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Silvero Pereira e Thais Sousa conquistam o Dança dos Famosos com pontuação perfeita

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Silvero Pereira e a professora Thais Sousa venceram a final do quadro Dança dos Famosos neste domingo (7/12) ao receberem nota máxima em todas as avaliações.

Como foi a disputa

A decisão reuniu três duplas no palco do Domingão com Huck, na seguinte ordem definida por sorteio:

1. Manu Bahtidão e Heron Leal
2. Silvero Pereira e Thais Sousa
3. Wanessa Camargo e Diego Basílio

Primeiro ritmo: valsa

Na valsa, Manu Bahtidão abriu a noite e somou notas 10 de Tati Machado, Milton Cunha e Ingrid Silva; os jurados técnicos deram 9,9 (Carlinhos), 9,9 (Ana Botafogo) e 9,8 (Zebrinha).

Silvero Pereira entrou em seguida e recebeu 10 de todos os avaliadores, tanto artísticos quanto técnicos.

Fechando a etapa, Wanessa Camargo garantiu 10 de Tati Machado, Ingrid Silva e Milton Cunha; entre os técnicos, obteve 9,9 de Zebrinha, Carlinhos de Jesus e Ana Botafogo.

Segundo ritmo: samba

No samba, Manu Bahtidão dançou “Peguei um Ita no Norte” e conquistou 10 de Tati Machado e Ingrid Silva; Milton Cunha marcou 9,9. Carlinhos de Jesus deu 9,8; Ana Botafogo, 10; e Zebrinha, 9,9.

Silvero Pereira apresentou-se ao som de “Atrás da Verde e Rosa Só Não Vai Quem Já Morreu” e, novamente, recebeu apenas notas 10 de todos os jurados.

Wanessa Camargo finalizou a competição com “É Hoje”, garantindo 10 de Tati Machado e Ingrid Silva e 9,9 dos demais integrantes do júri.

Resultado final

A soma das notas do júri técnico, artístico, plateia e público de casa definiu o pódio:

Silvero Pereira e Thais Sousa – 159,8 pontos
Wanessa Camargo e Diego Basílio – 157,8 pontos
Manu Bahtidão e Heron Leal – 157,4 pontos

Além do troféu, Silvero e Thais receberam um carro zero-quilômetro cada.

Com informações de Metrópoles

Ator de 25 anos morre após passar mal em estreia de musical em Osasco

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O ator Vitor Eduardo Dumont Ferreira, 25 anos, morreu na noite de sábado (6/12) depois de sofrer um mal súbito no palco do Teatro Municipal Glória Giglio, em Osasco, na Grande São Paulo. Ele interpretava o Gênio de Aladdin durante a sessão de estreia do espetáculo.

De acordo com a Guarda Civil Municipal de Osasco, agentes foram acionados para prestar socorro imediatamente após o artista passar mal enquanto era aplaudido pelo público. Vitor foi atendido no local, mas não resistiu.

O corpo foi encaminhado ao Serviço de Verificação de Óbito (SVO) do Instituto Médico Legal (IML), onde a causa da morte será apurada. Até o momento, o falecimento é considerado súbito e sem causa aparente.

Formado em Relações Públicas, Vitor iniciou a carreira artística aos 10 anos. Atuava como ator, bailarino e cantor de teatro musical, com participações em montagens como Quebra-Nozes e Footloose. Ele integrava a Cia Brasileira de Teatro Musical (CiaBTM) e foi aluno do CEFTEM e da Cisne Negro.

Em nota, o Studio Clayds Zwing, responsável pelo espetáculo, lamentou a morte do artista e anunciou o cancelamento das demais sessões. A escola informou ainda que prestará apoio à família.

O velório está marcado para as 7h desta segunda-feira (8/12) no Cemitério Memorial Parque das Cerejeiras, no Jardim Ângela, zona sul de São Paulo. O sepultamento ocorrerá às 11h.

Com informações de Metrópoles

Flávio Dino elogia campanha do Botafogo e defende pacificação na gestão

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino utilizou seu perfil no Instagram na noite de domingo (7.dez.2025) para comentar o desempenho do Botafogo no Campeonato Brasileiro. Em publicação acompanhada de uma foto trajando a camisa alvinegra, o magistrado avaliou a temporada como irregular, mas destacou a reação da equipe na reta final.

Dino afirmou que o clube alternou partidas “brilhantes” e momentos negativos ao longo do ano, porém encerrou o campeonato com “ótima partida” e “boa classificação” na parte superior da tabela. Para 2026, o ministro sugeriu três prioridades: pacificar a gestão interna, recuperar jogadores lesionados e buscar reforços no elenco.

O Botafogo terminou o Brasileirão de 2025 na 6ª posição, somando 63 pontos em 38 jogos. O time registrou 17 vitórias, 12 empates e 9 derrotas, fechando a competição com saldo positivo de 20 gols. A colocação deixou o clube atrás de Flamengo, Palmeiras, Cruzeiro, Mirassol e Fluminense.

Com informações de Poder360

Lula afirma que homens também devem assumir combate ao feminicídio

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) declarou neste domingo, 7 de dezembro de 2025, que o enfrentamento ao feminicídio é responsabilidade de toda a sociedade, com ênfase na participação dos homens. A mensagem foi publicada em seu perfil na rede social X, acompanhada de um vídeo da primeira-dama, Janja da Silva, durante ato em Brasília contra a violência de gênero.

“O combate ao feminicídio é tarefa de todos nós, especialmente dos homens. Precisamos agir na causa, prevenir novos casos. Conscientizar, denunciar e garantir punição rigorosa para todos os agressores”, escreveu o chefe do Executivo.

Discurso da primeira-dama

Mais cedo, Janja participou do protesto “Levante Mulheres Vivas”, realizado na capital federal. Em sua fala, afirmou que o país necessita de legislação mais dura para coibir o feminicídio e defendeu maior pressão sobre o Judiciário para ampliar as penas contra agressores. “Não é possível um homem matar uma mulher e, uma semana depois, estar na rua para matar outra”, disse.

Segundo Janja, políticas públicas já existem, mas enfrentam falhas na aplicação. “Política pública não falta, o que falta é vergonha na cara dos homens”, afirmou. Ela também mencionou a recriação do Ministério das Mulheres, reativado no atual governo após ter sido extinto na gestão anterior.

Cobrança por mulher no STF

Ao citar a necessidade de atuação do Judiciário, parte do público passou a pedir a indicação de uma mulher para o Supremo Tribunal Federal (STF). Janja respondeu que o problema se concentra nas delegacias e fóruns de pequenas cidades. Em novembro, ela havia defendido publicamente a escolha de uma ministra para a Corte, ressaltando que a decisão cabe ao presidente.

Protestos em todo o país

O ato em Brasília foi convocado após uma sequência de assassinatos de mulheres ganhar repercussão nacional nas últimas semanas. Manifestações ocorreram em pelo menos 20 estados. Um dos casos citados durante o protesto foi o da cabo do Exército Maria de Lourdes Freire Matos, 25 anos, encontrada carbonizada no 1º Regimento de Cavalaria de Guardas, no Setor Militar Urbano, na última sexta-feira (5.dez).

Seis das dez ministras do governo participaram da manifestação: Márcia Lopes (Mulheres), Anielle Franco (Igualdade Racial), Luciana Santos (Ciência, Tecnologia e Inovações), Esther Dweck (Gestão e Inovação), Sônia Guajajara (Povos Indígenas) e Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais). O ministro Wellington Dias (Desenvolvimento Social) também compareceu, mas não discursou.

Os organizadores reforçaram que novas mobilizações estão previstas enquanto persistirem os índices de violência contra as mulheres.

Com informações de Poder360

Quadrilha rende homem e leva joias em assalto à tarde na Praia da Baleia, em São Sebastião

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Um homem de 28 anos teve joias e outros pertences roubados por quatro assaltantes na tarde de sábado (6/12) na Praia da Baleia, em São Sebastião, litoral norte de São Paulo.

Imagens de câmeras de segurança mostram o momento em que a vítima, que carregava uma prancha de surfe, foi abordada na rua. Três suspeitos revistaram o rapaz em busca de celular, carteira e objetos de valor, enquanto o quarto permaneceu ao lado de uma mulher e uma criança que o acompanhavam. Ambos não foram roubados.

A ação durou poucos minutos. Depois de recolherem os itens, os criminosos fugiram. Ninguém ficou ferido.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), o caso foi registrado como roubo a transeunte no 2º Distrito Policial de São Sebastião. A Polícia Civil conduz a investigação para identificar os envolvidos.

Com informações de Metrópoles

Cantor Mauri Lima, da dupla com Maurício, morre em acidente na Régis Bittencourt

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O cantor Mauri Lima, da dupla sertaneja Mauri & Maurício e irmão de Chitãozinho e Xororó, morreu na tarde de domingo, 7 de dezembro, em um acidente de trânsito na Rodovia Régis Bittencourt (BR-116), na altura de Miracatu (SP). Ele tinha 55 anos.

De acordo com informações iniciais, o veículo em que o artista viajava colidiu por volta das 14h, quando retornava a São Paulo após uma apresentação realizada em Curitiba no sábado, 6 de dezembro. Um integrante da equipe, cuja identidade ainda não foi confirmada, também perdeu a vida no acidente.

Em nota, a assessoria de Chitãozinho e Xororó lamentou a tragédia e informou que Maurício, parceiro de palco de Mauri, não sofreu ferimentos graves e está recebendo assistência. “A família agradece o carinho e o entendimento de todos neste momento de profunda dor”, diz o comunicado.

Carreira e trajetória

Nascido em 1970, em Mauá (SP), Mauri morava em Indaiatuba (SP). Ele era casado com a apresentadora do SBT Andrea Fabyanna e era tio dos cantores Sandy e Junior.

A dupla Mauri & Maurício foi criada há 35 anos. Antes de subir aos palcos, ainda na adolescência, os irmãos trabalharam nos bastidores dos shows de Chitãozinho e Xororó. Entre as décadas de 1980 e 1990, Maurício atuou como contrabaixista e backing vocal, enquanto Mauri cuidava da produção dos espetáculos.

Detalhes sobre velório e sepultamento não haviam sido divulgados até o fechamento desta edição.

Com informações de Metrópoles

Ato na Avenida Paulista reúne 9,2 mil pessoas contra feminicídio

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Uma manifestação convocada pelo movimento Levante Mulheres Vivas levou 9.200 pessoas à Avenida Paulista, em São Paulo, na tarde deste domingo, 7 de dezembro de 2025, para protestar contra o aumento dos casos de feminicídio no país.

O número de participantes foi calculado pelo Monitor do Debate Político, da Universidade de São Paulo (USP), e pela ONG More in Common. A contagem usou fotos aéreas analisadas por inteligência artificial, que indicaram o pico de público às 15h45.

Como foi a mobilização

Os manifestantes ocuparam os dois lados de três quarteirões em frente ao Museu de Arte de São Paulo (Masp). Em coro, mulheres repetiram frases como “parem de nos matar”, “nenhuma a menos” e “mulheres vivas”.

Entre os presentes estavam a deputada federal Erika Hilton (Psol), o deputado Guilherme Boulos (Psol), o ex-senador Eduardo Suplicy (PT), representantes da bancada feminista do Psol, dirigentes do PSB, CUT e outros movimentos sociais. Também foram vistas faixas com a inscrição “Lula 2026”, apesar de o Levante Mulheres Vivas afirmar caráter suprapartidário.

Método de contagem

A USP registrou 12 imagens em três horários: 14h30, 15h45 e 16h. Quatro fotos do período de maior concentração foram usadas na estimativa. O sistema Point to Point Network (P2PNet), desenvolvido pela Universidade de Zhejiang em parceria com a Tencent, identificou e contou cada cabeça visível nas fotos. A tecnologia, que tem precisão de 72,9% e acurácia de 69,5%, apresenta margem média de erro absoluto de 12%.

Para dar transparência, o conjunto de imagens foi disponibilizado ao público para verificação manual.

Casos que motivaram o ato

O protesto ganhou força após uma série de crimes noticiados recentemente:

  • A cabo do Exército Maria de Lourdes Freire Matos, 25 anos, encontrada carbonizada em Brasília em 5 de dezembro;
  • Tainara Souza Santos, atropelada e arrastada na Marginal Tietê em 30 de novembro, que teve as pernas mutiladas e permanece entubada;
  • O duplo homicídio de Allane de Souza Pedrotti Matos e Layse Costa Pinheiro, funcionárias do Cefet-RJ, morto no Rio de Janeiro.

Manifestações semelhantes ocorreram em outras capitais brasileiras no mesmo dia.

Com informações de Poder360

Manifestação na Avenida Paulista contra feminicídio reúne 9,2 mil pessoas, segundo USP

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São Paulo – Cerca de 9.200 pessoas participaram, neste domingo (7.dez.2025), de um protesto contra o feminicídio na avenida Paulista, de acordo com levantamento do Monitor do Debate Político da USP e da ONG More in Common.

O ato, batizado de Levante Mulheres Vivas, teve concentração a partir das 12h no vão livre do Masp e se estendeu por três quarteirões, nos dois sentidos da via. Mulheres lideraram coros com palavras de ordem como “parem de nos matar”, “nenhuma a menos” e “mulheres vivas”.

A mobilização faz parte de uma série de manifestações programadas para pelo menos 23 capitais, incluindo Brasília, neste fim de semana.

Segurança e presença policial

A Polícia Militar acompanhou o protesto, que transcorreu sem registros de conflitos. Segundo o movimento organizador, a PM paulista chegou a negar efetivo para o evento, alegando coincidência de horário e local com um ato bolsonarista a favor da anistia dos condenados pelos atos de 8 de Janeiro. Após reunião no sábado (6.dez), a corporação voltou atrás e confirmou o policiamento.

Autoridades e organizações

Estiveram presentes a deputada federal Erika Hilton (Psol), o deputado federal Guilherme Boulos (Psol), o vereador paulistano Eduardo Suplicy (PT), além da bancada feminista do Psol, representantes do PSB, da CUT e de outros movimentos de defesa dos direitos das mulheres. Faixas com a inscrição “Lula 2026” também foram vistas, embora o Levante Mulheres Vivas se declare suprapartidário e independente.

Contraponto bolsonarista

Manifestantes pró-Bolsonaro ocuparam a avenida Brigadeiro Luís Antônio após deixarem a Paulista, em direção oposta ao ato no Masp.

O protesto na capital paulista integrou uma agenda nacional que denuncia o avanço dos casos de feminicídio e cobra políticas públicas de proteção às mulheres.

Com informações de Poder360

Kremlin considera nova estratégia de segurança dos EUA compatível com visão russa

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O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, afirmou neste domingo (7/12) que o plano de segurança nacional apresentado pelos Estados Unidos está, “de modo geral”, alinhado à percepção de mundo da Rússia. Em entrevista ao canal estatal Rossia, Peskov elogiou as diretrizes formuladas pela administração de Donald Trump, descritas por ele como baseadas em uma abordagem nacionalista.

Segundo o representante do governo russo, o novo documento pode oferecer “uma garantia modesta” para que Moscou e Washington continuem a trabalhar de forma construtiva em busca de uma solução pacífica para o conflito na Ucrânia.

Divulgado pela Casa Branca, o texto define as prioridades militares da gestão Trump e redireciona a atenção norte-americana para a América Latina. O material menciona a aplicação da Doutrina Monroe com o objetivo de restaurar a preeminência dos Estados Unidos no hemisfério ocidental e de proteger o território norte-americano, além de assegurar o acesso a áreas consideradas estratégicas na região.

A estratégia também estabelece que não haverá expansão da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), decisão que contraria as expectativas do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, defensor da ampliação da aliança como caminho para avançar em negociações de paz.

Em relação à Europa, o documento acusa a União Europeia de representar um “risco de extinção civilizacional”, enquanto poupa a Rússia de críticas diretas.

Com informações de Metrópoles

Protesto em Brasília reúne Janja e seis ministras contra feminicídio

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Brasília — Milhares de pessoas participaram, na manhã deste domingo (7.dez.2025), do ato “Levante Mulheres Vivas” contra o feminicídio, realizado na Feira da Torre de TV, na área central da capital federal.

A mobilização começou às 10h e contou com a presença da primeira-dama Janja da Silva; de seis das dez ministras do governo Lula — Esther Dweck (Gestão e Inovação em Serviços Públicos), Anielle Franco (Igualdade Racial), Márcia Lopes (Mulheres), Gleisi Hoffmann (Secretaria de Relações Institucionais), Luciana Santos (Ciência, Tecnologia e Inovação) e Sonia Guajajara (Povos Indígenas) —, além da deputada Erika Kokay (PT-DF) e do ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias.

Convocado após uma série de crimes que ganharam repercussão nacional, o protesto lembrou casos como o assassinato da cabo do Exército Maria de Lourdes Freire Matos, 25 anos, cujo corpo foi carbonizado em Brasília; o ataque a Tainara Souza Santos, que teve as pernas mutiladas depois de ser atropelada e arrastada; e o duplo homicídio de duas funcionárias do Cefet-RJ, no Rio de Janeiro.

Além do Distrito Federal, manifestações semelhantes ocorreram em pelo menos outros 20 Estados.

Discursos e homenagens

Do palco montado no local, Esther Dweck lamentou a morte de três mulheres em instituições federais na última semana. Gleisi Hoffmann defendeu a ampliação da presença feminina no Poder Judiciário, enquanto Sonia Guajajara denunciou que assassinatos de mulheres indígenas seguem “no anonimato”.

Cartazes, faixas e adesivos com frases de repúdio à violência doméstica tomaram conta da esplanada em frente à torre. Crianças, famílias inteiras e até cães usando bandanas temáticas participaram do ato, que também prestou homenagem à vereadora Marielle Franco, morta em 2018.

Protesto em Brasília reúne Janja e seis ministras contra feminicídio - Imagem do artigo original

Imagem: Internet

Integrantes de movimentos sociais aproveitaram o espaço para distribuir material informativo sobre serviços de acolhimento e denunciar o avanço dos crimes de gênero no país.

O “Levante Mulheres Vivas” foi encerrado no fim da tarde, sem registro de incidentes.

Com informações de Poder360