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Nova espécie de sapo de 11 mm recebe nome de Brachycephalus lulai em tributo a Lula

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Uma equipe de pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e da Universidade Federal do Paraná (UFPR) descreveu uma nova espécie de anfíbio brasileiro, o Brachycephalus lulai, conhecido popularmente como sapinho-abóbora. O nome científico presta homenagem ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Descoberta e características

O sapo mede, em média, 11 mm e apresenta coloração laranja intensa. Ele foi localizado na floresta da Serra do Quiriri, na porção que abrange o município de Garuva, em Santa Catarina.

Com essa descoberta, o gênero Brachycephalus passa a reunir 36 espécies catalogadas. O estudo que formaliza a descrição, resultado de sete anos de expedições de campo no sul do país, foi publicado na última quarta-feira (10/12) no periódico científico PLOS One.

Canto de acasalamento singular

Além da coloração marcante, o fator que mais atraiu a atenção dos cientistas foi o canto de acasalamento. Diferentemente de outros representantes do gênero, os machos do B. lulai se reúnem e emitem apenas duas rajadas curtas de som para atrair as fêmeas.

Tomografias computadorizadas e análises de DNA confirmaram que se trata de uma espécie até então não registrada.

Conservação

Os pesquisadores relatam que, no momento, não há sinais de declínio populacional nem ameaças iminentes à sobrevivência do sapo. Mesmo assim, recomendam a criação do Refúgio de Vida Silvestre Serra do Quiriri, unidade de conservação de proteção integral que não exigiria desapropriação de terras e poderia beneficiar outras espécies endêmicas e ameaçadas da região.

Com a proposta, os autores pretendem assegurar a manutenção e, possivelmente, a melhoria do estado de conservação desses anuros exclusivos da Serra do Quiriri.

Com informações de Metrópoles

Caetano Veloso convoca novo ato musical no Rio contra o PL da Dosimetria

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Rio de Janeiro – O cantor e compositor Caetano Veloso anunciou, nas redes sociais, a realização de um ato musical contra o Projeto de Lei da Dosimetria, proposta que, segundo críticos, poderia reduzir penas de condenados pelos atos de 8 de janeiro e beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro.

A mobilização está marcada para as 14h de domingo (data não divulgada no post), na orla de Copacabana, entre os Postos 4 e 5. A convocação foi publicada na quinta-feira (11/12) com a mensagem: “Rio de Janeiro nas ruas. Vamos devolver o Congresso para o povo”. Novas informações sobre as atrações serão divulgadas em breve pelos organizadores.

Ato Musical 2: O Retorno

Batizado de Ato Musical 2: O Retorno, o encontro é apresentado como uma continuidade da manifestação realizada em 21 de setembro, quando Caetano e artistas como Djavan, Chico Buarque, Gilberto Gil, Ivan Lins e Lenine protestaram contra a chamada PEC da Blindagem, proposta que buscava dificultar o andamento de processos criminais contra parlamentares.

Discurso em Brasília

Na mesma quinta-feira (12/12), Caetano Veloso subiu ao palco do Festival Estilo Brasil, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília, e falou sobre a importância da capital federal para o país. Parte da plateia reagiu ao discurso com gritos de “sem anistia”.

Mais detalhes sobre o ato de Copacabana serão divulgados nas plataformas oficiais do artista e de coletivos envolvidos na organização.

Com informações de Metrópoles

Operação da PF contra ex-assessora de Arthur Lira teve base em depoimentos de seis deputados

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A operação deflagrada pela Polícia Federal na sexta-feira, 12 de dezembro de 2025, contra a ex-assessora de Arthur Lira (PP-AL) foi embasada em depoimentos de seis parlamentares e de uma servidora da Câmara dos Deputados. A investigação apura supostas irregularidades na distribuição de emendas parlamentares.

As diligências foram autorizadas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino, relator dos processos que tratam de transparência das emendas. Segundo a decisão, há “indícios robustos” de que Mariângela Fialek, conhecida como Tuca, atuava no controle das verbas.

A PF cumpriu dois mandados de busca e apreensão: um no gabinete utilizado por Tuca na Câmara e outro na residência dela. O telefone celular da investigada foi recolhido.

Quem prestou depoimento

A corporação ouviu os deputados Glauber Braga (Psol-RJ), José Rocha (União Brasil-BA), Adriana Ventura (Novo-SP), Fernando Marangoni (União Brasil-SP), Dr. Francisco (PT-PI) e Cleitinho Azevedo (Republicanos-MG), além da servidora Elza Carneiro, da Comissão de Integração Nacional.

Principais suspeitas apontadas

Nos relatos, os congressistas citaram:

  • pressão política para direcionar emendas;
  • entrega de listas com valores sem identificação de beneficiários ou autores;
  • concentração de indicações no estado de Alagoas, base eleitoral de Lira;
  • decisões tomadas fora das comissões e sem transparência;
  • centralização de planilhas e minutas nas mãos de Tuca.

Para Flávio Dino, o material sugere a existência de uma estrutura organizada para redirecionar emendas, com possíveis crimes de peculato, falsidade, corrupção e desvios funcionais.

Posicionamentos

Procurado, Arthur Lira afirmou que não houve desvios e que Tuca é servidora vinculada à Presidência da Câmara. A ex-assessora não se manifestou; seu celular foi apreendido pelos agentes.

Vencimentos da investigada

Dados do portal da Câmara indicam que Tuca recebe salário bruto de R$ 23.732,92 (R$ 17.425,17 líquidos) e benefícios de R$ 1.784,42.

Com informações de Poder360

Boulos diz que Congresso tem força para extinguir escala 6×1 até o 1º semestre de 2026

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Brasília — O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, afirmou nesta sexta-feira (12.dez.2025) que o Congresso Nacional já reúne condições políticas para aprovar o fim da jornada de trabalho em regime 6 × 1 no primeiro semestre de 2026.

Em conversa com jornalistas, Boulos citou o discurso do senador Cleitinho (Republicanos-MG) — aliado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) — como exemplo de que o tema extrapola divisões ideológicas. O parlamentar relatou, em plenário, que o pai trabalhou em escala 7 × 0 até os 70 anos e morreu sem conseguir conviver com a família, declaração que repercutiu nas redes sociais e recebeu elogios até de adversários políticos.

Relatório preferido pelo Planalto

Segundo o ministro, o governo considera o parecer do deputado Augusto Coutinho (Republicanos-PE) o mais alinhado às diretrizes do Palácio do Planalto. “Coutinho foi absolutamente sensível à pauta dos motoristas, dialogou com o Ministério do Trabalho e incorporou propostas do governo e dos trabalhadores”, afirmou.

Pontos inegociáveis

Boulos reiterou três exigências consideradas irredutíveis pelo Executivo para qualquer texto:

  • limite máximo de escala 5 × 2 (cinco dias de trabalho e dois de folga);
  • redução da jornada semanal para, no máximo, 40 horas;
  • manutenção dos salários, sem cortes.

A proposta é mais moderada que a PEC da deputada Erika Hilton (Psol-SP), que prevê 36 horas semanais distribuídas em quatro dias.

Caminho mais rápido

O ministro informou que a equipe do governo avalia qual via legislativa é mais ágil — projeto de lei ou proposta de emenda à Constituição. “Se for possível por projeto de lei, é mais fácil: não precisa de dois turnos nem de 308 votos”, disse.

Pressão popular

Para Boulos, a popularidade da medida cria constrangimento para parlamentares contrários. Ele mencionou audiência na Comissão de Finanças e Tributação, onde, segundo ele, nenhum deputado da base bolsonarista apareceu. Pesquisa Datafolha citada pelo ministro indica que quase 70% da população apoia a redução da jornada, incluindo 59,4% dos eleitores de direita; 64% defendem especificamente o fim da escala 6 × 1.

Boulos comparou a expectativa de celeridade ao ritmo da votação da dosimetria penal, aprovada na Câmara em poucas horas. “Se houver vontade, o fim da 6 × 1 também pode ser votado no semestre”, declarou.

Prioridade de Lula

O ministro ressaltou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva considera a pauta urgente. Mesmo reconhecendo que o segundo semestre de 2026 será marcado pelo período pré-eleitoral, Boulos mantém otimismo: “Sendo possível em 2026, excelente”.

Ele acrescentou que a experiência do projeto do Imposto de Renda zero, lançado em dezembro de 2024, mostrou que o mercado reage, mas a mobilização popular é decisiva. A expectativa do Planalto é repetir a pressão para acelerar a mudança na legislação trabalhista.

Não há, até o momento, data definida para a votação, mas o governo trabalha para consolidar apoio ainda no início de 2026.

Com informações de Poder360

Flávio Dino indica que ex-assessora de Arthur Lira desviava emendas sob ordens diretas

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino afirmou que Mariângela Fialek, conhecida como Tuca e ex-assessora do deputado federal Arthur Lira (Progressistas-AL), agia sob instruções diretas no suposto desvio de emendas parlamentares.

A declaração aparece na decisão que embasou a operação “Transparência”, da Polícia Federal (PF), deflagrada na sexta-feira (12/12), com mandados de busca e apreensão na Câmara dos Deputados. O inquérito apura possíveis irregularidades na execução de emendas do Orçamento da União.

De acordo com Dino, depoimentos colhidos pela PF indicam que Fialek “opera diretamente o encaminhamento de emendas, agindo em nome do então presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira”. O ministro destacou que, mesmo após a mudança na Presidência da Casa, a ex-assessora manteve as funções.

O despacho menciona ainda que a atividade da servidora foi exercida sem autorização do presidente da comissão responsável, deputado José Rocha (União-BA), “por determinação direta” de Lira. Para o ministro, há “fortes indícios” de uma estrutura organizada para direcionar emendas de forma irregular.

Arthur Lira não é alvo da operação. As investigações tiveram início após depoimentos prestados à PF pelos deputados Glauber Braga (Psol-RJ), José Rocha (União-BA), Adriana Ventura (Novo-SP), Fernando Marangoni (União-SP) e Dr. Francisco (PT-PI), além do senador Cleitinho (Republicanos-MG).

A apuração segue sob responsabilidade da Polícia Federal, com supervisão do Supremo Tribunal Federal.

Com informações de Metrópoles

Depoimento de Glauber Braga sustenta operação da PF contra ex-assessora de Arthur Lira

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A Polícia Federal cumpriu, nesta sexta-feira (12/12), mandados de busca e apreensão autorizados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em inquérito que apura desvio de emendas parlamentares. O principal alvo é a ex-assessora do ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL), Mariângela Fialek, conhecida como “Tuca”. A investigação tem como base o depoimento do deputado Glauber Braga (PSOL-RJ), colhido pela PF.

Braga relatou aos investigadores que um grupo restrito de deputados e senadores ligado à antiga Presidência da Câmara passou a controlar aproximadamente R$ 50 bilhões do Orçamento por meio de emendas. Segundo ele, recursos identificados como emendas de relator (R2) e de bancada (R9) teriam sido transferidos de forma irregular para emendas de comissão, contrariando decisões do STF.

Lista de emendas sob suspeita

No depoimento, o parlamentar citou episódio envolvendo o deputado José Rocha (União Brasil-BA), então presidente de uma comissão. Rocha teria recebido da Presidência da Câmara uma lista para liberação de emendas que alterava acordos firmados pelos demais membros do colegiado. Ao recusar a execução, ele teria sido pressionado por Lira, que ameaçou destituí-lo do cargo.

Braga afirmou que uma secretária de Lira — que ele acredita ser Mariângela Fialek — levava pessoalmente a lista às comissões. Mesmo após a troca no comando da Câmara, Tuca teria permanecido responsável pelo encaminhamento das emendas, de acordo com decisão do ministro Flávio Dino, que citou o depoimento dos parlamentares ao autorizar a operação.

Destinação concentrada em Alagoas

O deputado do PSOL destacou o volume de recursos destinados a municípios de Alagoas aliados de Lira, como Barra de São Miguel, Maragogi, Feliz do Deserto, Novo Lino, Junqueiro e Rio Largo. Ele apontou que Rio Largo, com cerca de 70 mil habitantes, recebeu aproximadamente R$ 90 milhões do chamado orçamento secreto entre 2019 e 2022, dos quais R$ 19 milhões teriam sido indicados diretamente por Lira.

Braga também mencionou o ex-prefeito de Rio Largo, Gilberto Gonçalves, aliado de Lira, preso quatro vezes — uma delas por fatos relacionados ao orçamento secreto, segundo o parlamentar.

Anomalia na Comissão de Turismo

Outro ponto citado pelo deputado foi a Comissão de Turismo da Câmara. Após o STF suspender uma lista de pagamentos, Alagoas apareceu como estado mais beneficiado, apesar de não haver parlamentares alagoanos no colegiado. Para Braga, o fato indicaria interferência direta de Lira.

Glauber Braga teve o mandato suspenso por seis meses nesta semana por quebra de decoro e afirmou que sofre perseguição do ex-presidente da Câmara devido às críticas que fez à falta de transparência na liberação das emendas.

Com informações de Metrópoles

Tarcísio acusa Enel de deixar São Paulo “refém” depois de vendaval cortar luz de 1,4 milhão de clientes

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O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), afirmou na quinta-feira (11.dez.2025) que o Estado está “refém” da Enel devido à lentidão no restabelecimento de energia elétrica após o vendaval que atingiu a Grande São Paulo na quarta (10.dez). As rajadas chegaram a 98,1 km/h e deixaram quase 1,4 milhão de imóveis sem luz, sendo cerca de 1 milhão apenas na capital.

“Não podemos ficar reféns. Todo evento climático repete o problema. Qual a previsibilidade? Quando a energia será restabelecida? As pessoas ficam dias sem luz”, declarou o governador, prevendo que a normalização levará “alguns dias”.

Equipes insuficientes

Tarcísio criticou o número de equipes de campo disponibilizadas pela concessionária. Segundo ele, os efetivos passaram de 1.200 para 1.600, mas continuam “absolutamente insuficientes” diante dos 2,2 milhões de consumidores que chegaram a ficar sem fornecimento logo após a tempestade.

O governador disse ter sugerido ao Ministério de Minas e Energia e à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) a abertura de processo de caducidade e até intervenção federal na empresa. Para ele, a área atendida pela Enel é extensa demais para uma única operadora e o contrato, que vence em 2028, deveria ser dividido para incentivar investimentos e modernizar a rede.

Impacto em serviços públicos

A interrupção no fornecimento refletiu no trânsito da capital, onde cerca de 300 semáforos ficaram apagados; 260 devido à falta de energia, 28 por falhas técnicas e o restante em amarelo piscante, segundo a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). O vendaval também derrubou ao menos 231 árvores.

Nos aeroportos de Guarulhos e Congonhas, 344 voos foram cancelados entre quarta (10.dez) e a manhã de quinta (11.dez). Guarulhos registrou 15 partidas e 39 chegadas canceladas; Congonhas teve 31 chegadas e 15 partidas suspensas. Passageiros formaram longas filas e alguns passaram a noite nos terminais. Houve reflexos ainda nos aeroportos do Rio de Janeiro e de Brasília.

O abastecimento de água também foi comprometido. Sem eletricidade, bombas da Sabesp pararam de operar em bairros como Americanópolis, Cangaíba, Parelheiros, Parque do Carmo, Parque Savoy, Sacomã, Vila Clara, Vila Formosa e Vila Romana. Na região metropolitana, Itapecerica da Serra, Guarulhos, Cajamar, Mauá e Santa Isabel enfrentaram problemas semelhantes.

O impasse sobre a renovação da concessão permanece. A Enel pleiteia prorrogação por mais 30 anos, proposta que o governo paulista rejeita alegando falta de estímulo a investimentos.

Com informações de Poder360

Deputado André Fernandes é xingado por passageira em Fortaleza e responde com ironia

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Fortaleza (CE) – O deputado federal André Fernandes (PL-CE) registrou em vídeo o momento em que foi alvo de insultos de uma passageira no Aeroporto Internacional Pinto Martins, na quinta-feira, 11 de dezembro de 2025. Ao publicar as imagens, o parlamentar ironizou a autora dos ataques, chamando-a de “turma do amor”.

Fernandes caminhava pelo saguão ao lado da deputada Dayane Pimentel (União-BA) quando a mulher, não identificada, começou a filmá-lo e a proferir ofensas como “golpista”, “verme”, “lixo”, “ridículo”, “otário” e “babaca”. Nenhum dos deputados reagiu às agressões verbais.

Nos 39 segundos gravados pelo congressista, a passageira aparece irritada e, ao perceber que estava sendo filmada, acerta um tapa no celular usado por Fernandes, interrompendo a gravação. Não houve registro de contato físico direto contra os parlamentares.

Em outro vídeo, feito pela própria mulher, ela afirma estar sob a segunda medida protetiva, acusa o deputado de minimizar casos de violência contra mulheres e prevê que ele ficará sem mandato em 2026. A passageira também menciona o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), dizendo que “o Bolsonaro tá preso”, e provoca o parlamentar ao perguntar se ele “está depilado”.

O questionamento faz referência a um vídeo gravado por Fernandes antes de ingressar na política, no qual ele demonstrava um método de depilação anal. Em setembro de 2024, o deputado declarou à imprensa que se arrependeu da publicação: “Todo mundo tem coisas na vida que fez e se arrependeu. Isso é do ser humano”.

O jornalista Donizete Arruda divulgou os vídeos nas redes sociais e classificou o episódio como “agressões inaceitáveis com ataques de homofobia, misoginia e outros crimes”.

A reportagem não obteve informações sobre eventual identificação da passageira ou registro policial após o ocorrido.

Com informações de Poder360

Adolescente de 17 anos mata pai com facada no peito em Maringá

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Um adolescente de 17 anos foi apreendido após matar o próprio pai, de 41, na madrugada desta quinta-feira (11/12), em Maringá, no norte do Paraná. Segundo a Polícia Militar (PM), o jovem golpeou o peito da vítima com uma faca, exatamente sobre uma tatuagem que trazia o nome do filho.

Ainda de acordo com a PM, o homem dormia quando foi atacado. Além do ferimento no tórax, ele sofreu cortes na cabeça e nas costas. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, mas o óbito foi constatado no local.

Após o crime, o adolescente fugiu e procurou atendimento médico em uma unidade de saúde da região devido a um corte na mão. No hospital, ele foi localizado pelos policiais e confessou o homicídio.

A mãe do jovem relatou que pai e filho haviam discutido na tarde anterior. Horas depois do desentendimento, o adolescente cometeu o ataque e deixou a residência.

O caso é investigado pela Polícia Civil do Paraná.

Com informações de Metrópoles

Moraes vota no STF para transformar em réus acusados de tentativa de bomba no Aeroporto de Brasília

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Brasília — O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou para aceitar a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) e tornar réus os três homens apontados como responsáveis pela tentativa de atentado no Aeroporto Internacional de Brasília, ocorrida na véspera de Natal de 2022.

O julgamento, realizado em ambiente virtual, começou nesta sexta-feira (12/12). Após o voto do relator, os demais integrantes da Primeira Turma têm até as 23h59 da próxima sexta-feira (19/12) para registrar seus posicionamentos.

Quem são os acusados

Passam a responder à ação penal o empresário George Washington de Oliveira Sousa, o motorista de aplicativo Alan Diego dos Santos Rodrigues e o blogueiro e jornalista Wellington Macedo de Souza. O trio já havia sido condenado pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), mas parte do processo — referente aos crimes de associação criminosa armada, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado e atentado contra a segurança de transporte aéreo — foi encaminhada ao STF.

Argumentos da PGR

Na denúncia, a PGR sustenta que:

  • Wellington Macedo dirigiu o veículo que transportou o explosivo até o aeroporto;
  • Alan Diego confessou ter instalado o artefato no caminhão-tanque estacionado no local;
  • George Washington investiu cerca de R$ 60 mil em armas e explosivos, pesquisou sobre o tema na internet e participou do planejamento do atentado.

Explosivo desarmado na véspera de Natal

Em 24 de dezembro de 2022, equipes da Polícia Militar do Distrito Federal, Corpo de Bombeiros, Polícia Federal e Polícia Civil localizaram e desativaram uma bomba presa a um caminhão-tanque nas proximidades do aeroporto. O artefato, segundo a polícia, tinha potencial para causar graves danos, mas não explodiu por falha técnica.

Motivação apontada pela acusação

De acordo com o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), os três agiram inconformados com o resultado da eleição presidencial de 2022. A intenção seria provocar uma comoção social que levasse à decretação de estado de sítio e a uma intervenção militar, retirando do poder o então presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva.

Condenados inicialmente a regimes de cumprimento de pena mais brando, os acusados voltaram a ser presos por decisão de Moraes. Com o voto do ministro no STF, o processo agora avança para a fase de instrução, caso a Primeira Turma acompanhe o relator.

Com informações de Metrópoles