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quarta-feira, janeiro 14, 2026
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Receita de “bolo de nada” aposta no básico para o café da manhã

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Uma preparação simples, sem frutas, recheios ou caldas, voltou a ganhar espaço na cozinha de quem procura rapidez e sabor: o “bolo de nada”. Macio por dentro e levemente dourado por fora, o doce serve tanto para acompanhar o café do dia a dia quanto para improvisar comemorações.

Ingredientes

Massa

  • 3 xícaras (chá) de farinha de trigo
  • 200 g de manteiga em temperatura ambiente
  • 2 xícaras (chá) de açúcar
  • 4 ovos
  • 1 xícara (chá) de leite
  • 2 colheres (chá) de fermento em pó
  • 1 pitada de sal
  • Manteiga e farinha de trigo para untar
  • Papel-manteiga para forrar a fôrma

Modo de preparo

1. Preaqueça o forno a 180 °C. Unte uma fôrma redonda de 20 cm, forre o fundo com papel-manteiga e polvilhe farinha nas laterais.
2. Em uma tigela, misture a farinha com o sal e reserve.
3. Bata a manteiga até clarear. Adicione o açúcar em etapas e continue batendo até formar um creme pálido.
4. Acrescente os ovos um a um, batendo bem após cada adição.
5. Em velocidade baixa, incorpore a farinha e o leite alternadamente, apenas até homogeneizar.
6. Misture o fermento delicadamente.
7. Despeje a massa na fôrma, nivele e leve ao forno por 30 minutos a 180 °C.
8. Reduza a temperatura para 160 °C e asse por mais 50 minutos.
9. Faça o teste do palito; se sair limpo, retire do forno.
10. Aguarde 15 minutos para desenformar e deixe esfriar completamente antes de servir ou cobrir.

Versátil, o “bolo de nada” pode ser consumido puro ou ganhar cobertura de merengue, mantendo o destaque para a textura macia e o sabor clássico.

Com informações de Metrópoles

Carlos Bolsonaro se emociona em homenagem na Alesp e sai em defesa do pai preso

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São Paulo – O vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) chorou ao receber, na sexta-feira, 5 de dezembro de 2025, a Medalha de Honra ao Mérito Legislativo na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). A condecoração, proposta pelo deputado estadual Paulo Mansur (PL-SP), também foi entregue ao deputado federal Mário Frias (PL-SP).

No discurso de cerca de 20 minutos, Carlos agradeceu pelo reconhecimento e afirmou sentir-se honrado por ser visto como “porta-voz” do ex-presidente Jair Bolsonaro, preso após condenação por tentativa de golpe de Estado. “Obrigado por me colocarem como representante do meu pai”, disse, com a voz embargada.

O vereador relatou ter visitado o pai recentemente: “Ele está em uma sala de quatro metros quadrados; a porta fica trancada para que ele não possa sair nem ao corredor”, declarou, classificando a situação como “desumana” e resultado de “atropelo das leis”.

Ao recordar o início da vida pública, Carlos contou que entrou na política ainda jovem e que, à época, houve afastamento temporário da mãe. “Fiquei sem falar com ela por alguns meses, mas hoje ela é minha melhor amiga”, afirmou.

Sem formação universitária, disse ter renunciado a experiências pessoais para apoiar campanhas. “Não me arrependo em nenhum momento”, reforçou. Ele também negou chefiar suposto esquema de desinformação, rotulado de “gabinete do ódio”. “Jamais tive organização criminosa ao meu lado; essa narrativa foi usada para perseguição política”, declarou.

Em tom religioso, o vereador afirmou estar “cansado”, mas disposto a continuar na militância: “Tenho 42 anos, um pouco cansado, mas contem conosco para levar adiante o que acreditamos ser o melhor para o país”. Segundo ele, Jair Bolsonaro acompanha as manifestações de apoio: “Meu pai pediu que eu trouxesse energia boa para ele”, concluiu.

Com informações de Poder360

Equipe da UFMG, Embrapa e USDA descobre molécula inédita para uso em defensivos agrícolas

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Pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), da Embrapa Meio Ambiente (SP) e do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) identificaram uma molécula sem registro anterior na literatura científica com potencial herbicida e antifúngico. O composto foi batizado provisoriamente como “composto 2”.

A descoberta ocorreu durante o isolamento de um fungo endofítico do gênero Fusarium, retirado em julho de 2017 de uma planta medicinal tropical do gênero Piper no Parque Estadual da Floresta do Rio Doce (MG). O estudo, divulgado em 6 de dezembro de 2025, aponta que o novo metabólito apresentou desempenho comparável ou superior a pesticidas sintéticos já comercializados.

Testes de atividade biológica

O extrato produzido pelo Fusarium foi avaliado em sementes de alface (Lactuca sativa) e de grama-de-bent (Agrostis stolonifera). Três substâncias foram isoladas: anidrofusarubina, javanicina e o composto 2. Em concentrações de 1 mg/mL, as três inibiram totalmente a germinação das sementes, efeito semelhante ao do herbicida sintético acifluorfeno na mesma dosagem.

Ensaios adicionais com lentilha-d’água (Lemna) mostraram valores de IC50 inferiores aos de herbicidas amplamente usados, como glifosato e clomazona. Nos testes antifúngicos contra o patógeno agrícola Colletotrichum fragariae, o composto 2 formou zonas de inibição maiores do que as de fungicidas naturais de referência, entre eles carvacrol e timol.

Fungo fonte da molécula

Embora o gênero Fusarium tenha sido confirmado por análise molecular, a equipe não conseguiu definir a espécie devido à complexidade taxonômica do grupo. O microrganismo está preservado na Coleção de Micro-Organismos e Células da UFMG. Espécies de Fusarium são conhecidas tanto pela produção de micotoxinas quanto por compostos de interesse biotecnológico, características que motivaram a investigação.

Os autores destacam que fungos endofíticos formam um reservatório ainda pouco explorado de metabólitos bioativos capazes de oferecer alternativas aos pesticidas sintéticos, contribuindo para a redução de impactos ambientais e para o combate à resistência de pragas.

Com informações de Poder360

Cronograma do concurso da Polícia Civil de SC atrasa 15 dias, diz delegado-geral

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O cronograma para a publicação do novo edital do concurso da Polícia Civil de Santa Catarina (PC-SC) sofreu um atraso de 15 dias. A informação foi divulgada pelo delegado-geral da corporação, Ulisses Gabriel, em suas redes sociais.

Segundo o chefe da polícia civil catarinense, o atraso é resultado de “burocracias legais”, mas a previsão é de que o documento seja divulgado ainda em dezembro de 2025. A expectativa é que o período de inscrições comece no mesmo mês.

300 vagas imediatas

O edital deverá oferecer 300 vagas, sendo 200 para Agente de Polícia e 100 para Escrivão. A banca organizadora definida é o Idecan.

Autorização em julho

A seleção foi autorizada em 15 de julho de 2025, logo após a formatura de novos policiais civis, em cerimônia que contou com a presença do governador Jorginho Mello. De acordo com Ulisses Gabriel, a intenção é concluir o concurso e iniciar o curso de formação a tempo de nomear os aprovados em 2026.

Reforço emergencial no efetivo

Para suprir lacunas até a chegada dos novos servidores, o governo estadual autorizou, em dezembro de 2023, a contratação de policiais civis aposentados e de temporários. A medida busca manter o atendimento nas delegacias, principalmente durante a operação Estação Verão.

Último concurso foi em 2017

O último certame para Agente e Escrivão da PC-SC ocorreu em 2017, sob organização da Fepese. Na ocasião, foram ofertadas 194 vagas para Escrivão e 200 para Agente, com salários de R$ 5.317,94 e R$ 3.842,20, respectivamente.

Detalhes como requisitos de escolaridade, valores de remuneração e cronograma de provas do novo concurso ainda não foram divulgados e dependem da publicação oficial do edital.

Com informações de Ceisc

ECA-USP lança e-book gratuito que reúne casos de violência contra jornalistas no Brasil

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A Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP) disponibilizou o e-book bilíngue “Segurança e Liberdade de Imprensa – Ameaças a Jornalistas no Brasil”, que apresenta diferentes formas de agressão sofridas por profissionais da imprensa no país. O material, gratuito, foi lançado em 6 de dezembro de 2025 e reúne estudos produzidos por alunos de pós-graduação sob orientação das professoras Elizabeth Saad e Daniela Osvald.

Com cinco capítulos, a publicação descreve casos ocorridos em várias regiões e mostra que a violência vai além do contato físico, incluindo assédio psicológico e ataques virtuais. Relatórios da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) citados na obra indicam quase 300 agressões a jornalistas apenas no Estado de São Paulo entre 1982 e 2024.

Disciplina pioneira

Os textos derivam da disciplina “Novos Paradigmas e Dimensões da Violência no Campo da Comunicação: Assédios e Ameaças aos Jornalistas e Comunicadores”, criada por Saad e Osvald em parceria com a Oslo Metropolitan University (Oslomet) e outras duas instituições estrangeiras. O convênio, financiado durante cinco anos pelo Instituto de Pesquisa da Noruega, foi concluído em 2025, mas as docentes pretendem manter o curso aberto a ouvintes.

Segundo as professoras, a maioria dos cursos de jornalismo no Brasil não oferece treinamento específico sobre segurança profissional, lacuna que motivou a criação da disciplina e, posteriormente, do livro. O lançamento contou com apoio dos grupos de pesquisa Com+ e Obcom, ambos da ECA-USP.

Casos destacados

No capítulo que aborda o Carnaval de 2025, o jornalista e escritor Marcelo Rubens Paiva relata ter sido atingido por uma mochila, uma lata de cerveja e uma camiseta enquanto era homenageado pelo bloco Acadêmicos do Baixo Augusta, em São Paulo. Na mesma ocasião, o fotógrafo Bruno Santos, da Folha de S.Paulo, recebeu chutes de seguranças ao tentar registrar um desentendimento.

Outro capítulo examina episódios de racismo, transfobia e violência de gênero, como os ataques sofridos pela repórter Joyce Ribeiro nas redes sociais em 2014, quando ela trabalhava no SBT. A obra também relembra o sequestro do jornalista Guilherme Portanova pela facção Primeiro Comando da Capital (PCC) em 2006, que durou mais de 40 horas e foi resolvido após a TV Globo exibir um vídeo exigido pelos criminosos.

Agressões de agentes públicos

Em entrevistas incluídas no livro, Daniela Osvald afirma que a liberdade de imprensa no Brasil “nunca foi ideal” e ainda sofre influência da autocensura instaurada durante a ditadura militar (1964-1985). Dados da Fenaj analisados pelo grupo mostram que 55% das agressões a jornalistas, nos últimos 20 anos, foram praticadas por agentes governamentais, atores políticos ou forças de segurança.

As autoras destacam que a escalada de violência se intensificou com a polarização política recente. De acordo com levantamento citado na publicação, desde 1988 nenhum ano eleitoral passou sem pelo menos um assassinato de jornalista por motivações profissionais.

O e-book “Segurança e Liberdade de Imprensa – Ameaças a Jornalistas no Brasil” pode ser baixado gratuitamente em versões em português e inglês.

Com informações de Poder360

Estado é principal financiador das inovações usadas por críticos do “socialista de iPhone”

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O rótulo “socialista de iPhone”, popular entre grupos de direita para acusar suposta contradição de progressistas que utilizam produtos da Apple, ignora o papel decisivo do Estado no desenvolvimento das tecnologias que compõem o aparelho e diversos outros ícones do mercado. A conclusão é apresentada pelo pesquisador David Nemer, da Universidade da Virgínia, em artigo publicado em 6 de dezembro de 2025.

Inovação financiada pelo poder público

De acordo com Nemer, a economista Mariana Mazzucato demonstra que o iPhone só se tornou possível após décadas de aportes governamentais norte-americanos em pesquisa de alto risco. A Apple, afirma, apenas integrou componentes já maduros graças a políticas públicas.

Tecnologias custeadas com recursos estatais presentes no iPhone:

  • Internet e protocolo TCP/IP – desenvolvidos por Darpa e NSF;
  • GPS – criado pelo Departamento de Defesa dos EUA nos anos 1970;
  • Siri – derivada de projeto de inteligência artificial financiado pela Darpa, com 20 universidades envolvidas;
  • Tela multitouch – resultado de pesquisas bancadas por NSF e CIA/DCI;
  • Microprocessadores – impulsionados por compras militares em programas como Minuteman 2 e Apollo;
  • LCD – desenvolvido com verba do Exército e, depois, da Darpa;
  • Bateria de íon-lítio – estudada com recursos do Departamento de Energia e da NSF.

A Apple também recebeu US$ 500 mil do programa SBIC, da Small Business Administration, e contou com aquisições do sistema público de educação dos EUA nos anos 1990, período em que buscava estabilidade.

Exemplos além da Apple

O modelo de risco público e lucro privado se repete em outros setores. Nos 30 anos anteriores à pandemia de covid-19, o governo dos Estados Unidos investiu US$ 31,9 bilhões em pesquisas que permitiram chegar às vacinas de mRNA, sendo US$ 337 milhões antes da crise sanitária.

A Tesla, de Elon Musk, acumulou ao menos US$ 38 bilhões em contratos, empréstimos e incentivos públicos. Destacam-se:

  • Empréstimo de US$ 465 milhões do Departamento de Energia em 2010, decisivo para o Model S;
  • US$ 11,4 bilhões obtidos com venda de créditos regulatórios ambientais desde 2014;
  • Incentivo de US$ 1,3 bilhão do estado de Nevada para construir a gigafábrica;
  • Diferentes benefícios fiscais concedidos pela Califórnia.

No setor aeroespacial, a SpaceX sobreviveu graças a contratos iniciais da Darpa e do Departamento de Defesa a partir de 2003. A Nasa assinou acordos de desenvolvimento antes mesmo dos primeiros sucessos da empresa e, após o voo bem-sucedido do Falcon 1, fechou contrato de US$ 1,6 bilhão para reabastecer a Estação Espacial Internacional. O sistema de satélites Starlink também foi impulsionado por lançamentos financiados pelo governo, incluindo contrato de US$ 1,8 bilhão para fins militares.

Para Nemer, os dados indicam que a verdadeira incoerência não está em quem defende políticas estatais e utiliza um iPhone, mas em quem exalta o livre mercado enquanto se beneficia de inovações custeadas por recursos públicos.

Com informações de Poder360

bet365 mantém código de indicação MAXBETBR válido no Brasil em dezembro de 2025

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O operador internacional de apostas bet365 confirmou que o código de indicação para novos cadastros no Brasil em 6 de dezembro de 2025 é MAXBETBR. O código é destinado exclusivamente a ações de marketing e rastreamento de clientes.

Como funciona a utilização do código

Durante o processo de abertura de conta, o usuário deve inserir o código no campo dedicado a promoções. A empresa informa que o procedimento é opcional e não altera as regras de registro, que exigem idade mínima de 18 anos e concordância com os Termos e Condições.

Segurança e licença

A bet365 opera sob licença compatível com a regulamentação brasileira. Segundo a companhia, toda a troca de dados é protegida por criptografia SSL/TLS. A plataforma também adota protocolos internos para evitar que informações sensíveis sejam acessadas por terceiros.

Verificação de identidade

O processo de verificação é dividido em duas etapas:

  • Identidade: envio de selfie com documento oficial contendo foto, CPF, nome completo e data de nascimento;
  • Endereço: apresentação de comprovante recente, como conta de serviço público ou extrato bancário.

De acordo com a empresa, a análise costuma ser concluída em até 24 horas.

Passo a passo para abrir conta

  1. Acessar o site da bet365 e clicar em “Registre-se”.
  2. Preencher dados pessoais (nome, data de nascimento, CPF, e-mail, telefone e endereço).
  3. Criar nome de usuário e senha.
  4. Inserir o código MAXBETBR no campo indicado.
  5. Confirmar maioridade e aceitar os Termos e Condições.
  6. Selecionar “Junte-se à bet365” para concluir a inscrição.

Métodos de pagamento

No Brasil, a plataforma aceita PIX para depósitos e saques. Cartões de crédito não são mais utilizados após a atualização regulatória. Transferências bancárias continuam disponíveis, mas representam volume menor de transações.

Apostas ao vivo e recursos adicionais

Clientes com saldo liberado podem apostar em tempo real em eventos esportivos variados, com possibilidade de live streaming e funcionalidade de cash out. A oferta dos recursos depende de fatores técnicos e geográficos, segundo a operadora.

Atendimento ao cliente

O contato principal é o chat ao vivo localizado na seção “Ajuda”. A empresa não oferece endereço de e-mail para suporte, reservando esse canal apenas para comunicações específicas, como checagem de documentos.

O código de indicação MAXBETBR está disponível de forma contínua, sem prazo de validade informado, para usuários que desejam abrir conta na bet365 em dezembro de 2025.

Com informações de Metrópoles

Levi’s aposta em loja premium em São Paulo com peças de até R$ 3,1 mil

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São Paulo – A Levi Strauss & Co. abriu em 21 de novembro de 2025 sua primeira loja premium no Brasil, instalada no shopping Shops Jardins, na capital paulista. O espaço comercializa artigos exclusivos, como jaquetas da parceria Levi’s x Barbour que custam R$ 3.169,90 e um macacão da linha Blue Tab avaliado em R$ 2.199,90.

A unidade está voltada ao público de alta renda que frequenta o centro de compras, localizado a duas quadras do clube Athletico Paulistano e que abriga marcas como Dior, Gucci e Louis Vuitton. Segundo funcionários, desde a inauguração há pedidos diários de reserva das peças mais caras; homens demonstram maior interesse pelas jaquetas Barbour, enquanto mulheres buscam itens Blue Tab.

Denim japonês e produção artesanal

A linha Blue Tab utiliza denim japonês produzido em teares de lançadeira estreita, com tingimento e acabamento especiais. O macacão feminino é o artigo de maior valor (R$ 2.199,90). Calças chegam a R$ 1.699,90, e a maioria das peças varia entre R$ 1.299,90 e R$ 1.499,90. Lançada no Japão em fevereiro de 2025, a coleção passou pelos Estados Unidos e Europa antes de chegar à América Latina.

Parceria britânica

A colaboração com a grife inglesa Barbour reúne duas marcas ligadas à roupa de trabalho pesado: Levi Strauss atendia mineiros na Califórnia em 1853; John Barbour produzia casacos para pescadores no nordeste da Inglaterra. A coleção revisita métodos tradicionais, priorizando durabilidade e estética utilitária.

Estrutura da loja

Com metragem reduzida, o projeto foi desenvolvido pelo time global da Levi’s e adaptado pelo Estudio Paralelo 23. O mobiliário é assinado pelo brasileiro Fernando Jaeger Ateliê, que cedeu peças como a poltrona Copacabana e as mesas Tora. Há ainda um tapete da Fio & Arte e uma escultura têxtil de Carolina Kroff.

O ponto de venda fica no 2º piso do Shops Jardins, rua Haddock Lobo, 1.626. O funcionamento é de segunda a sábado, das 10h às 22h, com horários diferenciados aos domingos.

Desempenho da companhia

Fundada em São Francisco em 1853 e presente no Brasil desde 1972, a Levi’s mantém 105 lojas no país — apenas uma no formato premium. No primeiro semestre de 2025, a receita líquida global somou US$ 2,9 bilhões (R$ 15,4 bilhões), avanço de 4,7% ante igual período de 2024. Nas Américas, o faturamento anual alcançou US$ 1,5 bilhão (R$ 7,94 bilhões).

Com informações de Poder360

Imagens de satélite revelam até 15 °C de diferença entre favelas e bairros vizinhos em São Paulo

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Levantamento realizado no último verão com dados do satélite Landsat 8 mostrou que, na cidade de São Paulo, as superfícies de favelas chegaram a registrar até 15 °C a mais do que áreas vizinhas de padrão urbanístico mais elevado.

Na comparação mais expressiva, a temperatura dos telhados e ruas do Morumbi ficou em torno de 30 °C, enquanto em Paraisópolis, separada do bairro por poucas quadras, o termômetro ultrapassou 45 °C. Em Heliópolis, outra grande comunidade paulistana, os valores passaram dos 44 °C nos dias mais quentes.

O estudo foi conduzido pelos pesquisadores Rohit Juneja, Flávia Feitosa e Victor Nascimento, do Centro de Estudos da Favela (Cefavela), ligado à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e sediado na Universidade Federal do ABC. Os resultados preliminares foram publicados na plataforma Nexo Políticas Públicas.

Para chegar aos números, o grupo analisou 19 imagens termais captadas entre dezembro de 2024 e fevereiro de 2025. Esses registros medem a temperatura de superfícies — telhados, asfalto e solo — e, por isso, apresentam valores superiores aos do ar.

Segundo o Censo 2022 do IBGE, São Paulo tem cerca de 11,5 milhões de habitantes. Desse total, mais de 1,7 milhão vive em 1.359 favelas que ocupam somente 4 % da área do município, mas concentram mais de 15 % da população. Nessas regiões, a pesquisa identificou temperaturas de superfície superiores a 40 °C de forma recorrente.

A variação interna entre comunidades também chamou atenção. No distrito do Capão Redondo, na zona sudoeste, quatro das dez favelas mais quentes da capital foram registradas: Jardim Capelinha/Nuno Rolando marcou 47,4 °C; Jardim D’Abril 2, 47,3 °C; e Basílio Teles, 47,2 °C. Na outra ponta, o Jardim Apurá, próximo à represa Billings, apresentou 23,7 °C, enquanto Alto da Riviera B/Jardim Guanguará, perto da Guarapiranga, marcou 23,6 °C.

Os autores destacam que o calor extremo reflete escolhas de ocupação do solo e pode ser reduzido com soluções baseadas na natureza, como corredores verdes, parques, telhados vegetados e sistemas de drenagem sustentável. Eles defendem que a temperatura seja considerada critério de inadequação habitacional e lembram que o debate envolve decisões políticas além de questões técnicas. O estudo contou com bolsas de treinamento técnico da Fapesp para Juneja e de pós-doutorado para Feitosa.

Com informações de Poder360

Indicação de Flávio Bolsonaro à Presidência reorganiza disputa de 2026 e alivia caminho para Lula

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Brasília — A decisão do ex-presidente Jair Bolsonaro de apontar o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) como pré-candidato à Presidência da República em 2026 movimentou o cenário político e reduziu a pressão sobre outros nomes da direita, deixando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em posição confortável para buscar um quarto mandato.

Bolsonaro fora da disputa direta

Inelegível até completar 105 anos, Jair Bolsonaro se mantém como principal liderança da direita mesmo sob risco de prisão, mas, impedido de concorrer, transferiu o protagonismo para o filho. Segundo interlocutores, a escolha visa preservar sua influência no campo conservador.

Por que Flávio e não Michelle

Embora pesquisas apontem a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro com melhor desempenho, especialmente entre mulheres e evangélicos, o ex-presidente optou por Flávio. Avaliações internas indicam que Bolsonaro teria maior controle sobre o filho do que sobre a esposa, fator decisivo na escolha.

Antecedentes familiares

O histórico político da família pesou. Em 1992 e 1996, a então mulher de Bolsonaro, Rogéria, foi eleita vereadora no Rio com apoio do marido. Ao perceber sinais de independência, ele lançou o filho Carlos, então com 17 anos, que derrotou a própria mãe na eleição seguinte. Rogéria e Bolsonaro se separaram, e, em novo casamento com Ana Cristina Valle, relatos de traição encerraram a relação. Hoje, Bolsonaro declara dependência crescente de Michelle.

Efeito dominó entre possíveis candidatos

Com Flávio na cabeça de chapa, figuras cortejadas pelo Centrão ajustaram seus planos. O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), passou a concentrar esforços na tentativa de reeleição, reiterando que seguiria a orientação de Bolsonaro.

Governadores como Ronaldo Caiado (União Brasil-GO) mantêm a intenção de disputar o Planalto, mas enfrentam indefinições partidárias. O União Brasil, que apoiaria Tarcísio, e o PP, do senador Ciro Nogueira, sinalizam prioridade em ampliar bancadas no Congresso em vez de lançar nomes próprios.

No PSD, Gilberto Kassab continua estimulando a candidatura do governador Ratinho Júnior (PR), embora o pai do político aconselhe a busca por uma vaga segura no Senado. Já Romeu Zema (Novo-MG) é visto por aliados como sem condições de superar Lula na disputa nacional.

Cenário favorável ao Planalto

Com adversários divididos e a direita em reorganização, Lula observa a movimentação com tranquilidade, enquanto partidos do Centrão miram eleições legislativas e estaduais.

Com informações de Metrópoles