O médico ortopedista Lúcio Gusmão fundou em 2019, na capital federal, a Rede Cade – Centro Avançado da Dor e Especialidade, voltada a pacientes com dores crônicas. Cinco anos depois, a empresa encerrou 2024 com faturamento de R$ 9,5 milhões.
A motivação para abrir o negócio surgiu quando Gusmão buscava alternativas para aliviar o desconforto do avô, diagnosticado com câncer linfático. “Passei a enxergar a dor pelo olhar de quem precisava de cuidados e não encontrava atendimento adequado”, afirmou o médico.
Atendimento e métodos
Desde a inauguração, a rede realizou mais de 200 mil atendimentos e executou 10 mil procedimentos cirúrgicos. Os tratamentos priorizam a abordagem individualizada e incluem terapias como onda de choque, mesoterapia, proloterapia, campo eletromagnético e técnicas intervencionistas que bloqueiam estímulos dolorosos.
Estrutura e expansão
O investimento inicial em 2019 foi de R$ 300 mil. A Cade opera atualmente três unidades em Brasília, São Paulo, Goiás e Espírito Santo, todas no formato de franquia. O aporte para abrir uma unidade varia de R$ 350 mil (modelo básico) a R$ 650 mil (modelo avançado), com faturamento médio mensal estimado entre R$ 200 mil e R$ 800 mil.
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Para 2025, a empresa projeta alcançar 12 unidades em operação e receita anual de R$ 28 milhões. “Nosso foco é acolher pacientes e colaboradores; o resultado financeiro vem na sequência”, declarou Gusmão.
Com informações de Poder360

