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Suspensão das sanções dos EUA a Alexandre de Moraes ganha destaque na imprensa mundial

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A decisão do governo dos Estados Unidos de retirar, nesta sexta-feira (12/12), as punições aplicadas ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes repercutiu em veículos de comunicação de vários países. Washington Post, Financial Times, The Guardian, Bloomberg e a agência espanhola EFE apontaram o recuo norte-americano como sinal de aproximação diplomática entre a gestão Donald Trump e o governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) após meses de tensão bilateral.

Veículos ressaltam mudança de postura de Washington

O Washington Post considerou a revogação um “recuo significativo” na estratégia de pressão exercida por Trump sobre o Brasil. Segundo o jornal, as sanções — impostas quatro meses atrás sob a Lei Global Magnitsky — foram justificadas pelos EUA como reação a um suposto “caça às bruxas” contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

De acordo com o diário norte-americano, a reviravolta ocorreu após ofensiva diplomática direta de Lula, que teria telefonado a Trump em 2 de dezembro para defender que Moraes atuava em proteção à Constituição e não deveria ser punido.

Para o Financial Times, a retirada das medidas restritivas abre caminho para normalizar as relações entre Brasília e Washington, abaladas por disputas políticas e comerciais desde o início do ano. Já o The Guardian classificou a decisão como revés político para Jair Bolsonaro e para o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que viveu nos EUA para defender punições contra autoridades brasileiras.

A Bloomberg enfatizou o caráter econômico da mudança, lembrando que Washington flexibilizou tarifas sobre exportações brasileiras consideradas estratégicas dias antes do anúncio.

Contexto interno também citado

A agência EFE destacou que a revogação ocorreu poucos dias após a Câmara dos Deputados aprovar o Projeto de Lei da Dosimetria, que pode reduzir a pena de 27 anos e três meses imposta a Bolsonaro por tentativa de golpe após as eleições de 2022. A votação foi elogiada publicamente por representantes do governo norte-americano.

No Brasil, a medida foi comemorada por aliados de Moraes e pelo Palácio do Planalto, mas lamentada por Eduardo Bolsonaro, que afirmou ter recebido a notícia “com pesar”.

Alvo das sanções

Moraes, a esposa, Viviane Barci de Moraes, e a empresa familiar, Lex Instituto de Estudos Jurídicos, haviam sido incluídos na lista de sanções sob a Lei Magnitsky. O ministro foi punido em 30 de julho, enquanto a mulher e a companhia entraram no rol em setembro, após críticas do governo Trump à condução das investigações sobre a tentativa de golpe e à condenação de Bolsonaro e aliados.

Em comunicado conjunto, os Departamentos de Estado e do Tesouro afirmaram que manter as restrições “já não correspondia aos interesses da política externa” dos Estados Unidos.

Com informações de Metrópoles

Tebet afirma que participará de comícios de Lula em 2026 durante homenagem em SP

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A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet (MDB), informou na noite de sexta-feira, 12 de dezembro de 2025, que pretende subir ao palanque do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de 2026. A declaração foi feita durante evento do Grupo Prerrogativas, na Casa Natura Musical, bairro de Pinheiros, zona oeste de São Paulo.

Tebet justificou a decisão afirmando confiar no projeto político conduzido por Lula, a quem classificou como “o melhor presidente da história do Brasil”. O chefe do Executivo acompanhava o discurso do mezanino e foi saudado com aplausos pelos presentes.

Cotada para o Senado por São Paulo

O nome da ministra é apontado como favorito para a disputa ao Senado em São Paulo. Pesquisa AtlasIntel de setembro de 2025 coloca Tebet na liderança das intenções de voto. Os outros homenageados da noite — o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), e o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) — também aparecem como possíveis candidatos ao mesmo cargo.

No discurso, a ministra saudou Haddad e Alckmin como “companheiros” e agradeceu a Lula por ter insistido em sua participação no governo após ela terminar em terceiro lugar na eleição presidencial de 2022. Segundo Tebet, integrar uma frente ampla foi fundamental para “enfrentar a gestão fascista e negacionista” do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Evento com tom eleitoral

O jantar de confraternização do Prerrogativas é realizado anualmente. Em 2024, a homenageada foi a primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja. Nesta edição, a escolha de Tebet, Haddad e Alckmin leva em conta o cenário eleitoral de 2026: os três são considerados potenciais nomes para o governo paulista ou para a vaga no Senado.

Até agosto de 2024, pelo menos 28 integrantes do Prerrogativas ocupavam cargos públicos na administração Lula. Com filiados a PT e Psol, o grupo se declara mais “lulista” do que “petista”, tendo o apoio ao presidente como ponto de convergência.

Programação cultural

A noite contou com apresentação do cantor Xande de Pilares e da ministra da Cultura, Margareth Menezes. O evento incluiu show da dupla Edu Krieger e Natalia Voss, conhecida por paródias políticas, e o lançamento do livro Nunca Mais, de Camilo Vannuchi, obra que revisita crimes da ditadura militar (1964-1985).

O Grupo Prerrogativas estima reunir anualmente dezenas de advogados que atuam ou apoiam o governo federal, reforçando laços políticos e discutindo estratégias para o próximo pleito.

Com informações de Poder360

Hugo Motta defende servidora da Câmara alvo de operação da PF

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Brasília — O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), saiu em defesa, na noite desta sexta-feira (12.dez.2025), de Mariângela Fialek, conhecida como Tuca. A chefe da Assessoria Especial do Gabinete da Presidência da Câmara é investigada pela Polícia Federal em operação que apura suposto desvio de recursos públicos por meio de emendas parlamentares.

Tuca foi assessora do ex-presidente da Casa Arthur Lira (PP-AL), padrinho político de Motta e articulador de sua candidatura ao comando da Câmara. Conforme o portal da Câmara, a servidora tem salário bruto de R$ 23.732,92 (R$ 17.425,17 líquidos) e recebe benefícios de R$ 1.784,42.

Em nota divulgada por sua assessoria, Motta classificou a funcionária como “técnica competente, responsável e comprometida com a boa gestão da coisa pública”. Segundo ele, a atuação de Fialek é reconhecida por órgãos dos Poderes Legislativo e Executivo responsáveis pela elaboração e execução do Orçamento federal.

O presidente da Câmara afirmou ainda que a Casa “não compactua com ilegalidades na execução de emendas parlamentares” e destacou que a decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino, que autorizou as diligências da PF, não aponta desvio de recursos.

Motta reiterou que o artigo 166 da Constituição estabelece a apresentação de emendas por deputados e senadores, enquanto a gestão e a execução dos recursos cabem ao Poder Executivo. Ele frisou que todas as liberações passam pela Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República.

Embora reconheça a importância das investigações, o presidente da Câmara disse ser “fundamental separar a indicação política das emendas da execução dos recursos”, responsabilidade que, segundo ele, recai sobre Estados e municípios beneficiados. “É importante não confundir o ato político de mera indicação de emendas com a execução dessas verbas pelos destinatários finais”, concluiu.

Com informações de Poder360

Presidente da Câmara defende servidora investigada pela PF por suspeita de desvio de emendas

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O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), divulgou nota nesta sexta-feira (12/12) em apoio a Mariângela Fialek, servidora da Casa e ex-assessora do deputado Arthur Lira (PP-AL), alvo de operação da Polícia Federal que apura supostas irregularidades na destinação de emendas parlamentares.

No texto, Motta descreve a funcionária, conhecida como Tuca, como “técnica competente, responsável e comprometida com a boa gestão da coisa pública”. Segundo ele, a atuação de Mariângela teria sido essencial para aperfeiçoar sistemas de rastreabilidade na proposição, indicação e execução de emendas.

O presidente da Câmara acrescentou que respeita decisões do Supremo Tribunal Federal (STF), mas destacou que a ordem assinada pelo ministro Flávio Dino não registra, “de forma expressa, a prática de desvio de verbas públicas” pela servidora. “Ali não se aponta nenhum ato de desvio de verbas públicas. Eventuais desvios devem ser devidamente apurados”, diz a nota.

Operação Transparência

A Polícia Federal deflagrou nesta sexta a operação Transparência, autorizada pelo STF, para cumprir dois mandados de busca e apreensão em Brasília. Um deles foi direcionado a Mariângela, que teve o celular apreendido. Atualmente, ela está lotada na Liderança do Partido Progressista e continua trabalhando na liberação de emendas, agora como assessora de Motta.

As investigações se concentram em possíveis desvios de recursos distribuídos por meio de emendas parlamentares, em um universo estimado em R$ 4,2 bilhões, desdobramento de apurações sobre o chamado “orçamento secreto”. Entre os depoentes já ouvidos estão deputados federais e um senador.

De acordo com a PF, são investigados crimes de peculato, falsidade ideológica, uso de documento falso e corrupção. A Procuradoria-Geral da República (PGR) emitiu parecer favorável à operação e o ministro Flávio Dino também retirou o sigilo dos autos ao meio-dia desta sexta.

Presidente da Câmara defende servidora investigada pela PF por suspeita de desvio de emendas - Imagem do artigo original

Imagem: Internet

Nos autos, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirma haver indícios de que a ex-assessora de Arthur Lira participou do controle de indicações de emendas supostamente desviadas para beneficiar organização criminosa, com base em depoimentos, análises policiais e dados telemáticos.

A investigação prossegue sob supervisão do STF.

Com informações de Metrópoles

Megaoperação desarticula esquema de roubo e desmonte de caminhões e apreende 25 mil peças em SP

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São Paulo — A Polícia Civil de São Paulo apreendeu aproximadamente 25 mil peças automotivas de caminhões roubados durante a Operação Kratos, deflagrada na quinta-feira (11/12). A ação atingiu galpões clandestinos em três cidades paulistas e um centro de distribuição em Minas Gerais, desmontando um esquema milionário de desmonte de veículos pesados e comércio ilegal de componentes.

A operação foi coordenada pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic), por meio da 2ª Delegacia de Investigações sobre Roubo de Cargas (Divecar). Os agentes localizaram bases clandestinas em Mogi Guaçu, Mogi Mirim e Jacareí, no interior paulista, além de um depósito em Poços de Caldas (MG), onde as peças roubadas eram misturadas a produtos legais antes da revenda.

As investigações começaram após a identificação de um galpão em Mogi Guaçu usado exclusivamente para cortar caminhões roubados. No endereço, uma pessoa foi presa e outras três foram identificadas. De acordo com a polícia, os veículos eram subtraídos na capital e na região metropolitana de São Paulo e levados aos galpões para desmontagem.

Em Jacareí, os policiais encontraram cinco caminhões — três em processo de desmonte e dois já totalmente cortados. A quebra de sigilo telefônico dos investigados permitiu mapear os responsáveis pelo esquema e os imóveis usados para lavagem de dinheiro e armazenamento das peças.

No total, foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão (sete na capital e em Guarulhos, e um em Poços de Caldas) e quatro mandados de prisão temporária.

As investigações prosseguem para identificar outros envolvidos e rastrear o destino das peças já comercializadas.

Com informações de Metrópoles

Justiça mantém condenação e GDF terá de pagar R$ 300 mil a familiares de paciente que morreu sem cirurgia

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A 2ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) confirmou a responsabilidade do Governo do Distrito Federal (GDF) pela morte de um paciente que aguardava cirurgia na rede pública e elevou a indenização devida à família para R$ 300 mil em danos morais, além de R$ 4 mil por danos materiais.

O homem, falecido em 2023, sofria de enfermidades no trato urinário e esperava há cerca de oito meses pela marcação de um procedimento cirúrgico indicado pelos médicos. Segundo o processo, a demora agravou o quadro clínico, resultando no óbito.

Em primeira instância, a 8ª Vara da Fazenda Pública do DF fixou compensação moral de R$ 20 mil para cada autor da ação — a viúva e os três filhos —, além de ressarcimento de R$ 4 mil por despesas materiais. Insatisfeita, a família recorreu ao TJDFT pedindo a elevação dos valores.

Ao analisar o recurso, o colegiado entendeu que o Distrito Federal deve reparar integralmente os danos pela demora no atendimento cirúrgico. O relator destacou a capacidade financeira do ente público e o impacto psicológico suportado pelos familiares. A Turma Cível majorou a indenização para R$ 150 mil à viúva (de forma reflexa) e R$ 50 mil a cada filho, totalizando R$ 300 mil.

Durante a tramitação, a morte da viúva levou à substituição processual por sua herdeira. O GDF não apresentou defesa contra o recurso interposto pela família.

Com informações de Metrópoles

Toffoli mantém quebras de sigilo, mas coloca documentos sobre Vorcaro sob guarda do Senado

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Brasília — O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que os dados bancários, fiscais e telemáticos colhidos pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS contra o empresário Daniel Vorcaro, do Banco Master, sejam enviados à Presidência do Senado Federal.

Em despacho liminar de 12 de dezembro de 2025, às 22h13, Toffoli decidiu que os documentos permanecerão sob a responsabilidade do senador Davi Alcolumbre (União-AP) até nova deliberação do STF. O ministro também negou pedidos para anular as quebras de sigilo aprovadas pela CPMI e pelo juízo criminal responsável pelo caso.

As investigações da Polícia Federal apuram supostas fraudes no sistema financeiro atribuídas a Vorcaro e estão sob sigilo no Supremo, devido ao possível envolvimento de autoridades com foro privilegiado.

Notas oficiais

Em comunicado, o gabinete de Toffoli informou que Banco Central e Receita Federal foram notificados a encaminhar as informações ao STF para futura análise de mérito.

O presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), reagiu, classificando a decisão como “grave” e afirmando que a retirada dos documentos “enfraquece a investigação” sobre empréstimos consignados que teriam prejudicado aposentados e pensionistas.

A CPMI investiga denúncias de práticas abusivas em contratos de crédito consignado que, segundo parlamentares, geraram perdas significativas para milhões de beneficiários do INSS.

Com informações de Poder360

Gleisi Hoffmann comemora retirada de sanções dos EUA contra Alexandre de Moraes

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A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, afirmou nesta sexta-feira, 12 de dezembro de 2025, que o encerramento das penalidades impostas pelos Estados Unidos ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes representa “um sucesso da democracia brasileira” e resultado direto da atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O comentário foi feito durante o jantar anual do grupo jurídico Prerrogativas, na Casa Natura Musical, bairro de Pinheiros, zona oeste de São Paulo.

Sanções revogadas

Mais cedo, o Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros dos EUA (Ofac) retirou Moraes, sua esposa, a advogada Vivian Barci de Moraes, e a empresa familiar Instituto Lex da Lei Magnitsky. As sanções estavam em vigor desde 30 de julho de 2025, adotadas durante o governo Donald Trump, que criticava a condução do processo do STF contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), condenado por tentativa de golpe de Estado.

Evento do Prerrogativas

O grupo Prerrogativas, formado por profissionais do direito favoráveis ao governo Lula, realiza anualmente o encontro de fim de ano. Na edição de 2025, três autoridades foram homenageadas: o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), o ministro da Fazenda Fernando Haddad (PT) e a ministra do Planejamento Simone Tebet (MDB). Todos são citados como possíveis candidatos ao governo de São Paulo ou ao Senado em 2026.

A confraternização contou com apresentações do cantor Xande de Pilares, da ministra da Cultura Margareth Menezes e da dupla de parodistas Edu Krieger e Natalia Voss.

Ao menos 28 integrantes do Prerrogativas ocupavam cargos no governo federal até agosto de 2024. Entre eles, há nomes filiados ao PT e ao Psol, unidos pelo apoio a Lula.

Com informações de Poder360

Alckmin critica PL da Dosimetria e diz que texto suaviza punições a poderosos

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O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) afirmou nesta sexta-feira (12.dez.2025) que o Projeto de Lei da Dosimetria, aprovado pela Câmara dos Deputados dois dias antes, transmite à sociedade a ideia de “abrandamento” das punições para crimes de colarinho branco. A declaração foi feita durante o jantar anual do grupo Prerrogativas, realizado na Casa Natura Musical, no bairro de Pinheiros, zona oeste de São Paulo.

“Reforça uma sensação na opinião pública de que, quando é pessoa mais simples, é dureza, mas, para o crime do colarinho branco, para os mais poderosos, abranda”, disse Alckmin ao comentar a proposta.

O texto aprovado pela Câmara na madrugada de quarta-feira (10.dez.2025) prevê a redução de penas para condenados por tentativa de golpe de Estado, caso do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), preso desde 22 de novembro. O projeto segue agora para análise do Senado.

Alckmin defendeu que mudanças penais sejam debatidas sem pressa e com caráter duradouro. “Legislação deve ter estabilidade, deve ser mais estrutural, não motivada por questões locais”, afirmou.

Evento do Prerrogativas

Formado por advogados que apoiam o governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o Prerrogativas promove anualmente um jantar de confraternização. Em 2025, três figuras do governo foram homenageadas: o próprio vice-presidente, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), e a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet (MDB). O grupo tem 28 integrantes em cargos públicos desde agosto de 2024 e reúne filiados a PT e Psol.

A celebração contou com apresentações do cantor Xande de Pilares, da ministra da Cultura, Margareth Menezes, e da dupla Edu Krieger e Natalia Voss, conhecida por paródias políticas de clássicos da MPB.

Alckmin, Haddad e Tebet são apontados como nomes cotados para disputar o governo de São Paulo ou uma vaga no Senado nas eleições de outubro de 2026.

Com informações de Poder360

Lula atuou desde a primeira ligação para suspender sanção a Moraes, afirma Alckmin

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São Paulo – O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) declarou nesta sexta-feira (12.dez.2025) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) trabalhou desde o início para retirar o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, da lista de sanções da Lei Magnitsky aplicada pelos Estados Unidos.

Segundo Alckmin, a defesa de Moraes começou na primeira conversa telefônica entre Lula e o ex-presidente norte-americano Donald Trump (Partido Republicano). “Eu estava presente e vi. Lula insistiu em duas pautas: rever tarifas comerciais e suspender a aplicação da Lei Magnitsky”, disse o vice-presidente durante o jantar anual do grupo Prerrogativas, realizado na Casa Natura Musical, no bairro de Pinheiros, zona oeste da capital paulista.

Nova fase de diálogo com os EUA

Alckmin avaliou que a revogação da sanção, oficializada mais cedo, abre “uma avenida de diálogo e negociação” entre Brasília e Washington. “Precisamos construir com os Estados Unidos uma relação de ganha-ganha. É um parceiro comercial importante, com milhares de empresas americanas no país e o maior investidor estrangeiro no Brasil. Também há muitas empresas brasileiras atuando lá”, afirmou.

Evento do Prerrogativas

O grupo Prerrogativas, formado por advogados que apoiam o governo Lula, homenageou neste ano Alckmin, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), e a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet (MDB). Em 2024, a tributada foi a primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja.

A escolha dos três nomes tem reflexo eleitoral: Alckmin, Haddad e Tebet são cotados para disputar o governo paulista ou uma vaga no Senado em outubro de 2026. Até agosto de 2024, ao menos 28 integrantes do Prerrogativas ocupavam cargos no governo federal.

A festa contou com apresentações do cantor Xande de Pilares e da ministra da Cultura, Margareth Menezes. Houve ainda show da dupla Edu Krieger e Natalia Voss, além do lançamento do livro “Nunca Mais”, de Camilo Vannuchi, sobre crimes da ditadura militar (1964-1985).

Com informações de Poder360