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sexta-feira, fevereiro 20, 2026
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Esposa de Boulos lidera vaias a Hugo Motta durante ato na Avenida Paulista

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São Paulo – A advogada Natália Szermeta, esposa do ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos (PSOL), comandou neste domingo (14/12) um coro de vaias contra o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos), em manifestação na Avenida Paulista.

“Salve, salve, Avenida Paulista. Eu quero começar puxando uma grande vaia a Hugo Motta e a todos os inimigos do povo que estão no Congresso Nacional”, declarou, sendo prontamente acompanhada pelos manifestantes.

Na sequência, Natália direcionou críticas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). “Eles disseram que o Brasil iria parar se Bolsonaro fosse preso. E o Brasil parou mesmo para comemorar que o Bolsonaro foi condenado a 27 anos. É cadeia”, afirmou.

A advogada voltou a citar Motta ao denunciar a aprovação, na madrugada da última semana, do Projeto de Lei da Dosimetria. “Eles, que não trabalham o ano inteiro, resolveram, às 2h, dar um golpe e aprovar um projeto de lei para tirar bandido da cadeia. Reduz pena e relaxa o regime no Brasil”, disse, usando uma camisa do Corinthians.

Críticas de Boulos ao PL da Dosimetria

No palanque, Guilherme Boulos defendeu o veto à proposta. “Não queremos anistia sem vergonha nem anistia envergonhada. Queremos que ela seja barrada porque golpista bom é golpista preso”, enfatizou. Segundo ele, o recado da manifestação é para que o Senado não repita o “erro” da Câmara.

Apagão na Grande São Paulo também foi alvo

Boulos ainda mencionou a falta de energia que atinge a região metropolitana desde a última quarta-feira (10/12). Ele criticou o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e o prefeito Ricardo Nunes (MDB) pela demora no restabelecimento do serviço prestado pela Enel. Na manhã deste domingo, quase 160 mil imóveis permaneciam sem luz; no pico, mais de 2,2 milhões foram afetados.

Organização do protesto

O ato foi convocado pelas frentes Povo Sem Medo e Brasil Popular, que reúnem movimentos como o MST e o MTST. Cartazes espalhados pelo público chamavam Motta de “rato” e “inimigo do povo”.

Com informações de Metrópoles

São Paulo reúne 78% dos ônibus elétricos do Brasil; expansão avança devagar em outras capitais

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Ônibus elétricos tornaram-se presença cada vez mais frequente nas ruas da capital paulista. A cidade contabiliza 820 veículos a bateria em circulação, alta de 172% em relação ao fim do ano passado e equivalente a 78% de toda a frota nacional desse tipo.

Como a capital paulista liderou a mudança

A transição em São Paulo é resultado de uma combinação de metas legais, decisões administrativas e crédito subsidiado. A Lei Municipal de Mudanças Climáticas, aprovada em 2009, estabeleceu a eliminação de combustíveis fósseis até 2018; a meta foi postergada para 2038. Em 2019, ainda na gestão João Doria (PSDB), a nova licitação do transporte incluiu cláusulas de descarbonização, reforçadas em 2022 pelo prefeito Ricardo Nunes (MDB), que proibiu a compra de novos ônibus a diesel.

A partir de 2023, a prefeitura passou a subsidiar a diferença de preço entre o veículo elétrico — cerca de três vezes mais caro que o modelo a diesel — e o convencional. Para isso, contratou R$ 6 bilhões em financiamentos de BNDES, Banco do Brasil, Caixa, BID, Banco Mundial e Banco da China, primeiros aportes desse tipo aprovados pelo banco de fomento federal em outubro de 2023.

Desafios na infraestrutura

A implantação esbarrou em atrasos na instalação de carregadores de alta potência nas garagens, dependentes da concessionária Enel. A falta de energia obrigou parte da frota a permanecer parada, problema que vem sendo mitigado com a previsão de baterias estacionárias nos pátios. Mesmo com o avanço, a meta de ter 20% da frota eletrificada — cerca de 2,4 mil veículos — até o fim de 2024 não foi cumprida. Incluindo os trólebus, a marca de 1 000 unidades foi ultrapassada em novembro. O novo objetivo é chegar a 2 200 ônibus elétricos em 2028.

Situação no restante do país

Fora de São Paulo, a adesão ainda é tímida. Belém possui 42 ônibus a bateria, Goiânia 17 e Aracaju 15. Rio de Janeiro e Belo Horizonte não operam nenhum. Entre as dez capitais mais populosas, apenas três responderam sobre seus planos:

  • Salvador – oito ônibus elétricos em operação e tratativas com o Banco Mundial para financiar outros 100. A meta é ter ao menos 50% da frota do BRT movida a zero emissões até 2028 e 40% da frota total com baixa emissão até 2023.
  • Distrito Federal – seis veículos em uso e compra fechada de 90 até o fim de 2026, fabricados pela chinesa CRRC. O primeiro chega em janeiro; os demais começam a ser entregues em março.
  • Recife – não possui ônibus elétricos; estudos de descarbonização estão em curso.

Novo impulso financeiro

O BNDES mantém editais para apoiar a compra de coletivos elétricos e, na COP30, realizada em novembro em Belém, o governo federal anunciou fundo para auxiliar a aquisição de 1 700 veículos. Experiências como a de São Paulo também incentivam modelos alternativos: São José dos Campos quer trocar toda a frota de 400 ônibus até setembro de 2026 por meio de contratos de locação, enquanto Porto Alegre obteve autorização para um empréstimo de R$ 448 milhões do BNDES destinado à compra de 100 veículos e instalação de carregadores.

Especialistas apontam que a substituição exige preparação das operadoras, qualificação de mão de obra e coordenação com o setor elétrico. Apesar dos desafios, fabricantes veem oportunidade de expansão industrial: a brasileira Eletra detém 64% do mercado nacional e projeta que, até o fim de 2026, o país terá a maior frota de ônibus elétricos da América Latina.

Com informações de Poder360

Tecnologias de captura podem zerar ou tornar negativa a pegada de carbono do etanol brasileiro, aponta estudo

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Um estudo conduzido por pesquisadores da Embrapa Meio Ambiente (SP) e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) indica que a combinação de bioenergia com captura e armazenamento de carbono (BECCS) e a aplicação de biochar em áreas agrícolas pode reduzir a pegada de carbono do etanol de cana produzido no Brasil a níveis próximos de zero ou até negativos.

Como funciona

BECCS captura o CO₂ biogênico liberado durante a fermentação do caldo da cana e a queima de bagaço e palha nas usinas. O gás é comprimido e injetado em formações rochosas subterrâneas não porosas, onde permanece armazenado.

Biochar é obtido pela pirólise de resíduos vegetais, como bagaço de cana, em ambiente com pouco oxigênio. Quando incorporado ao solo, o material atua como corretivo agrícola e como reservatório de carbono de longa duração.

Números da pesquisa

Com base na metodologia do RenovaBio, a intensidade de carbono (IC) do etanol hidratado brasileiro é hoje estimada em 32,8 gCO₂e por megajoule (MJ).

  • Captura de CO₂ apenas na fermentação: IC cai para +10,4 gCO₂e/MJ;
  • Aplicação de 1 t/ha de biochar: IC recua para +15,9 gCO₂e/MJ;
  • Captura adicional na combustão da biomassa: índice torna-se negativo, chegando a –81,3 gCO₂e/MJ.

Custos e barreiras

Nenhuma das mais de 300 usinas certificadas pelo RenovaBio emprega BECCS ou biochar. Os preços atuais dos CBIOs giram em torno de US$ 20 por tonelada de CO₂, enquanto o BECCS custa de US$ 100 a US$ 200/tCO₂ e o biochar, cerca de US$ 427/t.

Segundo a pesquisadora Nilza Patrícia Ramos, a captura na fermentação é a rota mais promissora por exigir menor tratamento do gás. Já a captura pós-combustão envolve investimentos maiores em infraestrutura de transporte e armazenamento geológico.

Potencial de redução de emissões

Implementadas em todas as usinas certificadas, as duas tecnologias poderiam gerar até 197 milhões de toneladas de CO₂ equivalente (MtCO₂e) em créditos de carbono — o correspondente a 12% das emissões brasileiras de 2022. Um cenário mais conservador, com BECCS apenas na fermentação, capturaria cerca de 20 MtCO₂e por ano, média de 75 kt por unidade.

Comparação com outros combustíveis

Mesmo sem tecnologias de emissão negativa, o etanol de cana já apresenta menor intensidade de carbono que a gasolina. Com BECCS e biochar, o desempenho ambiental pode igualar ou superar o de veículos elétricos abastecidos pela matriz elétrica média do país.

Desafios adiante

O estudo aponta lacunas nos inventários agrícolas das usinas e na análise de mudanças no uso da terra. Para viabilizar as novas rotas, os autores sugerem incentivos adicionais, linhas de financiamento e participação no mercado voluntário de carbono, a exemplo do crédito tributário 45Q dos Estados Unidos.

O artigo, assinado por Lucas Pereira, Marília Folegatti, Nilza Patrícia Ramos, Cristiano Andrade, Anna Pighinelli (Embrapa) e Rosana Galindo e Joaquim Seabra (Unicamp), foi publicado na plataforma ScienceDirect em 14 de dezembro de 2025.

Com informações de Poder360

Avanço global da doença de Chagas expõe falhas de diagnóstico e tratamento no Brasil

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Brasília, 14.dez.2025 – Um relatório amparado nos dados mais recentes do Global Burden of Disease (GBD) estima que 10,5 milhões de pessoas conviviam com a doença de Chagas em 2023. Quase 4 milhões delas – 38% do total – estavam no Brasil, onde lacunas no diagnóstico e no acompanhamento clínico dificultam o controle da infecção causada pelo Trypanosoma cruzi.

Casos notificados representam apenas parte do problema

O Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) registra 17.049 casos crônicos de Chagas até 2023. O número, contudo, reflete somente os episódios efetivamente detectados e enviados ao Ministério da Saúde, revelando subnotificação expressiva.

Reconhecimento clínico limitado

Especialistas apontam que a doença ainda recebe atenção insuficiente nos cursos de medicina generalista. Na fase aguda, sintomas como febre, cefaleia, mal-estar, edema e fraqueza se confundem com outras infecções. Sinais específicos, como o sinal de Romaña – inchaço indolor em torno de um ou ambos os olhos – e o chagoma de inoculação – lesão avermelhada no local da picada do barbeiro –, costumam desaparecer em cerca de dez dias, o que contribui para o diagnóstico tardio.

Ferramentas de diagnóstico

A confirmação pode ser feita por sorologia (Elisa, IFI e HAI) ou pela Reação em Cadeia da Polimerase (RCP), que detecta o DNA do parasita com maior sensibilidade. A sorologia está disponível na rede pública e privada; a RCP, restrita a laboratórios especializados.

Tratamento segue o mesmo desde a década de 1970

O benznidazol continua sendo o principal medicamento oferecido pelo Sistema Único de Saúde. Pesquisas indicam que, mesmo na fase crônica assintomática, o uso do fármaco pode reduzir complicações cardíacas, melhorar a qualidade de vida e elevar a sobrevida. O Consenso Brasileiro em Doença de Chagas (2015) recomenda tratar todos os pacientes com diagnóstico confirmado.

Expansão para além da América Latina

Triatomíneos infectados já foram identificados em 32 Estados do sul dos Estados Unidos; em oito deles, há registros de transmissão autóctone. Especialistas relacionam a expansão do vetor a mudanças climáticas, desmatamento, incêndios florestais e urbanização desordenada, fatores que aproximam o barbeiro das habitações humanas.

Na Amazônia, outro vetor de transmissão é o consumo de açaí contaminado. Insetos presentes em troncos e folhas da palmeira podem ser triturados durante o preparo da polpa; sem pasteurização adequada, o protozoário resiste mesmo ao congelamento.

Fluxos migratórios também favorecem a disseminação. Países da Europa, Ásia e Oceania já identificam casos que, em regiões não endêmicas, se propagam principalmente por transfusão de sangue, transplante de órgãos e transmissão vertical, em razão da ausência de programas específicos de controle vetorial.

Experiência brasileira pode ajudar

Pesquisadora da Universidade Federal de Ouro Preto, Marta de Lana destaca que o Brasil acumulou estratégias eficazes de vigilância e controle. Em Berilo (MG), estudo publicado em 2009 mostrou que, após oito anos de ações habitacionais, só 391 de 5.242 casas apresentavam condições para abrigar barbeiros. Hoje, a atenção se volta ao entorno das residências, com orientação para manter quintais limpos e sem entulho. Em caso de detecção do inseto, recomenda-se nova aplicação de inseticida.

Com informações de Poder360

Atriz Cacau Protásio anuncia morte do pai e presta homenagem nas redes sociais

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A atriz Cacau Protásio comunicou neste domingo (14/12) o falecimento do pai, conhecido como Monteiro, por meio de um vídeo publicado em seu perfil no Instagram. Na gravação, ela reuniu fotos e lembranças ao lado do patriarca e se despediu publicamente.

“Vai lá, Monteiro! Descansa em paz, chegou sua hora. Deus e minha avó estão te esperando”, escreveu a artista na legenda. No texto, Cacau descreveu o pai como bem-humorado e irreverente nos momentos felizes. “Você foi o melhor lanterneiro da Rua do Matoso”, acrescentou.

A atriz também direcionou palavras de apoio à irmã, Paula Protásio. “Você é a melhor filha, a melhor irmã do mundo. Queria estar aí com você. Estou longe, mas meu coração está com você”, declarou.

Repercussão entre amigos e fãs

Após a publicação, Cacau recebeu diversas mensagens de condolências. Seguidores relataram encontros com o pai da atriz e destacaram o bom humor dele. “Meus sentimentos, Cacau. Conheci seu pai em Campos dos Goytacazes; ele contava muitas histórias e fazia piadas”, escreveu um internauta. Outros seguidores desejaram força à família e oraram pelo descanso do patriarca.

Até o momento, a atriz não divulgou informação sobre velório ou sepultamento.

Com informações de Metrópoles

Boulos chama PL da Dosimetria de “anistia envergonhada” em ato na Avenida Paulista

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O ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos (PSol), participou na tarde deste domingo (14) de uma manifestação na Avenida Paulista, em São Paulo, contra o Projeto de Lei da Dosimetria, aprovado recentemente pela Câmara dos Deputados. O texto reduz as penas para condenados por tentativa de golpe de Estado.

No carro de som, Boulos classificou a proposta como uma “anistia envergonhada”, em referência à dificuldade de parlamentares aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) em aprovar uma anistia ampla. “Nós queremos que essa anistia seja barrada, porque golpista bom é golpista preso”, declarou, dirigindo-se ao público.

O ministro ainda pressionou o Senado Federal a rejeitar a matéria. “Este ato é um recado da sociedade para que o Senado não cometa o mesmo erro da Câmara”, afirmou.

Outras críticas ao Congresso

Antes do discurso, Boulos conversou com jornalistas e citou outras pautas aprovadas no Legislativo que, segundo ele, prejudicam direitos, como a PEC do Marco Temporal de Terras Indígenas, aprovada no Senado. Para o ministro, as manifestações realizadas em várias capitais têm o objetivo de alertar os parlamentares.

Questionado sobre eventual veto do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao PL da Dosimetria, Boulos respondeu que a decisão cabe ao chefe do Executivo, mas reforçou que Lula é contrário à anistia.

Protesto na Paulista

Com o lema “Congresso Inimigo do Povo”, o ato foi convocado pelas frentes Povo Sem Medo e Brasil Popular, que reúnem movimentos como o MST e o MTST. Além de criticar o PL da Dosimetria, os manifestantes defenderam o fim da chamada escala 61 de trabalho e cobraram políticas de combate ao feminicídio.

O principal alvo das críticas foi o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), responsável por colocar o projeto em votação. Entre os possíveis beneficiados pela nova dosimetria está o ex-presidente Bolsonaro, condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 27 anos de prisão por tentativa de golpe.

Manifestações semelhantes ocorreram ao longo do dia em outras capitais do país.

Com informações de Metrópoles

Carla Zambelli entrega mandato de deputada após decisão do STF

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A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) renunciou neste domingo, 14.dez.2025, ao mandato na Câmara dos Deputados. O presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), convocou o primeiro suplente da legenda, Adilson Barroso (PL-SP), para assumir a vaga.

A decisão de Zambelli ocorre três dias depois de o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinar a perda automática do mandato parlamentar. Na quinta-feira, 11.dez, Moraes deu 48 horas para que Motta chamasse o suplente, após o plenário da Câmara ter votado pela manutenção da deputada no cargo.

Entenda a determinação do STF

No despacho, Moraes recordou que, desde o julgamento do mensalão, em 2012, o STF entende que a condenação criminal definitiva de um congressista implica a perda imediata do mandato, sem necessidade de deliberação da Mesa Diretora da Câmara.

Condenações e prisão

Zambelli foi condenada em maio deste ano a 10 anos de prisão e ao pagamento de R$ 2 milhões por danos coletivos, acusada de invadir sistemas do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Segundo a investigação, a deputada teria sido a autora intelectual da fraude que resultou na emissão de um falso mandado de prisão contra Moraes. O ataque cibernético foi executado por Walter Delgatti, também condenado, que afirmou ter agido sob orientação dela.

Em junho, após a condenação, a parlamentar deixou o Brasil e passou a ser considerada foragida. A pedido de Moraes, seu nome foi incluído na lista vermelha da Interpol. Ela foi presa em Roma, Itália, em julho.

Em agosto, o STF impôs nova pena: 5 anos e 3 meses de reclusão por porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal contra o jornalista Luan Araújo na véspera do segundo turno das eleições de 2022. A Corte também fixou multa de 400 salários mínimos, atualizada pelo índice oficial de inflação.

Com informações de Poder360

Carlos Bolsonaro alega “assassinato com doses de tortura” ao criticar prisão do pai

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Rio de Janeiro – O ex-vereador carioca Carlos Bolsonaro (PL) classificou neste domingo (14.dez.2025) a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) como “assassinato com doses diárias de tortura e ilegalidade”. A afirmação foi publicada em sua conta no X (antigo Twitter).

No texto, Carlos compara o tratamento dado pela Justiça ao pai e ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo ele, enquanto Lula cumpriu pena em Curitiba com “visitas semanais” e tempo para a defesa analisar provas, Bolsonaro estaria submetido a “regras mudadas no meio do caminho” e restrições para receber familiares e médicos.

Acusações de tratamento desigual

O ex-vereador argumenta que a prisão de Bolsonaro foi decretada “de forma ilegal, com motivação política”, ao contrário da detenção de Lula em 2018, então decorrente de condenação confirmada em segunda instância. Lula permaneceu 580 dias na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba e posteriormente teve as condenações anuladas pelo Supremo Tribunal Federal.

Para Carlos, a situação do pai configura “exceção institucional”, na qual “a regra muda conforme o alvo”. Ele sustenta que visitas de familiares dependem de autorização individual do ministro responsável pelo processo e relata casos em que, mesmo seguindo o protocolo, não foi autorizado a ver o ex-presidente.

Vídeo e renúncia ao mandato

Dois dias antes da nova manifestação, Carlos divulgou um vídeo antigo em que Jair Bolsonaro aparece soluçando enquanto dorme. Na ocasião, alegou que o ex-presidente corre “risco real e imediato de vida” e necessita de cuidados médicos.

Em 11.dez, o vereador renunciou ao mandato na Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Em discurso, informou que se mudará para Santa Catarina para disputar uma vaga no Senado Federal. “Não é uma fuga, é a continuidade de uma luta”, declarou.

Os comentários de Carlos foram replicados com trechos do pronunciamento original, no qual lista diferenças entre as prisões de Lula e Bolsonaro e conclui: “Há um método: o assassinato com doses diárias de tortura e ilegalidade”.

Com informações de Poder360

Tays Reis relata episódio que motivou rompimento com Jojo Todynho

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São Paulo — Tays Reis revelou, no programa Sabadou com Virginia, o motivo que levou ao término de sua amizade com Jojo Todynho. A declaração foi ao ar após questionamentos sobre o distanciamento entre as duas cantoras.

Convite para o Rio de Janeiro

Segundo Tays, o atrito começou quando Jojo a convidou, junto do marido, Gabriel, e da filha, Pietra, para acompanhar seu desfile em uma escola de samba no Rio de Janeiro. A família partiu de carro de São Paulo, mas, no meio da viagem, recebeu uma mensagem informando que não poderia mais se hospedar na casa da funkeira. Jojo afirmou ter reservado um quarto de hotel pago para os três.

“Quando chegamos ao hotel, não havia nada quitado. Ficamos sem alternativa”, relatou Tays durante o programa. Ela acrescentou que não recebeu ligações de Jojo para esclarecer a situação.

Mágoa e falta de contato

No podcast Uma hora de relógio parado, conduzido por Kadu Brandão, Tays já havia mencionado a falta de reciprocidade nas tentativas de encontro após o reality A Fazenda. “Marcávamos algo e ela sumia”, disse à época.

Troca de mensagens

Depois da repercussão, Jojo procurou Tays por mensagem para entender a chateação. A ex-participante de A Fazenda respondeu que se sentiu desconsiderada ao viajar e não ser recebida. Jojo justificou ausência, alegando compromissos no desfile e a internação da avó com suspeita de trombose, e afirmou ter colocado os convidados em um camarote.

A conversa terminou com Jojo desejando “vida que segue” e enviando um emoji de beijo. Até o momento, não há informações sobre uma reconciliação.

Com informações de Metrópoles

Silveira volta a cogitar cassar concessão da Enel após apagão de cinco dias em São Paulo

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Brasília — O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD), voltou a colocar em pauta a possibilidade de interromper a concessão da Enel em São Paulo depois do apagão que deixou parte da capital sem luz por quase cinco dias.

Segundo nota que o Ministério de Minas e Energia deve divulgar nas próximas horas, Silveira pretende agendar, nos próximos dias, uma reunião com o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) e com o prefeito da capital, Ricardo Nunes (MDB), para discutir a situação.

Governo acena com perda de contrato

O documento afirma que a concessionária será responsabilizada caso não cumpra integralmente os índices de qualidade exigidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O texto frisa que descumprimentos poderão levar à perda da concessão em território paulista, além de outras medidas legais e regulatórias.

Ações durante a crise

Conforme o ministério, desde o início das interrupções o ministro determinou a mobilização de todo o setor elétrico para restabelecer o fornecimento no menor prazo possível. Uma força-tarefa nacional, com apoio de distribuidoras de outros estados, foi criada para reforçar as equipes que atuam nas áreas afetadas pelas chuvas intensas.

Histórico de alertas

Silveira informou que, desde 2023, vem encaminhando à Aneel alertas sobre falhas recorrentes na operação da Enel em São Paulo, cobrando fiscalização rigorosa, aplicação de sanções imediatas e avaliação da continuidade do contrato “sem complacência”.

Regras mais rígidas

O ministério também destacou o Decreto 12.068/2024, editado pelo governo federal, que endurece as normas de fiscalização das distribuidoras em todo o país, estabelecendo contratos mais severos e exigentes quanto à qualidade do serviço prestado.

No encerramento da nota, o ministro reafirma que solicitará agenda com o governo estadual e a prefeitura paulistana para alinhar responsabilidades e coordenar ações durante a crise energética.

Com informações de Metrópoles