe declarações da chefe de gabinete da Casa Branca, Susie Wiles, segundo as quais o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump (Partido Republicano), “tem a personalidade de um alcoólatra”.

Na entrevista assinada por Chris Whipple, Wiles afirmou que conviver com um pai alcoólatra a preparou para lidar com “personalidades fortes”. Ela observou que Trump não consome bebidas alcoólicas, mas “age como se não houvesse nada que ele não possa fazer”.

Wiles também classificou o vice-presidente JD Vance (Republicano) como “teórico da conspiração há uma década”, criticou o empresário Elon Musk pelo desmonte da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USaid) e comentou negativamente a reação inicial da procuradora-geral Pam Bondi à divulgação planejada de arquivos relacionados a Jeffrey Epstein.

Reação da Casa Branca

Horas depois da publicação, Susie Wiles utilizou a rede social X para chamar a reportagem de “desonesta e difamatória” contra ela, o presidente e a equipe do governo, alegando que o texto omitiu contextos importantes para criar “uma narrativa caótica”.

O presidente Trump, em entrevista ao The New York Post também na terça-feira (16.dez), elogiou a chefe de gabinete: “Ela faz um trabalho fantástico”. Disse ainda não se sentir ofendido pela comparação: “Todo mundo sabe que não bebo álcool, mas já falei muitas vezes que, se bebesse, teria grandes chances de me tornar alcoólatra. É a minha personalidade, muito possessiva”. Segundo Trump, ele não leu a matéria da Vanity Fair, mas foi informado de que “os fatos estavam errados” e que o entrevistador “agiu de forma propositalmente equivocada”.

Durante um evento na Pensilvânia, o vice-presidente JD Vance defendeu Wiles, afirmando que ela “nunca foi desleal ao presidente” e a qualificando como “a melhor chefe de gabinete que ele poderia ter”.

Outros integrantes do gabinete se manifestaram em apoio à funcionária, entre eles o secretário do Tesouro, Scott Bessent; o secretário de Guerra, Pete Hegseth; o secretário de Transportes, Sean Duffy; o secretário do Interior, Doug Burgum; e o diretor do FBI, Kash Patel.

A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, também criticou a publicação, classificando-a como “mais uma tentativa de notícias falsas” e afirmando que o repórter “omitiu todas as coisas positivas” ditas sobre o presidente e o funcionamento interno do governo.

Com informações de Poder360

Falha técnica adia para sexta-feira lançamento do Hanbit-Nano em Alcântara

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A empresa sul-coreana Innospace adiou novamente o primeiro lançamento comercial de um foguete a partir do território brasileiro. O voo do Hanbit-Nano, programado para esta quarta-feira, 17 de dezembro de 2025, às 15h45 (horário de Brasília), no Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão, foi remarcado para sexta-feira, 19 de dezembro, no mesmo horário.

De acordo com a companhia, uma anomalia no sistema de resfriamento do fornecimento de oxidante do primeiro estágio foi identificada durante a inspeção final realizada na terça-feira (16.dez), antes da verticalização do veículo. Para substituir os componentes afetados, a Innospace optou por adiar a operação.

O Hanbit-Nano havia sido levado do prédio de integração para a plataforma de lançamento na segunda-feira (15.dez). A empresa informou que não há danos estruturais no foguete e que os reparos podem ser executados com o veículo já instalado na torre, dentro do intervalo de dois dias.

Batizada de Spaceward, a missão marcará o primeiro lançamento comercial de um veículo espacial a partir do CLA. A Força Aérea Brasileira (FAB) classifica a iniciativa como um passo histórico para inserir o país no mercado global de lançamentos orbitais.

O voo levará oito cargas úteis — sete brasileiras e uma estrangeira — que somam 18 kg. Entre elas estão os satélites FloripaSat-2A e FloripaSat-2B, desenvolvidos pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC); um Sistema de Navegação Inercial criado por empresas nacionais; e o satélite educacional Pion-BR2 Cientistas de Alcântara, da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), em parceria com a Agência Espacial Brasileira (AEB), o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e a startup Pion.

Com 21,7 m de altura, 1,4 m de diâmetro e capacidade para colocar até 90 kg em órbita a cerca de 500 km da Terra, o Hanbit-Nano integra uma nova geração de lançadores de pequeno porte. A operação decorre de um edital público aberto pela AEB em 2020 para atrair empresas interessadas em utilizar a base de Alcântara.

Com informações de Poder360

Marcas fora do eixo Rio–SP–DF somam R$ 1,34 trilhão em 2024, diz estudo

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Um levantamento do Cenp (Fórum da Autorregulação do Mercado Publicitário) identificou 370 marcas sediadas fora de Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal que, juntas, registraram faturamento superior a R$ 1,34 trilhão em 2024. O montante representa mais de 10% do Produto Interno Bruto brasileiro do ano passado.

O estudo, batizado de Brasil Plural e elaborado em parceria com a consultoria Troiano Branding, analisou empresas estabelecidas nos 11 estados de maior PIB, excluindo-se os três principais centros econômicos do país. Foram avaliadas marcas de Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Bahia, Goiás, Pará, Mato Grosso, Pernambuco, Ceará e Espírito Santo, unidades federativas que concentram 51% da população nacional.

Critérios de seleção

Foram classificadas como marcas nacionais aquelas que atuam em pelo menos sete estados; as demais, presentes em até seis unidades da Federação, entraram na categoria local. Em ambos os casos, origem, sede e centro operacional precisaram estar no estado de referência.

Os nomes foram extraídos dos rankings Valor 1000 e Exame: Melhores e Maiores, que listam empresas de destaque em receita líquida, desempenho financeiro e sustentabilidade. A pesquisa também considerou a relevância da comunicação com o público e a capacidade de criar vínculo com consumidores.

Setores predominantes

Dos 370 negócios mapeados, 174 pertencem a agronegócio, alimentos, bebidas ou indústria. O agronegócio lidera com 64 marcas, seguido por alimentos e bebidas (58) e indústria em geral (52). O varejo geral aparece com 48 empresas, enquanto o varejo alimentício soma 44.

A maioria é de capital fechado e gestão familiar. No recorte por tipo de público, 45% vendem diretamente ao consumidor final (B2C), 34% fornecem para outras empresas (B2B) e 21% atuam nos dois modelos.

Destaques estaduais

O Cenp selecionou duas marcas por estado — uma local e uma nacional — que aliem elevado faturamento e forte presença de comunicação:

  • Goiás: Comigo (local, agronegócio) e Piracanjuba (nacional, alimentos e bebidas)
  • Mato Grosso: Credisis (local, serviços) e Amaggi (nacional, agronegócio)
  • Bahia: Atakarejo (local, varejo alimentício) e Larco (nacional, energia)
  • Ceará: Grande Moinho Cearense S.A (local, alimentos e bebidas) e Hapvida (nacional, serviços)
  • Pernambuco: Grupo Olho D’Água (local, energia) e Petronac (nacional, energia)
  • Pará: Grupo Líder (local, energia) e Alubar (nacional, indústria)
  • Espírito Santo: Unicafé (local, agronegócio) e Comexport (nacional, logística)
  • Minas Gerais: DMA Distribuidora (local, varejo alimentício) e Localiza & Co (nacional, serviços)
  • Paraná: Grupo Muffato (local, varejo alimentício) e Grupo Boticário (nacional, indústria)
  • Rio Grande do Sul: Zaffari (local, varejo alimentício) e Lojas Renner (nacional, varejo geral)
  • Santa Catarina: Cooperalfa (local, agronegócio) e BRF (nacional, alimentos e bebidas)

De acordo com Regina Augusto, diretora executiva do Cenp, o objetivo do levantamento é traçar um “mapa” das principais marcas que movimentam os mercados locais e nacionais fora do principal eixo econômico do país, destacando como constroem conexões com seus públicos.

Com informações de Poder360

STF condena 29 réus por tentativa de golpe; Bolsonaro recebe 27 anos de prisão

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A 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal concluiu, após quatro meses de sessões, o julgamento de 31 acusados de participação na tentativa de golpe de Estado que se seguiu às eleições de 2022. Entre os réus, 29 foram condenados e dois absolvidos. O ex-presidente Jair Bolsonaro foi apontado como chefe da organização criminosa e recebeu a maior pena: 27 anos e 3 meses de prisão, já cumprida na Superintendência da Polícia Federal em Brasília desde 25 de novembro.

Os ministros avaliaram a atuação dos denunciados em quatro núcleos — Crucial, Gerência, Kids Pretos e Desinformação — e aplicaram penas que variam de 1 ano e 11 meses a 27 anos e 3 meses de reclusão. As condenações contemplam, majoritariamente, cinco crimes: tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, participação em organização criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

Núcleo 1: Crucial

Responsável pelo planejamento do golpe, o grupo teve oito condenados:

• Jair Bolsonaro, ex-presidente: 27 anos e 3 meses de prisão;
• Alexandre Ramagem (PL-RJ), deputado e ex-diretor da Abin: 16 anos, 1 mês e 15 dias;
• Almir Garnier, ex-comandante da Marinha: 24 anos;
• Anderson Torres, ex-ministro da Justiça: 24 anos;
• Augusto Heleno, ex-ministro do GSI: 21 anos;
• Mauro Cid, ex-ajudante de ordens: 2 anos, regime aberto;
• Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa: 19 anos;
• Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil: 26 anos.

Núcleo 2: Gerência

Acusado de sustentar institucionalmente o plano golpista, o núcleo teve cinco condenados e uma absolvição:

• Fernando de Sousa Oliveira, delegado da PF: absolvido;
• Filipe Garcia Martins Pereira, ex-assessor internacional: 21 anos;
• Marcelo Costa Câmara, coronel da reserva e ex-assessor: 21 anos;
• Marília Ferreira de Alencar, delegada da PF: 8 anos e 6 meses;
• Mário Fernandes, general da reserva: 26 anos e 6 meses;
• Silvinei Vasques, ex-diretor da PRF: 24 anos e 6 meses.

Núcleo 3: Kids Pretos

Integrado principalmente por militares, o grupo foi acusado de planejar ataques contra autoridades. Houve nove condenações e uma absolvição:

• Estevam Cals Theophilo, general da reserva: absolvido;
• Bernardo Romão Corrêa Netto, coronel: 17 anos;
• Fabrício Moreira de Bastos, coronel: 16 anos;
• Hélio Ferreira Lima, tenente-coronel: 24 anos;
• Márcio Nunes de Resende Jr., coronel: 3 anos e 5 meses (possibilidade de ANPP);
• Rafael Martins de Oliveira, tenente-coronel: 21 anos;
• Rodrigo Bezerra de Azevedo, tenente-coronel: 21 anos;
• Ronald Ferreira de Araújo Jr., tenente-coronel: 1 ano e 11 meses (possibilidade de ANPP);
• Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros, tenente-coronel: 17 anos;
• Wladimir Matos Soares, agente da PF: 21 anos.

Núcleo 4: Desinformação

Segundo a PGR, o grupo usou a estrutura da Abin para disseminar informações falsas e minar a confiança nas instituições. Todos os sete integrantes foram condenados:

• Ailton Moraes Barros, ex-major: 13 anos e 6 meses;
• Ângelo Denicoli, major da reserva: 17 anos;
• Giancarlo Rodrigues, subtenente: 14 anos;
• Guilherme Almeida, tenente-coronel: 13 anos e 6 meses;
• Reginaldo Abreu, coronel: 15 anos e 6 meses;
• Marcelo Bormevet, agente da PF: 14 anos e 6 meses;
• Carlos Cesar Moretzsohn Rocha, presidente do Instituto Voto Legal: 7 anos e 6 meses, regime semiaberto.

Ao todo, 127 advogados representaram os réus, e 154 testemunhas foram ouvidas em 21 sessões distribuídas por 12 datas. Duas condenações se restringiram aos crimes de organização criminosa e abolição violenta do Estado Democrático de Direito; outras duas tiveram desclassificação para infrações mais leves, abrindo possibilidade de Acordo de Não Persecução Penal.

Com as sentenças proferidas, o processo segue para a fase de execução penal, durante a qual a defesa ainda pode apresentar recursos dentro do próprio STF.

Com informações de Poder360

Erika Hilton promete acionar STF se PL da Dosimetria virar lei

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Brasília, 17.dez.2025 – A deputada federal Erika Hilton (Psol-SP) afirmou na terça-feira (16.dez.2025) que recorrerá ao Supremo Tribunal Federal caso o Projeto de Lei da Dosimetria seja aprovado pelo Senado, receba veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e, posteriormente, tenha esse veto derrubado pelo Congresso Nacional.

Em entrevista ao Poder360, a parlamentar disse esperar que o Palácio do Planalto barre o texto. “Aguardamos o veto do presidente. Se o Congresso o derrubar, teremos de apelar aos guardiões da Constituição, que é o STF”, declarou.

O PL da Dosimetria foi aprovado pela Câmara dos Deputados na madrugada de 10.dez.2025 como alternativa ao PL da Anistia. A proposta reduz as penas de todos os condenados pelos atos de vandalismo de 8 de Janeiro e daqueles responsabilizados pela tentativa de golpe de Estado, entre eles o ex-presidente Jair Bolsonaro. O projeto aguarda análise do Senado.

Questionada sobre a participação do Judiciário em temas legislativos, Hilton afirmou que o Supremo vem atuando para preservar a Constituição diante de um Legislativo que, segundo ela, defende interesses particulares. “No fim do dia, o que o Supremo está fazendo é respeitar a Constituição e fazer cumprir a lei, que muitas vezes o Congresso tenta ignorar para atender a seus próprios interesses”, afirmou.

Com informações de Poder360

Brasil assume liderança mundial na produção de carne bovina em 2025

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17.dez.2025, 5h39 – Dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) apontam que o Brasil encerrou 2025 como o maior produtor global de carne bovina e de vitela, com 12,35 milhões de toneladas métricas em equivalente carcaça. O volume supera o dos Estados Unidos, que registraram 11,81 milhões de toneladas.

Em seguida aparecem China (7,79 milhões de toneladas), União Europeia (6,47 milhões) e Índia (4,63 milhões). A soma mundial alcançou 61,94 milhões de toneladas métricas em 2025.

Projeções para 2026

No relatório “Pecuária e Avicultura: Mercados e Comércio Mundial”, o USDA estima que a produção brasileira recuará 5% no próximo ano, para 11,70 milhões de toneladas. Com isso, o país deverá ficar ligeiramente atrás dos EUA, cuja produção projetada é de 11,71 milhões de toneladas.

A projeção global aponta queda de 1%, para 61 milhões de toneladas em 2026. A expansão prevista para Índia, México, Nova Zelândia e Uruguai não deverá compensar retrações na Austrália, Brasil, China, União Europeia e Estados Unidos.

No caso mexicano, a expectativa é de alta de 5%, atingindo 2,3 milhões de toneladas, impulsionada por restrições norte-americanas à importação de gado vivo após surto de verme-parafuso do Novo Mundo, o que eleva o abate doméstico.

Exportações recordes

Líder nas vendas externas de carne bovina, o Brasil exportou 4,25 milhões de toneladas métricas em 2025, novo recorde do setor. A Austrália ocupou a segunda posição, com 2,18 milhões de toneladas, seguida por Índia (1,61 milhão) e Estados Unidos (1,17 milhão).

Para 2026, o USDA prevê queda de 1% nas exportações globais, para 13,5 milhões de toneladas. Apesar do crescimento esperado nos embarques de Argentina, Índia, Nova Zelândia e México, a redução dos volumes da Austrália, Brasil e Estados Unidos deverá prevalecer.

Com informações de Poder360

PT articula nome alternativo para suceder Fernando Haddad na Fazenda em 2026

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Lideranças do Partido dos Trabalhadores (PT) e integrantes do Palácio do Planalto movimentam‐se nos bastidores para apresentar um nome distinto de Dario Durigan — indicado por Fernando Haddad — ao comando do Ministério da Fazenda a partir de abril de 2026.

Haddad comunicou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva que deixará a pasta até aquele mês para participar da campanha à reeleição do chefe do Executivo. Como sucessor, o ministro sugeriu Durigan, atual secretário‐executivo da Fazenda e seu colaborador desde a época em que chefiou a Prefeitura de São Paulo.

Resistência interna

Apesar da recomendação de Haddad, quadros do PT e alguns ministros argumentam que Durigan não tem ligação orgânica com o partido, o que dificulta sua aceitação. Diante desse cenário, ganhou força a proposta de um “plano B”.

Bruno Moretti entra no radar

O principal nome defendido por alas petistas e por auxiliares do Planalto é o do economista Bruno Moretti, presidente do conselho de administração da Petrobras e secretário especial de Análise Governamental da Casa Civil, comandada por Rui Costa. Servidor de carreira do extinto Ministério do Planejamento, Moretti conta com o apoio de Costa, de outros ministros e é visto com bons olhos por representantes do mercado financeiro.

Se não for escolhido para a Fazenda, interlocutores do governo avaliam que Moretti poderia assumir o Ministério do Planejamento, pasta que ficará vaga com a saída de Simone Tebet, também prevista para abril de 2026.

Argumentos a favor de Durigan

Aliados de Fernando Haddad mantêm a defesa de Durigan. Eles ressaltam que o secretário‐executivo conhece toda a estrutura da Fazenda e garantiria continuidade às políticas em curso. Durigan assumiu o posto em meados de 2023, depois que Gabriel Galípolo foi indicado para a diretoria do Banco Central, e já atuou na Subchefia para Assuntos Jurídicos da Presidência durante o governo Dilma Rousseff.

A escolha final cabe ao presidente Lula, que deverá bater o martelo no início de 2026.

Com informações de Metrópoles

Pesquisa Quaest indica Lula na liderança e aponta Flávio Bolsonaro como adversário mais competitivo

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A nova rodada da pesquisa Genial/Quaest, aplicada entre 11 e 14 de junho com 2.004 entrevistas em todo o país e margem de erro de dois pontos percentuais, traz o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente na disputa presidencial de 2026. Pela primeira vez, o levantamento substituiu Jair Bolsonaro (PL) pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) nos cenários testados.

Cenários de segundo turno

No confronto direto, Lula aparece com 46% das intenções de voto contra 36% de Flávio Bolsonaro. Em outras simulações, o petista marca 45% contra Tarcísio de Freitas (Republicanos) ou Ratinho Júnior (PSD), ambos com 35%. Contra Ronaldo Caiado (União Brasil), Lula tem 44% e o governador de Goiás, 33%. Já frente a Romeu Zema (Novo), o placar é 45% a 33%.

Cenários de primeiro turno

A presença de Flávio Bolsonaro resulta nos seguintes recortes:

Cenário 1 – Lula 39%, Flávio 23%, Ratinho Júnior 13%.

Cenário 2 – Lula 41%, Flávio 23%, Tarcísio 10%.

Cenário 3 – Lula 39%, Flávio 26%, Romeu Zema 6%.

Cenário 4 – Lula 39%, Flávio 27%, Ronaldo Caiado 4%.

Rejeição e percepção do eleitor

Flávio Bolsonaro registra a maior taxa de rejeição entre os nomes testados: 62% dos entrevistados afirmam que não votariam nele “de jeito nenhum”. Outros 13% dizem que votariam e 23% que poderiam votar.

Repercussões políticas e de mercado

O resultado mexeu com o tabuleiro político. Integrantes do Centrão, que contavam com o apoio de eleitores bolsonaristas para alavancar Tarcísio de Freitas, demonstraram preocupação. Parte da mídia alinhada ao governador de São Paulo também reagiu negativamente.

Nos mercados, a Bolsa fechou em queda de 2,41%, aos 158.557 pontos, enquanto o dólar avançou no dia da divulgação dos dados.

Avaliação do governo Lula

A Quaest detectou crescimento da percepção favorável à candidatura à reeleição de Lula. Para 28% dos consultados, a economia melhorou nos últimos 12 meses, quatro pontos a mais que no levantamento anterior.

Com informações de Metrópoles

Lançamento do primeiro foguete comercial no Brasil é adiado para 19 de dezembro

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A decolagem do Hanbit-Nano, primeiro foguete comercial lançado a partir do território brasileiro, não ocorrerá mais nesta quarta-feira (17/12). A empresa sul-coreana Innospace decidiu transferir o voo para a próxima sexta-feira (19/12), às 15h45, na Base de Alcântara, no Maranhão.

Segundo a fabricante, uma inspeção final realizada na terça-feira (16/12) identificou uma anomalia no dispositivo de resfriamento do sistema de suprimento de oxidante. Para garantir a segurança da missão, a peça será substituída antes da nova tentativa.

“Após confirmar a causa e as medidas corretivas, determinou-se alterar a data de lançamento. A troca de componentes do sistema de refrigeração não indica falha estrutural no veículo”, informou a Innospace em comunicado.

O foguete foi levado da área de montagem até a plataforma de lançamento na segunda-feira (15/12). A janela da Operação Spaceward, conduzida pela Força Aérea Brasileira (FAB) e pela Agência Espacial Brasileira (AEB), permanece aberta de 17 a 22 de dezembro.

Antes desse adiamento, o voo já havia sido marcado para 22 de novembro. A operação, coordenada pelo Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA), representa o primeiro lançamento comercial a partir do Brasil e insere o país no mercado global de serviços espaciais.

Com informações de Metrópoles