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Votações sobre cassação expõem fissura entre Centrão e direita na Câmara

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Brasília – 11.dez.2025 (quinta-feira), 14h53. As últimas deliberações do plenário da Câmara, que mantiveram o mandato da deputada Carla Zambelli (PL-SP) e aplicaram suspensão de seis meses ao deputado Glauber Braga (Psol-RJ), evidenciaram divisão entre partidos de centro, centro-direita e direita.

Votação de Carla Zambelli

Para cassar Zambelli eram necessários 257 votos; o painel registrou 227 favoráveis e 170 contrários, 30 a menos que o mínimo exigido. Entre os votos pela perda de mandato, 93 vieram de legendas de centro, centro-direita e direita; 76 deles de MDB, PP, Republicanos e União Brasil – siglas associadas ao Centrão.

Zambelli está presa na Itália desde junho de 2025, quando deixou o Brasil após ser condenada pelo Supremo Tribunal Federal em dois processos: invasão ao sistema do Conselho Nacional de Justiça e falsidade ideológica (pena de 10 anos) e porte ilegal de arma com constrangimento ilegal (5 anos e 3 meses). A audiência de extradição está marcada para 18 de dezembro.

Processo contra Glauber Braga

No dia 10.dez, os deputados analisaram a cassação de Glauber Braga por quebra de decoro, relacionada a um episódio de abril de 2024 em que o parlamentar expulsou a chutes um integrante do Movimento Brasil Livre (MBL) das dependências do Congresso. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), pautou o caso para 9.dez; em protesto, Braga ocupou a Mesa Diretora e acabou retirado à força do plenário.

Durante a sessão, prevaleceu um destaque do Psol que substituiu a cassação por suspensão de seis meses. A proposta foi aprovada por 226 votos a 220. Na votação final, 318 parlamentares apoiaram a suspensão. Desse total, 177 eram de partidos de centro, centro-direita e direita, sendo 125 do MDB, PP, Republicanos e União Brasil.

Pragmatismo em plenário

A mudança de posição do deputado Kim Kataguiri (União Brasil-SP), integrante do MBL, ilustrou o cálculo político. Inicialmente favorável à cassação de Glauber, Kataguiri orientou a bancada a votar pela suspensão ao concluir que não havia 257 votos para a punição máxima. Em discurso, afirmou que o recuo garantiria “pelo menos alguma punição”.

Com informações de Poder360

Fazenda registra 25 milhões de apostadores no Brasil; 68% são homens

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O Ministério da Fazenda contabilizou 25 milhões de jogadores ativos em plataformas de apostas esportivas entre janeiro e setembro de 2025. O volume gerou R$ 27,7 bilhões em receita bruta de jogos (GGR) e resultou em R$ 3,32 bilhões recolhidos em tributos federais.

O GGR (Gross Gaming Revenue) corresponde ao montante que fica com a operadora após a dedução dos prêmios pagos aos vencedores. Sobre esse valor incide a alíquota de 12% de imposto, base para o cálculo da arrecadação federal.

Segundo os dados obtidos pela instituição de pagamento Pay4Fun via Lei de Acesso à Informação (LAI), 68,3% dos apostadores são homens e 31,7% mulheres. Informações por faixa etária ainda não foram consolidadas, informou a Secretaria de Prêmios e Apostas da Fazenda.

Destino dos recursos federais

De janeiro a setembro, a distribuição dos R$ 3,32 bilhões arrecadados ficou assim:

  • Esporte: R$ 1.221.426.979,90
  • Turismo: R$ 953.198.321,29
  • Segurança Pública: R$ 461.702.907,26
  • Seguridade Social: R$ 347.374.685,05
  • Educação: R$ 342.181.167,80
  • Saúde: R$ 34.586.983,28
  • Sociedade Civil: R$ 16.899.176,83
  • Funapol (Polícia Federal): R$ 18.322.369,36
  • ABDI: R$ 13.636.467,09

O relatório oficial não detalha a localização dos apostadores, os tipos de apostas mais comuns nem o valor médio apostado por usuário.

Para Leonardo Baptista, CEO e cofundador da Pay4Fun, a divulgação desses números “dá transparência ao mercado, fortalece a segurança do consumidor e cria um ambiente competitivo mais previsível para as empresas”.

Com informações de Poder360

Gilmar Mendes suspende parte de liminar sobre Lei do Impeachment e elogia Pacheco e Alcolumbre

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O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), suspendeu parcialmente, nesta quarta-feira (10/12), a liminar que concentrava na Procuradoria-Geral da República (PGR) o poder de apresentar denúncia por crime de responsabilidade contra integrantes da Corte. Na decisão, o decano destacou a postura dos senadores Rodrigo Pacheco (PSD-MG) e Davi Alcolumbre (União-AP).

Fato novo no Senado

Gilmar justificou a revisão da medida cautelar pelo avanço, no Senado, do Projeto de Lei nº 1.388/2023. O texto, elaborado por comissão de juristas criada por Pacheco, foi incluído na pauta da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) em 3 de dezembro, depois da concessão da liminar. Para o ministro, a iniciativa demonstra que a Casa reconhece a necessidade de proteger a independência do Judiciário.

Elogios a Alcolumbre

O magistrado lembrou que, durante seu primeiro mandato na Presidência do Senado (1º/2/2019 a 1º/2/2021), Alcolumbre analisou 36 pedidos de impeachment contra ministros do STF e arquivou todos. Segundo o voto, o senador agiu com “espírito público”, “prudência” e “coragem cívica”, contribuindo para a estabilidade institucional.

Reconhecimento a Pacheco

Na mesma linha, Gilmar citou a atuação de Pacheco à frente do Senado desde 1º/2/2021. O ministro destacou “zelo e equilíbrio” na condução dos pedidos de afastamento de ministros da Corte, inclusive o arquivamento, em 2021, da solicitação apresentada pelo então presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), contra o ministro Alexandre de Moraes. À época, Pacheco classificou o requerimento como de cunho pessoal.

Para o decano, a busca por soluções negociadas “demanda atuação convergente e responsável dos atores institucionais” e é essencial para preservar a harmonia entre os Poderes ao regulamentar o processo de impeachment de ministros do STF.

Com informações de Metrópoles

CCJ aprova pedido de cassação do mandato da deputada Carla Zambelli

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A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou, na tarde desta quarta-feira (10/12), o parecer que recomenda a cassação do mandato da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP). O placar foi de 32 votos favoráveis e 2 contrários.

Mais cedo, o colegiado rejeitou o relatório do deputado Diego Garcia (Republicanos-PR), que defendia a manutenção do mandato da parlamentar. Com a rejeição, a relatoria passou para Cláudio Cajado (PP-BA), cujo parecer sustentou que não há indícios de perseguição política e destacou a impossibilidade de Zambelli exercer o cargo, pois ela cumpre pena em regime fechado na Itália por determinação do Supremo Tribunal Federal (STF).

Condenação no STF

Em agosto, a Primeira Turma do STF condenou a deputada a 10 anos e oito meses de prisão e determinou a perda do mandato. O tribunal entendeu que Zambelli participou da inclusão de documentos falsos no sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ação executada pelo hacker Walter Delgatti. A parlamentar nega ter ordenado a fraude.

Próximos passos

A decisão final sobre a cassação será tomada no plenário da Câmara. O presidente em exercício da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), incluiu o processo na pauta desta mesma quarta-feira. Na sessão, também deve ser apreciado o caso do deputado Glauber Braga (PSol-RJ).

Zambelli acompanhou a reunião remotamente, assim como seu filho e advogado. Durante a votação, pediu aos colegas que rejeitassem a cassação “em nome da verdadeira independência dos Poderes”. A deputada aguarda a decisão do governo italiano sobre um eventual pedido de extradição.

Disputa de bastidores

Antes da sessão, o partido União Brasil substituiu parte de seus membros na CCJ, movimento interpretado como tentativa de assegurar maioria contra Zambelli. A bancada do PL reagiu, acusou a troca de “manobra” e deixou a sala aos gritos de “nos vemos no plenário” após a derrota.

Ao defender a deputada, o advogado Fábio Pagnozzi afirmou que parlamentares votaram guiados por interesses próprios e considerou “sombria” a substituição de integrantes da comissão. Já Diego Garcia voltou a afirmar que Zambelli foi condenada “sem provas” e criticou o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso no STF.

Com informações de Metrópoles

Presidente da CNI alerta para risco de medidas populistas em ano eleitoral

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O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban, declarou nesta quarta-feira (10/12) que o excesso de populismo ao longo do próximo ano eleitoral gera preocupação para o setor industrial.

Em entrevista coletiva na sede da CNI, Alban argumentou que propostas de caráter populista podem comprometer o desempenho econômico de 2025. “Qual o grau de compromisso com o Brasil de amanhã? Não é esquerda ou direita que vai fazer diferença. Não estamos preocupados com essa disputa, estamos preocupados em como ela vai ser feita”, afirmou ao apresentar o relatório Economia Brasileira 2025-2026.

Questionado sobre a eventual candidatura à Presidência do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o dirigente limitou-se a dizer que a indústria não adota posicionamento partidário, ressaltando que defende uma política industrial de Estado, “e não de governo”.

Debate sobre jornada 61

Ao comentar a possibilidade de o tema jornada 61 ganhar espaço no debate eleitoral de 2025, Alban avaliou que “este não é o momento” para discutir a proposta. Segundo ele, primeiro é preciso ampliar a oferta de mão de obra, tanto em quantidade quanto em qualidade. “Independente da remuneração, o que mais dignifica o ser humano é a oportunidade de estar inserido na sociedade através do mercado de trabalho”, destacou.

O presidente da CNI citou o exemplo da França, que, segundo ele, enfrenta perda de competitividade na Europa após adotar avanços sociais considerados agressivos. Para Alban, a jornada 61 só poderia ser reavaliada em 2027 ou 2028, desde que o país adote um programa consistente de responsabilidade fiscal. “Se o tema for discutido agora, alguém terá de pagar a conta”, advertiu.

Com informações de Metrópoles

CNI afirma que escala semanal de 6 por 1 nunca foi predominante no país

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O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban, declarou nesta quarta-feira, 10 de dezembro de 2025, que a jornada de trabalho de seis dias trabalhados para um de descanso “nunca foi” a prática majoritária no Brasil. Segundo ele, a maior parte das empresas adota os regimes de cinco dias e meio por um dia e meio ou de cinco por dois.

A fala ocorreu em Brasília, logo após a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovar o relatório da PEC 148/2015, que prevê o fim da escala 6 × 1 e uma redução gradual da carga horária semanal.

Alban defendeu um debate “responsável, equilibrado e sustentável” sobre a proposta, alegando que o país enfrenta sérios problemas de produtividade, déficit fiscal elevado e baixa qualidade na oferta de serviços públicos. “Como é que o governo vai substituir essa mão de obra sem elevar ainda mais o custo fiscal? Como nossas empresas serão mais competitivas onerando ainda mais seus custos em relação ao ‘custo Brasil’ e ao mercado externo?”, questionou.

No mesmo evento, a CNI divulgou projeção de crescimento de 1,1% para o PIB industrial em 2026 e expansão de 1,8% para a economia brasileira no próximo ano. A entidade avalia que a Selic, hoje em 15% ao ano, permanecerá em nível restritivo, limitando o avanço da atividade. O Copom deve manter a taxa pela quarta reunião consecutiva ainda nesta quarta-feira.

Dados do IBGE publicados em 4 de dezembro apontam que o PIB brasileiro subiu 2,7% no acumulado de 12 meses até o terceiro trimestre, ritmo mais fraco desde o segundo trimestre de 2021 (+2,4%). Já a inflação perdeu força: o IPCA anualizado caiu para 4,46%, voltando ao intervalo da meta pela primeira vez desde setembro de 2024.

Com informações de Poder360

Ex-presidente boliviano Luis Arce é detido por suspeita de desvio de recursos

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O ex-presidente da Bolívia Luis Arce (sem partido) foi preso na tarde desta quarta-feira, 10 de dezembro de 2025, segundo informou a ex-ministra da Presidência Maria Nela Prada.

Em vídeo publicado na rede social X, Prada afirmou que Arce “pode ter sido levado para um centro de detenção nos arredores de La Paz”. A prisão decorre de uma investigação do Ministério Público sobre suposta apropriação indevida de recursos quando ele chefiava o Ministério da Economia no governo do ex-presidente Evo Morales.

Arce deixou a Presidência há aproximadamente um mês, após a vitória de Rodrigo Paz Pereira (Partido Democrata Cristão, centro-direita) sobre Jorge Tuto Quiroga (Aliança Livre, direita) no segundo turno das eleições.

Até o momento, as autoridades bolivianas não divulgaram detalhes sobre a operação nem sobre as acusações formais. Novas informações poderão ser divulgadas ao longo do dia.

Com informações de Poder360

Fed corta juros dos EUA para intervalo de 3,50% a 3,75%

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O Federal Reserve reduziu nesta quarta-feira, 10 de dezembro de 2025, a meta da taxa básica de juros norte-americana para o intervalo de 3,50% a 3,75%. O corte de 0,25 ponto percentual foi aprovado por nove integrantes do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc).

Stephen Miran, indicado pelo então presidente Donald Trump, votou por uma redução maior, de 0,5 ponto. Outros dois membros preferiram manter a taxa inalterada.

Em comunicado, o banco central afirmou estar “firmemente empenhado” em sustentar o máximo nível de emprego e reconduzir a inflação à meta de 2%. A nota cita aumento dos riscos negativos para o mercado de trabalho nos últimos meses, desaceleração do crescimento do emprego em 2025 e leve alta da taxa de desemprego até setembro.

Terceiro corte consecutivo

Esta é a terceira queda seguida nos juros desde que Miran assumiu vaga na diretoria do Fed. Em setembro, a autoridade já havia reduzido a taxa em 0,25 ponto, para 4,00% a 4,25%, depois de cinco reuniões consecutivas de manutenção no intervalo de 4,25% a 4,50%.

Inflação e efeitos do shutdown

A taxa anual de inflação nos Estados Unidos atingiu 3,0% em setembro, 0,1 ponto acima de agosto. O índice mensal ficou em 0,3%, puxado principalmente pelos preços de energia, que subiram 1,5% no período, com destaque para a gasolina (alta de 4,1%). Alimentos avançaram 0,2%, enquanto a inflação de itens excluindo alimentação e energia aumentou 0,2%.

A divulgação de dados inflacionários foi atrasada em razão do shutdown do governo norte-americano iniciado em setembro de 2025, que suspendeu as atividades do Bureau of Labor Statistics.

Próximos passos

A decisão desta quarta-feira encerra o calendário de reuniões do Fomc em 2025. O colegiado volta a se reunir entre 27 e 28 de janeiro de 2026.

No mesmo dia, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central do Brasil avalia a Selic, hoje em 15% ao ano. Analistas preveem encerramento de 2025 nesse patamar.

Com informações de Poder360

Governo destina R$ 39 bilhões a saúde, educação e saneamento no último pacote do PAC do 3º mandato

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O governo federal anunciou nesta quarta-feira, 10 de dezembro de 2025, a liberação de R$ 39 bilhões para quase 2 mil projetos nas áreas de saúde, educação e saneamento em todo o país. A cerimônia ocorreu no Palácio do Planalto e marcou o último anúncio do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Distribuição dos recursos

Segundo o Palácio do Planalto, o montante será aplicado da seguinte forma:

• Saúde: R$ 18,4 bilhões para 1.119 municípios em 26 estados;
• Educação: R$ 9,7 bilhões para 1.129 municípios em 25 estados;
• Saneamento: R$ 11,2 bilhões para 274 municípios em 19 estados.

Do total reservado, R$ 28,1 bilhões sairão do Fundo de Investimento em Infraestrutura Social (FIIS) para a construção de unidades básicas de saúde, creches e escolas. Outros R$ 11,2 bilhões fazem parte do Novo PAC Seleções, voltado a projetos de abastecimento de água e esgotamento sanitário.

A execução do PAC

Entre 2023 e 2026, o novo PAC prevê R$ 1,3 trilhão em obras e serviços. De acordo com dados oficiais, R$ 944,8 bilhões já haviam sido executados até agosto de 2025.

Pronunciamento do presidente

Ao celebrar o que chamou de “ano da colheita”, Lula declarou estar “mais do que feliz” e pediu que os ministros concentrem esforços na entrega das obras: “Este é o último PAC desse terceiro ato. Daqui para a frente, nenhum ministro inventa história”, afirmou. O presidente acrescentou que quer “entregar um país civilizado” à sociedade brasileira.

Participações

Estiveram presentes os governadores Jerônimo Rodrigues (BA), Elmano de Freitas (CE), João Azevedo (PB) e Rafael Fonteles (PI); os ministros Rui Costa (Casa Civil), Camilo Santana (Educação), Alexandre Padilha (Saúde) e Jader Filho (Cidades); além dos senadores Jaques Wagner (BA) e Veneziano Vital do Rêgo (PB).

Indicadores econômicos

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, destacou que o país registra uma taxa de investimento de 17% e um dos menores níveis de desemprego recentes. Ele afirmou ainda que 2025 deve terminar com a menor inflação entre os últimos governos e com a maior massa salarial da história.

Na mesma linha, Costa agradeceu ao Congresso pela aprovação de proposta que atualiza os valores das obras do PAC. Lula também citou a colaboração do Legislativo e reiterou a meta de isentar do Imposto de Renda quem recebe até R$ 5 mil, medida que classificou como “décimo quarto salário”.

Crítica à gestão anterior

Sem mencionar nomes, o presidente acusou o governo anterior de falta de planejamento e de priorizar conflitos: “Pergunte a qualquer governador qual foi a obra estruturante feita no governo passado”, disse.

Com o anúncio, o Planalto encerra a fase de novos pacotes de investimentos do PAC neste mandato, concentrando-se agora na execução das obras e programas já autorizados.

Com informações de Poder360

Plataforma RSS.app disponibiliza criação de feeds RSS a partir de qualquer endereço da web

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A RSS.app anunciou a ampliação de seus serviços com um gerador que transforma praticamente qualquer URL em feed RSS. O recurso foi projetado para usuários que desejam acompanhar conteúdos sem necessidade de programação, segundo informações divulgadas pela própria empresa.

Principais pontos

Quem: RSS.app, plataforma especializada em distribuição de conteúdo.

O que: Ferramenta para converter páginas web, redes sociais e outras fontes em feeds RSS.

Como: Basta inserir o endereço da página no gerador; a atualização ocorre de forma automática.

Números: A companhia informou a adesão de 2.693 novos usuários na última semana e afirma ser utilizada por milhares de empresas.

Funcionalidades destacadas

Entre os recursos apontados pela RSS.app estão personalização com filtros avançados, extração de imagens em alta resolução, criação de coleções de conteúdos e agrupamento de múltiplos feeds em um único fluxo. A solução também oferece widgets responsivos para incorporação de notícias em sites feitos em plataformas como Wix, Shopify, WordPress ou HTML puro.

Para quem prefere integração direta, a empresa disponibiliza opções de saída em JSON, e-mail, CSV e API, permitindo que desenvolvedores conectem os feeds a outras aplicações. Além disso, o serviço identifica novos conteúdos em redes sociais como X (Twitter), YouTube e TikTok, gerando feeds específicos por usuário ou palavra-chave.

Casos de uso

A RSS.app lista aplicações como agregação de notícias, monitoramento de concorrentes, envio de alertas por e-mail, distribuição de podcasts e acompanhamento de menções a marcas em redes sociais. O objetivo é centralizar informações e facilitar o acesso a atualizações em tempo real.

Com informações de RSS.app