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terça-feira, dezembro 9, 2025
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Livro lançado em Exeter defende renovação das imagens usadas para narrar a crise climática

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A cidade de Exeter, no Reino Unido, que normalmente chama atenção por seu passado romano e pela Universidade de Exeter, foi palco, ontem, do lançamento do livro The Visual Life of Climate Change, da professora Saffron O’Neill, especialista em comunicação sobre mudanças climáticas.

Na obra, O’Neill analisa o papel e as limitações das fotografias que costumam ilustrar o aquecimento global. Segundo a autora, imagens recorrentes de ursos-polares isolados, incêndios florestais ou chaminés industriais acabam formando um repertório visual estreito e repetitivo, que pode anestesiar o público.

A pesquisadora propõe ampliar o olhar para retratar a complexidade do problema climático. Ela argumenta que fotografias mais variadas podem aproximar o tema de diferentes públicos, conectar assuntos aparentemente distantes e estimular o engajamento.

O livro reúne estudos de caso sobre adaptação climática, energia, ciência, política ambiental e impactos socioambientais. Ao combinar reflexões teóricas com orientações práticas, O’Neill faz um chamado para produções visuais mais diversas, inclusivas, equitativas e responsáveis.

Ao lançar The Visual Life of Climate Change, a autora pretende não apenas esclarecer, mas também mobilizar: mostrar que as imagens podem sensibilizar e impulsionar a ação diante da emergência climática.

Com informações de Metrópoles

Brasileiro entra na lista “Nature’s 10” de 2025 por estratégia inovadora contra a dengue

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Brasília, 9.dez.2025 — A revista científica Nature divulgou na segunda-feira (8.dez.2025) a seleção anual “Nature’s 10” e incluiu o pesquisador brasileiro Luciano Andrade Moreira, do World Mosquito Program (WMP), entre os dez cientistas mais influentes do mundo em 2025.

Moreira foi reconhecido pelo trabalho com mosquitos Aedes aegypti infectados pela bactéria Wolbachia, abordagem que bloqueia a transmissão de dengue, zika e chikungunya. A técnica consiste em liberar insetos portadores da bactéria; ao se reproduzirem, eles disseminam naturalmente o microrganismo e conferem proteção duradoura às populações locais.

Originalmente desenvolvida na Austrália, a metodologia foi adaptada e ampliada no Brasil sob a coordenação de Moreira. Segundo a Nature, o país mantém uma biofábrica capaz de produzir mais de 80 milhões de ovos de mosquitos com Wolbachia por semana, garantindo escala nacional para o projeto.

Lista completa do “Nature’s 10” de 2025

Além de Luciano Andrade Moreira, a publicação mencionou:

Susan Monarez (EUA) — defendeu rigor científico diante de pressões políticas no governo Trump;
Precious Matsoso (África do Sul) — articulou o primeiro acordo global para preparação e resposta a pandemias;
Achal Agrawal (Índia) — denunciou falhas na produção científica do país e impulsionou reformas universitárias;
Liang Wenfeng (China) — criou o DeepSeek, modelo de inteligência artificial de código aberto;
Mengran Du (China) — liderou missão em águas profundas que alcançou 9 mil metros e descobriu novas formas de vida;
Sarah Tabrizi (Reino Unido) — desenvolveu terapia que desacelera a doença de Huntington;
KJ Muldoon (EUA) — primeiro caso aparente de cura por edição genética;
Yifat Merbl (Israel) — identificou função inédita dos proteassomas na produção de peptídeos antimicrobianos;
Tony Tyson (EUA) — idealizou o Observatório Vera Rubin, no Chile.

De acordo com a Nature, o reconhecimento de Moreira ocorre em meio a uma alta global de infecções por arboviroses e reflete a rápida transição de uma inovação de laboratório para aplicação prática na saúde pública.

Com informações de Poder360

Haddad classifica gestão da Receita como “divisor de águas” e destaca reforma tributária

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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta terça-feira (9.dez.2025) que a condução atual da Receita Federal representa “um divisor de águas na história do Brasil”. A declaração foi feita em Brasília, durante o lançamento do Programa de Conformidade Cooperativa Fiscal (Confia).

Haddad elogiou o secretário da Receita, Robinson Barreirinhas, com quem já havia trabalhado na Prefeitura de São Paulo entre 2001 e 2004. Segundo o ministro, a equipe do Fisco entregou uma série de resultados considerados decisivos:

  • reforma tributária com isenção de Imposto de Renda para quem recebe até R$ 5.000 mensais e maior tributação sobre os contribuintes de renda mais alta;
  • aprovação da taxação de fundos offshore e de fundos fechados onshore;
  • definição clara entre custeio e investimento para fins de benefício fiscal;
  • três grandes operações contra o crime organizado nos setores de fumo, bebidas e combustíveis, em parceria com Polícia Federal e Ministério Público.

Projetos em pauta no Congresso

O ministro ressaltou a importância da votação, ainda nesta semana, do PLP 125/2022, que pune o devedor contumaz, e mencionou a possibilidade de a Câmara aprovar também o PLP 108/2024, destinado a criar o Comitê Gestor da reforma tributária.

Programa Confia

Apresentado pela Receita Federal, o Confia estabelece um modelo de relacionamento cooperativo com grandes contribuintes. A adesão é voluntária e depende de critérios como volume de negócios e folha de pagamento. O objetivo, segundo o Fisco, é promover transparência e orientar as empresas, evitando foco exclusivamente punitivo.

Haddad afirmou que o novo ambiente regulatório pretende reduzir o temor dos contribuintes em relação à Receita. “O emaranhado legal não deixava claro o que fazer; agora, cada um saberá exatamente suas obrigações”, disse.

No encerramento, o ministro destacou que, de 2023 a 2025, as iniciativas entregues pela equipe de Barreirinhas não têm “paralelo” na história recente da autarquia.

Com informações de Poder360

Carlos Bolsonaro ataca Centrão um dia após Flávio buscar apoio do bloco

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Brasília – O vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) publicou nesta terça-feira (9/12) uma série de críticas ao Centrão, enquanto o irmão, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), tenta atrair respaldo do mesmo grupo para lançar sua candidatura à Presidência da República em 2026.

No X (antigo Twitter), Carlos alegou que o Centrão “opera para preservar os interesses do mercado financeiro, garantindo lucros astronômicos aos bancos” e sustentando “juros estratosféricos que estrangulam famílias, empresas e governos”. Segundo ele, o discurso de responsabilidade e equilíbrio seria “cortina” para um esquema que “negocia poder, controla verbas e drena recursos”.

Dirigentes pregam moderação

A manifestação do vereador ocorreu após declaração conjunta de Antônio Rueda, presidente do União Brasil, e de Ciro Nogueira, presidente do Progressistas, divulgada logo depois de Flávio anunciar a pré-candidatura. No texto, os dirigentes afirmaram que “em 2026, não será a polarização que construirá o futuro, mas a capacidade de unir forças em torno de um projeto sério, responsável e voltado para os reais interesses do povo brasileiro”.

Jantar de articulação

Na segunda-feira (8/12), Rueda, Nogueira e o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, participaram de um jantar com Flávio Bolsonaro, a pedido do senador. O encontro marcou o início das conversas políticas para viabilizar o nome do filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na disputa pelo Palácio do Planalto.

Preferência por Tarcísio

Lideranças do Centrão ouvidas pelo Metrópoles relatam, contudo, que a candidatura de Flávio não empolga o bloco. O grupo sinaliza preferência pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), como possível sucessor de Jair Bolsonaro na eleição de 2026.

Antes de ser preso no mês passado, o ex-mandatário chegou a dizer a aliados que apoiaria Tarcísio, mas recuou. A falta de entusiasmo do Centrão é vista por interlocutores como um recado claro de que o apoio ao senador não está garantido.

Com informações de Metrópoles

Justiça italiana solicita ao STF detalhes sobre possível prisão de Carla Zambelli

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A Justiça da Itália encaminhou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), uma lista de perguntas sobre o sistema penitenciário brasileiro. As informações solicitadas serão usadas no processo que analisa o pedido de extradição da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP).

Entre os questionamentos, as autoridades italianas querem saber em qual unidade Zambelli ficaria caso seja devolvida ao Brasil, as condições dos presídios femininos, a ocorrência de violência ou intimidação contra detentas e a capacidade da polícia penal para manter a ordem.

O ministro Moraes tem até 14 de dezembro para enviar as respostas. A comunicação foi feita por meio do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional, ligado ao Ministério da Justiça.

Julgamento suspenso

Na semana passada, o tribunal italiano suspendeu a análise da extradição para aguardar os esclarecimentos do STF. A sessão foi remarcada para 18 de dezembro.

Condenação e fuga

Em julho, Zambelli foi detida em Roma, onde buscava asilo político após deixar o Brasil. Condenada pelo STF a 10 anos de prisão pela invasão ao sistema eletrônico do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) em 2023, a parlamentar possui dupla cidadania e viajou para a Itália pouco depois da sentença.

Segundo as investigações, Zambelli teria sido a mentora da invasão, que resultou na emissão de um mandado de prisão falso contra o próprio ministro Alexandre de Moraes. O hackeamento foi executado por Walter Delgatti, também condenado, que confirmou ter agido a pedido da deputada.

Pedido de extradição

O STF oficializou o pedido de extradição em 11 de junho, e o Ministério das Relações Exteriores o encaminhou às autoridades italianas logo em seguida. Na Câmara dos Deputados, Zambelli responde ainda a um processo que pode levar à cassação de seu mandato.

O julgamento na Itália será retomado apenas após o recebimento das informações sobre o sistema prisional brasileiro, requisito considerado essencial para a decisão final sobre a extradição.

Com informações de Metrópoles

Reynolds e McElhenney vendem participação do Wrexham à Apollo Sports Capital

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Ryan Reynolds e Rob McElhenney negociaram, na segunda-feira (8.dez.2025), parte das ações do Wrexham AFC com a Apollo Sports Capital, braço esportivo do grupo norte-americano de private equity Apollo. Apesar da operação, a dupla de atores permanece com o controle majoritário do clube galês.

O acordo não teve valores nem percentual divulgados. Segundo comunicado, o aporte será direcionado sobretudo à modernização do Racecourse Ground, estádio do Wrexham. A Apollo administra cerca de £630 bilhões em ativos globais.

Em 17.set.2025, o Wrexham, atualmente na Championship, recebeu £14 milhões em subsídios governamentais não reembolsáveis, que se somaram a £3,8 milhões obtidos no ano anterior. Nenhum outro clube britânico ultrapassou £2 milhões em auxílios do tipo, de acordo com dados públicos.

Reynolds, conhecido pela franquia “Deadpool”, e McElhenney, criador de “It’s Always Sunny in Philadelphia”, compraram o Wrexham em 2021 e conduziram o time a sucessivas promoções até a segunda divisão inglesa.

“Desde o primeiro dia, nosso objetivo foi construir um futuro sustentável para o Wrexham AFC e fazê-lo com coração e humor. O sonho é chegar à Premier League mantendo a essência da cidade”, declararam os proprietários em nota conjunta.

Lee Solomon, sócio da Apollo, afirmou que o clube “está em uma jornada incrível” e destacou a intenção de oferecer “capital paciente de longo prazo” para apoiar a equipe, a comunidade local e a revitalização do estádio.

Com informações de Poder360

David Vélez admite estudar aquisição de banco para obter licença bancária

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O presidente do Nubank, David Vélez, afirmou nesta terça-feira (9.dez.2025) que a fintech pode comprar um banco no Brasil para atender à nova regra do Banco Central que exige licença bancária de instituições que utilizem a palavra “banco” no nome. A declaração foi dada em entrevista à CNN Brasil.

“É possível”, disse o executivo ao ser questionado sobre a estratégia. “Temos histórico de cumprir 100% das regulamentações; portanto, vamos buscar uma licença bancária, seja por aquisição ou solicitando uma do zero.”

Debate tributário

Vélez rebateu críticas de que fintechs pagam menos impostos. Segundo ele, o Nubank desembolsou R$ 8,2 bilhões em tributos em 2025, o que representaria uma alíquota efetiva de 32%, contra média de 12% nos bancos tradicionais.

O comentário ocorre enquanto o Senado discute um projeto que eleva a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) para fintechs e casas de apostas. O texto aprovado na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) prevê, para quem paga 9%, aumento para 12% em 2026 e 15% em 2028. Onde a alíquota já é de 15%, a cobrança subiria para 17,5% em 2026 e 20% a partir de 2028.

O executivo defendeu concentrar o debate na carga efetiva de impostos. Como alternativa, sugeriu estabelecer alíquota mínima efetiva de 17,5% para todas as instituições financeiras, limitando o uso de mecanismos de redução tributária.

Resultados da fintech

O Nubank registrou lucro líquido de US$ 782,7 milhões no terceiro trimestre de 2025, alta de 39% em relação ao mesmo período de 2024, estabelecendo recorde histórico para a companhia. Em 12 anos de operação, a empresa afirma ter trazido mais de 110 milhões de pessoas para o sistema financeiro brasileiro.

Com informações de Poder360

Mulher de 49 anos fica ferida após ser atropelada por trem em Belo Horizonte

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Uma mulher de 49 anos foi atropelada por um trem enquanto caminhava sobre os trilhos no bairro Independência, região do Barreiro, em Belo Horizonte, na manhã de segunda-feira (8/12).

De acordo com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), a vítima sofreu ferimentos e foi levada ao Hospital João XXIII, onde permanece sob cuidados médicos.

O maquinista relatou à Polícia Militar que conduzia a composição com vagões vazios em direção ao bairro Olhos D’Água quando avistou a mulher caminhando de costas para o trem. Segundo ele, sinais sonoros e alertas foram acionados, mas não houve tempo para que ela deixasse a via.

O boletim de ocorrência informa que a mulher caiu antes de a locomotiva conseguir parar, ficando parcialmente presa sob um dos vagões. Após o impacto, o operador acionou a PM e o atendimento de emergência.

Equipes de resgate removeram a vítima, realizaram os procedimentos de segurança e, em seguida, a locomotiva foi liberada para continuar a viagem.

Com informações de Metrópoles

Leila Pereira rebate proposta do Flamengo pelo fim do gramado sintético

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A presidente do Palmeiras, Leila Pereira, criticou publicamente a iniciativa do Flamengo que pede a proibição de gramados sintéticos em competições nacionais e a padronização para a grama natural. A manifestação aconteceu após o clube carioca levar o tema à Confederação Brasileira de Futebol (CBF) durante discussões sobre fair play financeiro.

No centro do debate está o Allianz Parque, estádio palmeirense que utiliza piso artificial desde 2020 — mesma tecnologia adotada pela Arena Barueri, considerada “segunda casa” do time alviverde. Ao rebater a proposta, Leila apontou que o Flamengo, presidido por Luiz Eduardo Baptista (Bap), costuma se ausentar de outras discussões relevantes para o futebol nacional.

“Participei de vários debates na CBF e na Liga do Futebol Brasileiro (Libra), e o Flamengo sempre se omitiu. É louvável que agora apresente algo que, supostamente, beneficiaria o futebol brasileiro”, declarou a dirigente.

Clubismo e estado do Maracanã

Para Leila, a questão tem sido tratada de forma clubista. Ela negou que haja evidências de maior risco de lesão em campos artificiais e citou números do Palmeiras para sustentar o argumento: “Desde 2020 somos um dos clubes da Série A com menor número de jogadores lesionados”.

A presidente também ironizou as condições do Maracanã, administrado por Flamengo e Fluminense. “Se estivessem realmente preocupados com a qualidade dos gramados, o campo do Maracanã não seria tão ruim quanto é. Quando o Flamengo tiver estádio próprio, poderá escolher o tipo de gramado que quiser”, afirmou.

Proposta fora de pauta na CBF

A sugestão rubro-negra de banir gramados sintéticos foi apresentada durante encontros sobre o novo sistema de fair play financeiro, mas a CBF não colocou o tema em votação por considerá-lo alheio ao assunto principal.

Leila reforçou que Palmeiras e Arena Barueri seguirão com piso artificial, desde que dentro das normas da Fifa e com foco na integridade dos atletas. “O mais importante é respeitar as regras e evitar fake news”, concluiu.

Com informações de Metrópoles

Debate do Poder360 analisa alcance de decisões judiciais estrangeiras sobre o Brasil

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O portal Poder360 promove nesta terça-feira (9.dez.2025), a partir das 9h, um debate ao vivo para discutir até que ponto sentenças e sanções impostas por autoridades de outros países podem repercutir no território brasileiro.

O encontro, transmitido pelo canal do veículo no YouTube, reunirá juristas e especialistas em direito internacional para avaliar casos recentes que reacenderam a discussão sobre soberania nacional, como a condenação da mineradora BHP pela Justiça do Reino Unido e a aplicação da Lei Magnitsky pelos Estados Unidos.

Quem participa

Rubens Barbosa, 87 anos, presidente do Grupo Interesse Nacional e ex-embaixador em Londres (1994-1999) e Washington (1999-2004);

José Augusto Fontoura Costa, 57 anos, professor titular de Direito do Comércio Internacional na Faculdade de Direito da USP;

Ingo Wolfgang Sarlet, 62 anos, advogado, professor titular da PUC-RS e integrante do Centro de Estudos Constitucionais do STF;

Pablo Cesário, 44 anos, presidente-executivo da Abrasca (Associação Brasileira das Companhias Abertas).

A mediação ficará a cargo de Guilherme Waltenberg, editor sênior do Poder360.

Pontos em discussão

• competência de tribunais estrangeiros para julgar fatos ocorridos no Brasil;

• efeitos econômicos e jurídicos de condenações no exterior contra empresas brasileiras;

• legitimidade de sanções unilaterais, como as previstas na Lei Magnitsky;

• atuação do STF e do Itamaraty na proteção da soberania nacional;

• possíveis impactos de precedentes internacionais sobre investidores, autoridades e cidadãos brasileiros.

Casos recentes em pauta

BHP na Justiça britânica – em novembro de 2025, o Tribunal Superior de Londres considerou a mineradora responsável pelo rompimento da barragem de Fundão, em Mariana (MG), e autorizou indenizações a atingidos, mesmo com ações já em curso no Brasil.

Lei Magnitsky – o governo dos Estados Unidos sancionou o ministro do STF Alexandre de Moraes por supostas violações de direitos humanos, bloqueando bens em território norte-americano e restringindo vistos.

ADPF 1178 no STF – em agosto de 2025, o ministro Flávio Dino decidiu que sentenças estrangeiras não têm eficácia automática no país e vedou que Estados e municípios ingressem em tribunais internacionais sem anuência da União.

A transmissão pode ser acompanhada ao vivo no canal do Poder360, onde os espectadores poderão enviar perguntas em tempo real.

Com informações de Poder360