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Motta e Alcolumbre discutem reação do Congresso após operação da PF

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Os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), reuniram-se na manhã desta sexta-feira, 12 de dezembro de 2025, para definir uma resposta conjunta do Congresso Nacional à Operação Transparência, deflagrada no mesmo dia pela Polícia Federal.

O encontro ocorreu em Brasília e contou ainda com a participação do ex-presidente do Senado Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Os parlamentares avaliam possíveis medidas políticas diante da investigação que apura irregularidades na destinação de emendas parlamentares.

Alvo da investigação

Entre os investigados está Mariângela Fialek, conhecida como Tuca. Em seu perfil no LinkedIn, ela se apresenta como chefe da Assessoria Especial do Gabinete da Presidência da Câmara desde março de 2021, período em que a Casa era comandada pelo deputado Arthur Lira (PP-AL).

Mesmo com foco inicial na Câmara, lideranças do Senado temem que a apuração alcance a outra Casa legislativa, já que Fialek também teria atuado sob orientação de Alcolumbre. Segundo fontes do Congresso, esse receio motivou a articulação conjunta.

Depoimentos e autorização do STF

O inquérito foi instruído com depoimentos de seis congressistas e de uma servidora da Câmara:

  • senador Cleitinho (Republicanos-MG);
  • deputada Adriana Ventura (Novo-SP);
  • deputado Dr. Francisco (PT-PI);
  • deputado Fernando Marangoni (União Brasil-SP);
  • deputado Glauber Braga (Psol-RJ);
  • deputado José Rocha (União Brasil-BA);
  • servidora Elza Carneiro.

As diligências foram autorizadas pelo ministro Flávio Dino, relator das ações que tratam da transparência das emendas no Supremo Tribunal Federal.

Manifestação de Lira

Procurado, o ex-presidente da Câmara Arthur Lira declarou que não houve desvio de recursos e afirmou que Mariângela Fialek segue vinculada à Presidência da Casa. A GloboNews informou que o celular da assessora foi apreendido pela PF.

Até o fechamento desta reportagem, Mariângela Fialek não havia se pronunciado.

Com informações de Poder360

Globo firma parceria com Magalu Cloud para ampliar distribuição de conteúdo

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O Grupo Globo anunciou nesta sexta-feira, 12 de dezembro de 2025, um acordo estratégico com a Magalu Cloud para reforçar a infraestrutura digital utilizada na distribuição de seus conteúdos. O entendimento foi apresentado durante o evento Cloud Futures 2025, realizado em São Paulo.

Pelo acerto, a plataforma de computação em nuvem do Magazine Luiza passa a integrar a rede de distribuição de conteúdo (CDN) da Globo Technologies e é homologada como uma das provedoras de nuvem do conglomerado de mídia. A expectativa é melhorar o desempenho e a capilaridade da entrega de vídeos e demais produtos digitais da Globo, sobretudo em áreas afastadas dos grandes centros, aproveitando mais de 300 pontos de presença (PoPs) da CDN espalhados pelo país.

“Essa integração representa um avanço importante na proposta de valor das empresas, fortalece o ecossistema de tecnologia nacional e reafirma nosso compromisso com a inovação”, afirmou André Fatala, vice-presidente de plataformas digitais do Magalu.

Para Maurício Felix, diretor das Plataformas Core de Tecnologia e Segurança da Informação da Globo, a parceria “oferece uma solução robusta, eficiente e com ampla cobertura nacional, que fortalece a infraestrutura digital brasileira e agrega valor às empresas que operam nesse ambiente”.

Aquisição de IA e novos serviços

No mesmo evento, a Magalu Cloud revelou a compra da Movestax, plataforma reconhecida pela agilidade na experiência de desenvolvimento, para impulsionar os investimentos em inteligência artificial. A empresa também apresentou a nova linha de Produtos para Desenvolvedores, que inclui o Magalu Kubernetes Engine (MKE) e serviços de banco de dados totalmente gerenciados.

O CEO do grupo Magalu, Frederico Trajano, destacou que a nuvem da companhia “é brasileira, com infraestrutura feita para o Brasil”. Segundo ele, o país precisa desenvolver tecnologia própria para garantir a segurança dos dados dos cidadãos e não “ficar refém de decisões externas”. Trajano dividiu o palco de abertura com a presidente do conselho, Luiza Helena Trajano; o vice-presidente André Fatala; o diretor de dados e IA, Caio Gomes; e os diretores da Magalu Cloud, Christian Kiko Reis e Alexandre Mandl.

Com informações de Poder360

Flamengo comemora união de clubes contra novos gramados sintéticos

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O Flamengo informou nesta sexta-feira (12.dez.2025) que está “satisfeito” com o respaldo de equipes da Série A à proposta de suspender a homologação de novos gramados sintéticos no Campeonato Brasileiro.

Segundo nota divulgada pelo clube carioca, a medida aprovada no Conselho Técnico da competição, em 11 de dezembro, representa o primeiro passo para a criação de um “Padrão de Qualidade de Gramados Naturais de primeiro mundo” a ser definido por um grupo de trabalho da CBF.

Argumentos do Flamengo

No documento, o Flamengo sustenta que:

  • opiniões de jogadores, como Neymar, Gabigol e Thiago Silva, devem ser consideradas decisivas;
  • a melhoria da manutenção dos campos naturais é solução mais adequada que o uso de piso artificial;
  • a Fifa não permite gramados sintéticos em suas principais competições.

Resposta do Palmeiras

Também nesta sexta (12.dez), o Palmeiras publicou mensagem no Instagram defendendo o gramado sintético do Allianz Parque, em São Paulo. O clube paulista apresentou dados que indicam média anual de lesões inferior à de equipes que atuam em campos naturais e comparou o índice ao de clubes europeus.

Na postagem, o Palmeiras ainda citou críticas ao gramado do Maracanã feitas por jogadores — entre eles atletas do próprio Flamengo — e questionou se a iniciativa rubro-negra visa apenas “prejudicar adversários”.

Até o momento, a CBF não anunciou decisão definitiva. A entidade confirmou apenas a criação do grupo de trabalho que discutirá critérios para gramados naturais e o futuro dos campos sintéticos no país.

Com informações de Poder360

Eduardo Bolsonaro lamenta retirada de Moraes da lista Magnitsky e diz que seguirá em campanha

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Brasília – O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) manifestou nesta sexta-feira (12.dez.2025) “profundo pesar” com a decisão do governo dos Estados Unidos de retirar o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes e familiares da lista de sanções prevista pela Lei Magnitsky.

Em mensagem publicada nas redes sociais, o parlamentar, que está nos EUA desde fevereiro de 2025, afirmou ter “recebido com pesar” o anúncio feito por Washington.

A nota divulgada em conjunto com o comentarista Paulo Figueiredo agradece o ex-presidente Donald Trump “pelo apoio demonstrado ao longo deste processo” e critica o que classificam como falta de unidade política no Brasil para enfrentar “problemas estruturais”.

“Continuaremos trabalhando com firmeza e determinação para encontrar um caminho que permita a libertação de nosso país, pelo tempo que for necessário e apesar das circunstâncias adversas”, diz o texto assinado pelos dois.

O comunicado termina com a frase: “Que Deus abençoe a América e tenha misericórdia do povo brasileiro”.

Com informações de Poder360

Espetáculo de Natal da Igreja Batista de Prestonwood cobra até R$ 383 e enfrenta críticas nos EUA

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A Igreja Batista de Prestonwood, sediada em Plano, no Texas, voltou a ser alvo de debates nas redes sociais após divulgar os valores dos ingressos para o The Gift of Christmas, tradicional apresentação natalina de quase duas horas.

O espetáculo, conhecido pela grandiosidade de efeitos especiais, Papai Noel voando e animais vivos, vende entradas que variam de US$ 20 a US$ 71 — o equivalente a até R$ 383 na cotação atual. O custo elevado gerou questionamentos principalmente no TikTok, onde usuários apontaram a dificuldade de famílias inteiras arcarem com o valor.

“Como uma família de quatro pessoas tem que gastar 200 dólares para ir e isso é considerado ação social? Jesus viraria as mesas”, escreveu um internauta. Outro comentou: “Nunca vi uma igreja cobrar tão alto para um evento social”.

Em entrevista à revista Texas Monthly, o pastor de louvor Kaleb Moore afirmou que “nada é extravagante demais para Cristo” e que a instituição busca oferecer a “melhor experiência possível” ao público.

A megachurch também se vê envolvida em discussões políticas. A Prestonwood mantém relações próximas com líderes conservadores e com o movimento MAGA. Recentemente, enfrentou críticas por exibir, poucos dias após a morte do influenciador Charlie Kirk, uma mensagem criada por inteligência artificial em homenagem a ele.

Com informações de Metrópoles

CBF suspende novos gramados sintéticos, e Flamengo comemora decisão

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A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) decidiu, nesta sexta-feira, 12 de dezembro, interromper a homologação de novos gramados sintéticos para a Série A do Campeonato Brasileiro. A medida foi aprovada no Conselho Técnico da competição realizado em 11 de dezembro de 2025.

O Flamengo foi o primeiro clube a solicitar formalmente o fim da superfície artificial. Após a deliberação da CBF, o time carioca divulgou nota de agradecimento, afirmando que “2026 será o marco da retomada da excelência brasileira, onde o campo poderá ser, finalmente, uma superfície aliada do talento e da técnica”.

Debate entre os clubes

Antes da decisão, o Flamengo havia lançado o comunicado “Grama ou plástico?”, defendendo o gramado natural como padrão de alta performance. A iniciativa gerou reação de equipes que utilizam piso sintético, como Palmeiras, Athletico-PR, Atlético-MG, Botafogo e Chapecoense. O Palmeiras, em tom de provocação, publicou nas redes sociais a mensagem “Sintético ou buraco?”.

Na nota, o Flamengo reforça três pontos:

• a soberania da opinião dos atletas, citando Neymar, Gabigol e Thiago Silva;
• a necessidade de um padrão de manutenção para gramados naturais;
• estudos da FIFA que, segundo o clube, indicam a inadequação do sintético para competições de elite.

A CBF ainda anunciou a criação de um grupo de trabalho para estabelecer um “Padrão de Qualidade de Gramados Naturais de Primeiro Mundo”. O Flamengo informou que seguirá colaborando com a entidade para a transição e melhoria dos campos.

Com informações de Metrópoles

Ibaneis confirma nova redução de interstício e convoca 2.158 servidores da segurança pública

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O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), assinou nesta sexta-feira (12/12) a redução do interstício — tempo mínimo entre promoções — para policiais militares e bombeiros do DF. A medida foi oficializada durante cerimônia no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília.

Segundo o Executivo local, o ajuste busca valorizar as carreiras, evitar que militares da ativa passem para a reserva e abrir novas vagas nas corporações. O governador já havia anunciado a intenção em setembro, em evento em homenagem ao Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF). À época, ele mencionou a possibilidade de nova análise para outra redução em abril de 2026.

Convocação de novos profissionais

No mesmo ato, Ibaneis convocou 2.158 novos integrantes das forças de segurança, com nomeação prevista para 29 de dezembro de 2025. Serão chamados:

  • 1.239 praças da Polícia Militar do DF (PMDF);
  • 680 agentes da Polícia Civil do DF (PCDF);
  • 89 praças do Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF);
  • 150 policiais penais da Secretaria de Administração Penitenciária (Seape-DF).

Durante o discurso, o governador destacou esforços para unificar as forças de segurança e elogiou os índices de criminalidade recentes. Ele também reiterou compromissos de trabalhar pela paridade salarial com a Polícia Federal (PF) e revisar o Código Penal, iniciando pelas audiências de custódia.

Recursos federais garantidos

O chamamento só foi possível após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionar, em 1º de dezembro, o projeto que autoriza verba federal para custear as novas contratações. Como PMDF, PCDF e CBMDF são financiadas pela União, qualquer nomeação ou reajuste depende de aval do Palácio do Planalto e do Congresso Nacional. Na mesma data, Lula editou medida provisória que concede reajuste salarial aos policiais civis, militares e bombeiros do DF.

Além das contratações anunciadas, o Governo do Distrito Federal reservou recursos para novos policiais penais. Ibaneis ainda prometeu implantar entre 40 e 50 escolas cívico-militares na rede pública local.

Com informações de Metrópoles

Mãe de Isabella Nardoni afirma que seguirá com medidas legais contra Carol Lekker

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São Paulo — Ana Carolina Oliveira, mãe de Isabella Nardoni, confirmou que continuará buscando responsabilização judicial contra Carol Lekker, recém-expulsa do reality show A Fazenda 17. A declaração foi dada após a saída da ex-peoa, que deixou o programa na última semana por agredir a participante Duda Wendling.

“Deve responder juridicamente”

“Mantenho minha posição de que Carol Lekker deve responder juridicamente pelas falas e ameaças dirigidas ao enteado. Na minha visão, a saída da participante do programa já deveria ter ocorrido no momento em que ela fez declarações graves sobre ele, para que pudesse responder às autoridades competentes”, afirmou Ana Carolina ao portal Metrópoles.

Relembre a polêmica

Em outubro, ainda confinada, Carol Lekker simulou uma tesoura com os dedos e disse que cortaria o órgão genital do enteado de 4 anos. A cena gerou forte repercussão. Indignada, Ana Carolina protocolou pedido de apuração às autoridades e encaminhou ofício à Rede Record solicitando investigação interna e a expulsão da participante.

“Essa mulher falou isso em um programa de muita visibilidade. Lamento que ainda esteja nesse lugar e que os órgãos responsáveis não a tenham acionado para que fosse responsabilizada por esses atos”, declarou na ocasião.

Motivo da expulsão

A expulsão de Carol Lekker ocorreu após ela tentar aplicar um mata-leão em Duda Wendling, que havia mexido em seus pertences. Segundo a TV Record, a atitude violou regras do reality e colocou em risco a integridade física da colega. O aviso foi lido pela Fazendeira Saory Cardoso, diante dos demais participantes.

Apesar da retirada de Lekker da competição, Ana Carolina reforçou que o processo envolvendo as ameaças contra o enteado segue “sendo encaminhado às instâncias competentes”.

Com informações de Metrópoles

Ministro Flávio Dino chama de “inusitada” tentativa da Câmara de manter mandato de Zambelli

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Brasília, 12.dez.2025 – O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), classificou como “surpreendente” e “inusitada” a decisão da Câmara dos Deputados de não declarar a perda de mandato da deputada Carla Zambelli (PL-SP), condenada criminalmente por invadir o sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Ao votar no plenário virtual da 1ª Turma, Dino acompanhou o relator Alexandre de Moraes e reafirmou que o Legislativo tentou, sem respaldo legal, desfazer uma decisão do STF já transitada em julgado. “As prerrogativas parlamentares não se sobrepõem ao texto constitucional”, sustentou o ministro.

Mandato deve ser cassado de forma automática

Dino argumentou que a Constituição determina a perda do mandato em caso de condenação definitiva, não cabendo à Câmara deliberar sobre o cumprimento dessa regra. Para ele, manter o assento paulista ocupado “artificialmente” reduziu a representação de São Paulo a 69 deputados, violando o direito dos eleitores.

O ministro também citou trechos de decisões anteriores que apontam ser “inconcebível” o exercício do mandato à distância, já que Zambelli está fora do país. Ela se encontra presa na Itália desde junho.

Impacto financeiro e suplência

Dino destacou que, após o trânsito em julgado, a estrutura do gabinete de Zambelli consumiu mais de R$ 547 mil dos cofres públicos, valor que qualificou como desperdício incompatível com os princípios da moralidade e da eficiência administrativa.

Ele defendeu a posse imediata do suplente Adilson Barroso (PL-SP), classificando a medida como necessária “sob os pontos de vista político, social e fiscal”. Com o voto de Dino, a 1ª Turma formou maioria para confirmar a decisão de Moraes e cassar a deputada.

Caso Zambelli

Carla Zambelli deixou o Brasil em 3 de junho de 2025. No dia seguinte, Moraes determinou sua prisão preventiva. A parlamentar foi condenada em dois processos no STF: 10 anos por invasão ao sistema do CNJ e falsidade ideológica; e 5 anos e 3 meses por porte ilegal de arma de fogo e constrangimento ilegal. Ela aguarda audiência de extradição na Itália, marcada para 18 de dezembro.

Com informações de Poder360

Excesso de oferta zera preços de eletricidade na França em 8 de dezembro

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Os preços da eletricidade no mercado de curto prazo da França chegaram a zero em 8 de dezembro, garantindo horas de energia gratuita aos consumidores. A combinação de demanda reduzida, inverno ameno e elevada produção de fontes nuclear e renováveis provocou a sobreoferta, segundo a operadora de rede RTE.

De acordo com a RTE, a indústria francesa consome menos eletricidade desde a crise energética de 2022, enquanto a geração eólica, solar e hidráulica avançou. No mesmo período, as usinas nucleares operaram em torno de 85% de sua capacidade, reforçando ainda mais o excedente.

O resultado foi a cotação mais baixa desde 2018, contraste com o pico verificado há três anos, quando o país enfrentou encarecimento do insumo e corte de produção em diferentes setores.

Matriz energética francesa

A França mantém uma das maiores participações nucleares do mundo, responsável por cerca de 65% da eletricidade gerada em 2023. As fontes renováveis somaram 24%, elevando para 92% a fatia de energia considerada limpa — a mais alta do G20, à frente do Brasil (91%) e do Canadá (81%), conforme dados da Ember Climate.

O peso do nuclear, entretanto, diminuiu ao longo das últimas duas décadas: foi de 78% em 2000 para os atuais 65%. No mesmo intervalo, as renováveis saltaram de 12% para 24%.

Desafio da oferta excedente

A RTE alerta que a desaceleração econômica pós-pandemia e a expansão ainda tímida de projetos de eletrificação agravam o desequilíbrio entre oferta e demanda. Para mitigar o problema, a operadora sugere acelerar iniciativas de descarbonização, como veículos elétricos e produção de hidrogênio, em articulação com outros países europeus.

Em 2024, a França bateu recorde de exportação de energia. Para 2025, a previsão é superar essa marca, atingindo 82 TWh exportados até novembro. Mesmo assim, a infraestrutura de transmissão limitada pode exigir mais capacidade de modulação, o que afeta a rentabilidade de usinas quando operam abaixo do pleno funcionamento.

A RTE também projeta aumento da demanda elétrica no fim desta década, o que exigirá reforço da rede e novos projetos de baixo carbono.

Com informações de Poder360