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sábado, fevereiro 21, 2026
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Michelle Bolsonaro se afasta da presidência do PL Mulher por motivos de saúde

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A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro pediu afastamento temporário da presidência do PL Mulher por recomendação médica. Em nota divulgada nas redes sociais na segunda-feira (8.dez.2025), ela informou que vinha enfrentando problemas de saúde que se agravaram após a prisão do marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro, e “constantes injustiças” dirigidas à família.

Segundo o comunicado, a queda de imunidade motivou a interrupção das atividades partidárias. Não há prazo definido para o retorno.

Evento adiado

Com o afastamento, o encontro do PL Mulher marcado para 13 de dezembro, no Rio de Janeiro, foi adiado para 2026, provavelmente em abril, de acordo com a legenda.

Contexto

Jair Bolsonaro foi preso preventivamente em 22.nov.2025, após tentativa de violar a tornozeleira eletrônica durante prisão domiciliar. Três dias depois, passou a cumprir pena de 27 anos e 3 meses em regime fechado, acusado de tentativa de golpe de Estado.

A saída temporária de Michelle ocorre poucos dias depois de o PL lançar a pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República para 2026. O anúncio, feito pelo presidente do partido, Valdemar Costa Neto, teria partido do próprio Jair Bolsonaro.

Desentendimentos internos

Recentemente, Michelle e os enteados Flávio, Eduardo (deputado federal), Carlos (vereador) e Jair Renan (vereador) divergiram publicamente durante evento do PL Mulher no Ceará. Na ocasião, a ex-primeira-dama criticou negociações da sigla para apoiar Ciro Gomes (PSDB) ao governo estadual, lembrando a oposição histórica de Ciro ao ex-presidente. Os filhos de Bolsonaro reprovaram a declaração, e a direção do partido cobrou alinhamento de discurso.

A ex-primeira-dama reiterou, depois, sua posição contrária a uma aliança com Ciro Gomes, afirmando respeitar os filhos de Bolsonaro, mas mantendo opinião diferente.

Por enquanto, a presidência do PL Mulher não informou quem assumirá as funções durante o afastamento de Michelle.

Com informações de Poder360

Inmet mantém alerta vermelho para temporais no Sul nesta terça-feira

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Brasília – O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) mantém, até 23h59 desta terça-feira (9.dez.2025), o alerta vermelho para tempestades nos três Estados do Sul. O aviso, divulgado na segunda-feira (8.dez), é o grau máximo de severidade do órgão.

O boletim prevê chuva superior a 60 mm por hora ou acumulado diário acima de 100 mm, ventos que podem ultrapassar 100 km/h e possibilidade de granizo. Há risco elevado de danos em construções, quedas de energia, prejuízos em lavouras, queda de árvores, alagamentos e interrupções em rodovias.

O Inmet recomenda desligar aparelhos elétricos, proteger documentos em sacos plásticos e buscar abrigo durante a ocorrência dos fenômenos. Em caso de emergência, a orientação é acionar a Defesa Civil pelo telefone 199 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193.

Áreas sob risco

O alerta abrange regiões de Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Paraná, incluindo a Serra Catarinense, Vale do Itajaí, Oeste Catarinense, área metropolitana de Porto Alegre, Noroeste e Sudoeste gaúcho, além de setores centrais e do norte paranaense, como a grande Curitiba.

Danos já registrados

Antes mesmo do pico do sistema, temporal na Serra Gaúcha deixou rastros de destruição. Em Flores da Cunha, moradores relataram destelhamentos de casas, igrejas, salões comunitários, vinícolas e galpões. A queda de árvores bloqueou temporariamente a ERS-122 entre Caxias do Sul e o município. Mais de 6 mil residências ficaram sem energia elétrica, segundo relatos locais.

Influência de ciclone

A consultoria Metsul explica que a instabilidade é provocada por um ciclone intenso. A área de baixa pressão formou-se na segunda-feira no nordeste da Argentina e deve gerar um ciclone sobre o oeste gaúcho, nas proximidades de Uruguaiana, ainda durante a manhã desta terça.

A tendência é que o sistema avance para o oceano ao longo do dia, mantendo o tempo fechado e o risco de novos temporais no Rio Grande do Sul, com granizo, rajadas intensas e descargas elétricas. As temperaturas devem cair na parte da tarde. Na quarta-feira (10.dez), mesmo com o ciclone já no mar, a instabilidade persiste: a chuva enfraquece no oeste do Estado, mas os temporais devem se concentrar na faixa leste, ainda com vento forte em áreas extensas.

Com informações de Poder360

Disputa por pagamento de programa sexual leva advogado e duas mulheres à delegacia no DF

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Um encontro envolvendo o advogado Hans Weberling e duas mulheres terminou na 5ª Delegacia de Polícia (Área Central), em Brasília, na madrugada de domingo (7/12), após divergência sobre o pagamento de um suposto programa sexual de R$ 10 mil.

De acordo com o boletim de ocorrência, o trio se conheceu em uma churrascaria no Setor de Clubes Sul. Durante a confraternização, as mulheres teriam proposto R$ 5 mil para cada uma caso o advogado quisesse continuar a noite. Segundo elas, o valor foi aceito sem resistência.

Depois do acerto, o grupo seguiu para o escritório de advocacia de Weberling, localizado na Península dos Ministros, Lago Sul, onde ocorreu a relação sexual. Ao final, as mulheres cobraram o pagamento imediato. O advogado, porém, teria afirmado que efetuaria o valor apenas no dia seguinte.

Sentindo-se lesadas, as mulheres chamaram a Polícia Militar. Na delegacia, Hans Weberling negou ter firmado acordo financeiro, alegando que mantinha amizade prévia com as duas e que o encontro foi espontâneo.

O caso foi registrado e segue sob investigação.

Com informações de Metrópoles

Facções CV e PCC encontram forte resistência ao tentar se estabelecer no Distrito Federal

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Uma ofensiva conjunta das polícias Civil, Militar e Penal do Distrito Federal tem dificultado a instalação de células do Comando Vermelho (CV) e do Primeiro Comando da Capital (PCC) na capital federal e cidades do Entorno. A vigilância permanente resultou em diversas prisões e mortes de integrantes das duas maiores facções do país, que buscavam refúgio longe dos estados de origem ou pretendiam expandir as operações criminosas.

Confrontos violentos e mortes

O PCC sofreu baixas importantes ao longo de 2023. Em abril, três membros da facção morreram após trocar tiros com policiais da Companhia de Policiamento Especializado (CPE) de Águas Lindas de Goiás. Entre eles estava Edson dos Santos Guedes, o “BB”, identificado em vídeos ostentando armamento pesado e fazendo ameaças.

Outro episódio ocorreu em 22 de novembro, quando José Almeida Santana, conhecido como “Pedro Bó” e apontado como integrante da cúpula do PCC e do grupo Novo Cangaço, foi morto em confronto com a Polícia Militar de Goiás, dentro de um supermercado em Anápolis.

Casos ligados a rivalidades internas também foram registrados. O investigado Weberth da Silva Alves, suspeito de quatro homicídios em Águas Lindas de Goiás, é apontado como mandante da execução filmada de um integrante do CV na região.

Prisões antes da expansão

A ação integrada das forças de segurança tem resultado em capturas antes que os criminosos ampliem o raio de atuação. Em 1º de dezembro, agentes da CPE de Águas Lindas, com apoio do Batalhão de Patrulhamento Tático Motorizado (Patamo) do DF, prenderam em Ceilândia o traficante do CV Lucas Menezes de Araújo, o “LK”, 29 anos. Ele ostentava armas, drogas e joias em redes sociais.

Em março, uma operação conjunta da 18ª Delegacia de Polícia e do 16º Batalhão da PM resultou na prisão de Danúbio de Jesus Gomes, o “Uba”, foragido da Justiça e considerado um dos principais traficantes do PCC em Brazlândia. O suspeito foi localizado na casa do pai.

Efeito do cerco policial

A estratégia de monitoramento constante manteve pressão sobre os faccionados, impedindo que o DF e o Entorno se tornem base estável para as organizações criminosas. Segundo a polícia, a reação rápida tem neutralizado ataques e desencorajado novos deslocamentos de integrantes do CV e do PCC para a região.

Com informações de Metrópoles

Chanceler chinês diz que apoio a Taiwan fere tratados internacionais

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O ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, afirmou na segunda-feira (8.dez.2025) que qualquer manifestação de respaldo ao separatismo em Taiwan viola a Constituição chinesa e uma série de acordos firmados ao longo de oito décadas. A declaração foi feita em Pequim, durante encontro com o chanceler da Alemanha, Johann Wadephul.

Segundo Wang, “o status de Taiwan como parte inalienável da China está estabelecido por evidências históricas e legais incontestáveis”. Para sustentar o argumento, o ministro listou cinco documentos internacionais:

Documentos citados por Wang Yi

• Declaração do Cairo (1943): determina a devolução de todos os territórios tomados pelo Japão da China, incluindo Taiwan, Manchúria e ilhas Penghu.

• Proclamação de Potsdam (1945): limita a soberania japonesa às ilhas de Honshu, Hokkaido, Kyushu e Shikoku.

• Resolução 2758 da ONU (1971): reconhece a República Popular da China como única representante da China nas Nações Unidas e retira direitos de representação de Taiwan.

• Declaração Conjunta Sino-Japonesa (1972): restabelece vínculos diplomáticos entre China e Japão, com Tóquio reconhecendo a soberania chinesa sobre Taiwan.

• Tratado de Paz e Amizade China-Japão (1978): reforça que a declaração de 1972 é a base das relações amistosas entre os dois países.

A exibição desses documentos diante do representante alemão faz parte de uma ofensiva diplomática de Pequim após declarações da primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi (Partido Liberal Democrata), que em início de novembro disse que o Japão poderia atacar a China caso Pequim invadisse Taiwan. A fala provocou tensão entre as duas nações.

Wadephul chegou à capital chinesa poucos dias depois da visita do presidente francês, Emmanuel Macron (Renascimento). Em entrevista ao jornal Les Echos, Macron mencionou a possibilidade de tarifas sobre produtos chineses para equilibrar a balança comercial bilateral.

Ao comentar o tema, o ministro alemão declarou que barreiras tarifárias devem ser “o último recurso”. “Devemos ser extremamente cautelosos”, afirmou. Apesar da ressalva, Wadephul reconheceu a preocupação de Berlim com o desequilíbrio na balança comercial com a China e negou que a Alemanha adote políticas protecionistas.

Com informações de Poder360

Lei eleva penas para crimes sexuais contra vulneráveis e torna monitoramento eletrônico obrigatório

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou na segunda-feira, 8 de dezembro de 2025, a lei que endurece as punições para crimes contra a dignidade sexual de pessoas vulneráveis. O texto, aprovado pelo Senado em novembro, altera o Código Penal, o Código de Processo Penal, a Lei de Execução Penal, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e o Estatuto da Pessoa com Deficiência.

Novas faixas de punição

A norma amplia o tempo mínimo e máximo de reclusão para oito tipos de delitos:

  • Estupro de vulnerável: passa de 8–15 para 10–18 anos;
  • Estupro de vulnerável com lesão corporal grave: de 10–20 para 12–24 anos;
  • Estupro de vulnerável com morte: de 12–30 para 20–40 anos;
  • Corrupção de menores: de 2–5 para 6–14 anos;
  • Praticar ato sexual na presença de menor de 14 anos: de 2–4 para 5–12 anos;
  • Submeter menores de 18 anos à exploração sexual: de 4–10 para 7–16 anos;
  • Oferecer, transmitir ou vender cenas de estupro: de 1–5 para 4–10 anos;
  • Descumprir decisão judicial: de 3 meses–2 anos para 2–5 anos.

Monitoramento e coleta de DNA

Condenados por crimes contra a dignidade sexual ou contra mulheres, ao deixarem o presídio, passarão obrigatoriamente a usar dispositivo de monitoramento eletrônico. A lei também determina a coleta compulsória de material biológico para identificação do perfil genético de investigados e condenados nesses crimes.

Apoio às vítimas e famílias

O ECA foi ajustado para garantir atendimento médico e psicológico às famílias de vítimas e para instituir campanhas educativas que desestimulem castigos físicos e práticas degradantes.

Pronunciamento do presidente

Durante a sanção, Lula reconheceu que a legislação sozinha não resolve o problema e destacou o receio das mulheres em denunciar agressores, inclusive aqueles já submetidos a medidas protetivas e monitoramento. Segundo o presidente, a violência é estrutural e tem “um lado masculino”.

Com a publicação, as novas regras entram em vigor imediatamente.

Com informações de Poder360

Preso no Rio comandava fábrica clandestina de fuzis em SP com peças vindas dos EUA

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Rio de Janeiro e São Paulo — Mesmo recolhido no Complexo Penitenciário de Gericinó, na zona oeste do Rio, o mineiro Silas Diniz Carvalho, conhecido como “Gordão” ou “Mikhail”, era apontado pela Polícia Federal (PF) e pelo Ministério Público Federal (MPF) como chefe de uma das maiores linhas clandestinas de produção de fuzis já identificadas no país. A estrutura funcionava em Santa Bárbara d’Oeste, interior paulista, e utilizava peças importadas dos Estados Unidos.

Fachada aeronáutica

A produção operava dentro da empresa Kondor Fly Parts Indústria e Comércio de Peças Aeronáuticas Ltda., aberta em maio de 2024 por Gabriel Carvalho Belchior. Foragido, ele mantém residência entre Kansas City, no Texas, e Vero Beach, na Flórida, segundo a PF. Embora registrada como fabricante de componentes aeronáuticos, a firma existia, de acordo com a denúncia, exclusivamente para maquiar o maquinário e o recebimento de itens voltados à montagem de fuzis das plataformas AR-15, M4 e M16.

Documentos anexados ao inquérito revelam remessas de peças enviadas por Gabriel a endereços no Brasil e mensagens que comprovam a ligação direta com Gordão. Entre os itens, constam alavancas de manejo e empunhaduras compradas em um site de comércio eletrônico norte-americano pelo também acusado Walcenir Gomes Ribeiro, cujo endereço de entrega foi o imóvel usado por Gabriel na zona oeste do Rio. Walcenir está preso no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Campinas.

Coordenação de dentro da prisão

Integrante do Comando Vermelho, Silas, preso desde outubro de 2023, definia pagamentos, escolhia operadores e validava máquinas à distância, segundo o MPF. A esposa dele, Marcely Ávila Machado, chamada de “Vitória” ou “Vick”, controlava as finanças em prisão domiciliar, enviando recursos mensais para manter a fabricação.

Estrutura e pagamentos

O galpão que abrigava a Kondor Fly Parts havia sido alugado em 2023 pela empresa BSW Usinagem e Comércio, administrada por Wendel dos Santos Bastos. Em 2024, sob ordem de Gordão, Janderson Aparecido Ribeiro de Azevedo negociou o arrendamento do espaço. O contrato, detalha o MPF, previa R$ 75,5 mil por mês: R$ 6,5 mil pelo imóvel e R$ 69 mil pelo uso das máquinas.

Para manter a linha de produção, o grupo recrutou operadores industriais experientes. Anderson Custódio Gomes (“Boi”), Dinael Enrique Borges e Lucas Gonçalves Dias, todos no CDP de Campinas, usinavam as peças sob supervisão de Clayton Combe Ribeiro (foragido), Walcenir e Janderson.

Armazém com 31 mil componentes

Outro imóvel, em Americana (SP), alugado em nome de Walcenir, funcionava como depósito. Ali, a PF apreendeu mais de 31 mil peças destinadas à montagem de fuzis. Registros em nuvem, contratos e comprovantes ligam o galpão ao esquema investigado.

Continuidade do modelo clandestino

Segundo a denúncia, a fábrica paulista sucedeu uma estrutura desmantelada pela PF em Belo Horizonte em 2023. Após a prisão de Gordão, a organização migrou para São Paulo, recompôs o parque fabril e ampliou a produção, mantendo a coordenação remota do líder.

Mensagens, contratos, pagamentos e acessos a contas virtuais indicam, de acordo com o MPF, uma operação criminosa estável, com atuação transnacional e divisão de tarefas clara, responsável por colocar no mercado armas de uso restrito produzidas em série.

Com informações de Metrópoles

Justiça hondurenha ordena prisão de ex-presidente Juan Orlando Hernández, perdoado por Trump

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A Procuradoria-Geral de Honduras expediu, na segunda-feira (8/12), um mandado de prisão contra o ex-presidente Juan Orlando Hernández, libertado em 1º de dezembro após receber indulto do ex-presidente norte-americano Donald Trump. A medida está ligada ao processo Pandora II, no qual o político é investigado por lavagem de dinheiro e fraude.

Em publicação nas redes sociais, o procurador-geral Johel Zelaya informou que acionou a Agência Técnica de Investigação Criminal, os órgãos de segurança do país e a Interpol para cumprir a ordem internacional de captura. “Instrui as forças de segurança do Estado e nossos aliados internacionais a executar o mandado contra o ex-presidente Juan Orlando Hernández, acusado de lavagem de dinheiro e fraude”, escreveu.

Condenação nos Estados Unidos

Hernández, que governou Honduras de 2014 a 2022, foi condenado pela Justiça dos Estados Unidos a 45 anos de prisão por conspiração para tráfico de drogas e porte de armas. Segundo o Departamento de Justiça norte-americano, o ex-mandatário colaborou com cartéis responsáveis pelo envio de mais de 400 toneladas de cocaína ao território dos EUA durante seu governo.

Apesar da pena, o político saiu da prisão norte-americana em 1º de dezembro, graças a indulto concedido por Trump. Ele e a esposa, Ana García, agradeceram publicamente o perdão presidencial e declararam que não pretendem retornar a Honduras no momento, alegando perseguição do atual governo, liderado pelo partido de esquerda Libre.

Indulto e cenário eleitoral

Trump havia prometido o indulto em novembro, com o objetivo de fortalecer a candidatura do conservador Tito Asfura, do Partido Nacional — mesma legenda de Hernández —, nas eleições presidenciais hondurenhas. O pleito foi realizado em 30 de novembro e continua sem resultado definitivo.

Com 86,3% das urnas apuradas, Asfura lidera a disputa com 40,56% dos votos, seguido pelo também direitista Salvador Nasralla, do Partido Liberal, que soma 39,16%. A diferença é de cerca de 40 mil votos. A governista Rixi Moncada, do Partido Livre, ocupa o terceiro lugar, com 19,31%, e está fora da disputa.

Com informações de Metrópoles

Marinho diz que PL inicia mobilização para candidatura “definitiva” de Flávio Bolsonaro à Presidência

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O líder da Oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), declarou na noite de segunda-feira (8.dez.2025) que a pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao Palácio do Planalto em 2026 “é para valer” e que o Partido Liberal já iniciou os preparativos para a campanha.

Encontro com o Centrão

A afirmação foi feita após reunião solicitada por Flávio com líderes de partidos do Centrão, em Brasília. Participaram do encontro o presidente do PP, senador Ciro Nogueira (PI); o presidente do União Brasil, Antonio Rueda (PE); o presidente do PL, Valdemar Costa Neto (SP); além de Marinho.

Segundo o líder oposicionista, Flávio apresentou suas propostas para o país e pediu formalmente o apoio das siglas presentes. “Era natural que o Flávio expusesse sua candidatura e fizesse o pedido de apoio”, afirmou Marinho a jornalistas na saída.

Agenda interna do PL

Marinho informou que a bancada liberal terá, nesta terça-feira (9.dez.2025), duas reuniões: às 10h, com dirigentes estaduais de todo o Brasil, e às 14h, com todos os parlamentares do partido. O objetivo é unificar a comunicação sobre a pré-candidatura.

Aguardando posição do Centrão

Desde que Flávio confirmou a intenção de disputar o Planalto, na sexta-feira (5.dez), dirigentes do União Brasil e do Progressistas analisam o possível apoio. De acordo com Marinho, ambos os partidos prometeram apresentar uma resposta em breve.

Antes da reunião de segunda-feira, Ciro Nogueira havia dito que não considerava Flávio viável eleitoralmente no momento, ressaltando que uma decisão desse porte não pode ser tomada apenas pelo PL.

Condições para recuo

No domingo (7.dez), Flávio sinalizou que poderia retirar a pré-candidatura caso avance um projeto de anistia para condenados pelo Supremo Tribunal Federal por tentativa de golpe de Estado, medida que beneficiaria seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, preso desde 22.nov.2025 e inelegível desde 30.jun.2023.

Visita ao ex-presidente

Flávio e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro devem visitar Jair Bolsonaro nesta terça-feira (9.dez) entre 9h e 11h.

Com informações de Poder360

Rogério Marinho diz que fala de Flávio sobre “preço” para desistir da candidatura foi apenas retórica

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O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), afirmou na noite de segunda-feira (8/12) que a proposta de Flávio Bolsonaro (PL-SP) de “negociar um preço” para abrir mão da candidatura à Presidência foi apenas um “ensaio retórico”. Segundo o senador, o filho 01 do ex-presidente Jair Bolsonaro segue firme na corrida eleitoral.

“Em nenhum momento o Flávio colocou que a sua candidatura era um balão de ensaio. Ele fez um ensaio retórico ao dizer que o preço seria o presidente Bolsonaro constar na cédula eleitoral como candidato”, declarou Marinho após jantar com dirigentes de partidos do Centrão, em Brasília.

Jantar com dirigentes partidários

A reunião ocorreu na mansão de Flávio Bolsonaro e contou com a presença dos presidentes do Progressistas, Ciro Nogueira, e do União Brasil, Antonio Rueda, além de dirigentes do Partido Liberal, como Valdemar da Costa Neto. O encontro serviu para discutir alianças e as propostas da campanha.

Marinho relatou que Flávio apresentou as condições para sua candidatura e pediu união das legendas de centro-direita. “Tanto Ciro quanto Rueda foram receptivos e vão conversar com suas bancadas, governadores e demais lideranças antes de tomar uma decisão”, explicou o senador.

Pedido de unificação da direita

De acordo com Marinho, Jair Bolsonaro decidiu indicar o primogênito como candidato para “unificar a direita” e proteger o legado do grupo político. “Na hora em que o principal representante do nosso partido tomou essa decisão, todos nós estaremos juntos com ele”, afirmou.

A movimentação ganhou força depois que, no domingo (7/12), Flávio declarou que poderia desistir da disputa em troca de uma anistia para Jair Bolsonaro, condenado a mais de 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado. Dois dias antes, na sexta-feira (5/12), o senador havia confirmado publicamente que seria o candidato do bloco bolsonarista.

Com o apoio já consolidado do PL, Flávio busca agora respaldo de Progressistas e União Brasil para fortalecer o projeto eleitoral e ampliar o palanque em 2026.

Com informações de Metrópoles